Designer Image Map

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

The Divide

Capitulo 14 parte 4


Ele resmungava deitado de bruços na cama, descoberto deixando a cueca preta a mostra. Em outras circunstâncias, um homem com o porte físico do Tommy chamaria muito a minha atenção. Ele era um dos homem mais lindos que eu já vira, e um dos mais galinhas também. Eu definitivamente não ia dormir no duro, e antes que ele pudesse relutar, eu me deitei na cama, do lado dele, mas sem encostar, não queria manter tanto contato assim. Já bastava estarmos em um motel, deitados na mesma cama. 

 Eu fiquei olhando para o teto, com as mãos sobre a barriga, e era inevitável que os pensamentos nebulosos voltassem. O grito de pavor do meu pai, o tiro... tudo aquilo fazia parte de um segredo que eu guardava a sete chaves do Tommy. Era um passado do qual eu não me orgulhava, um passado que eu escondi por anos, mas que estaria ameaçado com a ida dele para a Califórnia. Mas nem mesmo eu sabia o que estava a me esperar por lá.  
Thomas: Tem comida em cima da mesa. Você devia comer alguma coisa. 
Ele disse, virando o rosto para mim, e eu permaneci olhando para o teto, pensativa.
Lua: Não quero, eu to bem! 
Thomas: Deixa de ser durona, Lua. 
Lua: Eu não quero, Tommy, eu to...
Antes que eu pudesse de terminar minha frase, os súbitos gritos vindos do quarto ao lado, roubaram nossa atenção. E não eram gemidos, eram gritos escandalosos, tão altos como se o casal estivesse transando na nossa frente. 
Lua: Eu não vou conseguir dormir com essa gritaria! - me irritei. 
Thomas: Se quiser, a gente pode fazer também! - ele sorriu, me olhando.

Eu o encarei incrédula:
Lua: Fazer o quê, Thomas?
Thomas: Ah Lu, não seja boba!
Ele disse, num tom safado acariciando meus cabelos. E eu rapidamente me afastei dele, me levantando e caminhando até a mesa, pegando água:
Lua: Que idéia idiota, Tommy. Ta maluco?
Thomas: Vai desperdiçar todo esse corpinho, Luinha?
Na cama, ele se insinuava para mim, deitado de lado, passando a mão por dentro do cabelo, exibindo o corpo sarado e bronzeado.
Lua: É melhor você sossegar, ou vai dormir no chão, ouviu?
Eu voltei para a cama, me deitando exatamente como antes, desdenhando das provocações dele.
Ele ria como se tudo aquilo fosse uma grande piada.
Thomas: Você não tem senso de humor,Luinha. Parece que nunca ouviu falar de sexo!
Lua: Mas o que é isso agora?
Thomas: Sexo. Você sabe o que é sexo, não é?
Lua: Me erra, Tommy. Eu tenho 24 anos, esqueceu?
Thomas: E é casada, mas seu marido sumiu no mundo. O que me leva a pensar que você não faz sexo a muito, muito tempo!
Ele me olhava fixamente, realmente interessando em saber da minha vida sexual.
Lua: Você sabe que essa é uma pergunta pessoal, não sabe?
Thomas: Qual é Luinha, eu sou o seu melhor e único amigo. E você sabe de tudo da minha vida, porque faz tanto mistério em relação a sua vida de casada?
Lua: Porque eu sou casada, e pronto. Nada demais nisso. – Eu o encarei.
Thomas: Como assim nada demais? Seu marido nunca apareceu em Princeton. Você é casada com um milionário e nunca tocou no nome dele, nem ao menos usa uma aliança de casada.
Lua: Minha aliança está na mochila. E sim, sou casada com ele, o que tem demais nisso?
Thomas: Nossa, Luinha. Eu só queria saber... Você nunca fala disso.
Ele fechou a cara, e virou para o outro lado.
Lua: Ta bom, o que você quer saber, realmente?
Eu me virei de lado, e logo ele sorriu, também virando-se, e ficamos assim, cara a cara.
Thomas: Você já transou com ele?

Lua: Mas que pergunta mais boba, Tommy. Ele é meu marido. – e o gosto do ódio pairava na minha boca ao chama-lo de ‘meu marido’!
Thomas: Não é uma pergunta boba. Você tinha 18 anos quando te conheci. Era completamente inocente, eu fiquei na dúvida. E desde então, você nunca mais...

Lua: Não. Desde então, eu nunca mais fiz amor.
Ele riu, como se eu tivesse dito a coisa mais estranha do mundo:
Thomas: Não estou falando de ‘Amor’, estou falando de sexo. Você nunca mais transou com ninguém?
Lua: Claro que não.
Ele parecia não acreditar naquilo.
Thomas: E porque não?
Lua: Eu sou casada, Tommy. Quer motivo maior que esse?
Thomas: Depende, você o ama?
Eu respirei fundo, pensando em algo que me desviasse daquela pergunta . Os olhos verdes dele me olhavam inocentes, e o cabelo caia sobre a testa, o deixando mais irresistível.
Lua: Eu sou casada, Tommy. E tenho respeito meu marido.
Thomas: Porque, Luinha? Ele sempre aparece ao lado de mulheres lindas em revistas de fofocas. Será que ele mantém o mesmo respeito por você? Confesso que se eu não tivesse visto sua identidade, diria que você é uma mentirosa, porque ele nunca ligou para você, muito menos a visitou.
Lua: Ele é um homem ocupado, Tommy. E eu respeito isso. Sou grata a ele por manter nosso casamento em sigilo, por que só assim eu teria a oportunidade de estudar sem ter paparazzis a minha volta todo o tempo. – Menti.
Ele olhou para o teto, pensativo, acredito que tentava assimilar todas aquelas informações.
Thomas: Eu não consigo acreditar, me desculpe. Não estou te chamando de mentirosa, longe de mim. Mas que casamento é esse, que o marido deixa a mulher por 6 anos? E o pior de tudo é que ele está com varias mulheres e você aqui, sem sexo a anos, isso é terrível.
Eu acabei rindo, também olhando para o teto.
Lua: Casamento não é só sexo, Tommy.
Thomas: Ele foi o primeiro? 



Thomas com a suas perguntas indecentes kkkkkkkkkkkk

4 comentários:

  1. Caraca, eu nem sou a Lua e fiquei morta com essas perguntas do Tommy kkkkk
    +++++++++++++++++++++++++++++

    ResponderExcluir
  2. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

    ResponderExcluir
  3. +++++++++++++++++++++++++++

    ResponderExcluir