CAPITULO 06 Parte 2- DOMINADOR
- Não é desse castigo
que estou falando.
- Não sabia que tinha
outros castigos em mente.
Antes que minha mente
processasse, meu corpo agiu e a puxei da cadeira, segurando-a pelos
cabelos.
- Só irei torturá-la
um pouco... Ou muito... Até você implorar, Lua. Implorar para sentir meu pau
arrombando você por inteiro.
Minha boca estava
quase colada a dela, nossos olhos presos um no outro.
- E eu farei isso,
neném... Até você desmaiar de prazer em meus braços.
- Deus do céu,
Arthur...
Percebi que suas
pernas não aguentavam suportar seu peso e segurei-a com força.
-Viu só? Comecei minha
tortura sem ao menos perceber. Aposto como está fudidamente molhada, Lua.
- Arthur...
Não...
Mas seu corpo dizia o
contrário. Impulsionou seus quadris em direção a minha mão. Levantei lentamente
seu vestido, sem desviar nosso olhar. Quando alcancei seu sexo encharcado Lua
arqueou mais seu corpo, fechando suas pernas, prendendo minha mão ali.
- Porra... Eu quase
posso sentir seu tesão escorrendo aqui.
Enfiei um dedo dentro
dela, depois mais outro. Seu corpo estremeceu e Lua gemeu fechando os
olhos.
- Já sabe as regras,
bebê.
- Ar... Arthur...
Eu... Não consigo...
Lua rebolou em meus
dedos e cravei meus dentes em seu pescoço.
- Deus... O que você
faz comigo, Lua?
Pela segunda vez
coloquei-a sobre a mesa, minha boca já colada na dela. Dessa vez não teria como
parar. Rapidamente eu libertei meu pau que já doía de desejo por ela.
- É isso o que quer não
é?
- Sim, Senhor
Aguiar.
- Pare com isso ou vai
me enlouquecer, Lua.
Lua espalmou suas mãos
sobre a mesa quando invadi seu corpo numa estocada forte.
-Ah... Deus.
Puxei-a com mais
força, seu corpo quase totalmente fora da mesa. Eu entrava e saia de dentro
dela cada vez mais forte e rápido. Suas unhas cravaram-se em minha bunda, me
apertando de encontro a ela.
- Senhor Aguiar... Por
favor.
Não era justo privá-lo
disso, uma vez que eu também já não conseguia me segurar.
- Goza comigo,
bebê.
Lua arqueou suas
costas e gritou alto, junto comigo. Senti o prazer abraçar meu corpo inteiro,
ultrapassando todos os meus limites e barreiras. Descansei minha cabeça em seu
ombro, minhas mãos ainda acariciando suas costas. Meu coração batia de forma
descoordenada, descompassada. Eu não sabia como agir daqui pra frente. Eu não
tinha mais pra onde fugir.
Lua POV
Eu pensava várias
maneiras para poder sobreviver depois que eu não estivesse mais com Arthur. A
verdade é que ele se instalou feito droga dentro de mim. Incontrolavelmente
viciante. Quanto mais eu tinha, mais eu queria ter. Nunca seria o bastante.
Somente por isso eu me deitei logo após o almoço. Se era isso que Arthur
queria, era isso que eu faria. Nem eu mesmo havia percebido o quanto eu estava
cansada. Acordei porque senti suas mãos deslizando em minhas pernas. Minhas
pálpebras ainda estavam pesadas de sono.
- Arthur?
- Sou eu.
- Já está escuro.
Dormi tanto assim?
- Não disse que estava
cansada? Passa um pouco das 6 da tarde.
Dormi a tarde inteira
e ainda me sentia cansada.
- Poderia ter me
acordado.
- Vou acordá-la
agora.
Seus braços fortes me
ergueram da cama e me levaram até a banheira. A água morna imediatamente
relaxou meu corpo. Arthur passou suavemente a esponja por todo meu corpo. Cada
toque em minha pele fazia meu sangue ferver. Quando me tirou da banheira
deslizou a toalha felpuda por todo o meu corpo sem nunca desviar os olhos dos
meus. Vestiu-me apenas com um roupão e levou-me até uma sala, que poderia ser
chamada de uma sala de ginástica. O que chamou minha atenção foi uma espécie de
cavalete, ou sei la o que era aquilo. Totalmente almofado de veludo vermelho.
Olhei para Arthur e ele tinha um sorriso diabólico no rosto. Só então eu
percebi as algemas em sua mão. Arthur tirou meu roupão e indicou o
cavalete.
- Deite-se ali. De
bruços.
Mordi meus lábios
indecisa, ele ergueu a sobrancelha pra mim.
- Não confia em
mim?
Merda... É claro que
eu confiava. Não devia, mas confiava. Fiz o que ele mandou. Deitei-me ali.
Arthur veio por trás, colocou minhas pernas no apoio que tinha dos lados. Isso
me deixou totalmente aberta pra ele. E só de imaginar o que ele poderia estar
vendo eu me senti excitada. Pegou meus braços à frente e os algemou.
- Está linda assim,
bebê... Daqui mesmo eu posso ver como seu corpo está implorando pelo meu.
- Sim, mestre.
- Mestre?
- Sim... Está me
ensinando direitinho a me tornar a pior espécie de pervertida que
conheço.
Ele riu baixo.
Deslizou suas mãos pelas minhas costas. A pele macia e quente se arrepiando com
seu toque. E se arrepiou ainda mais ao sentir sua boca e língua fazendo o mesmo
percurso. Arqueei meu corpo, oferecendo meu traseiro para ele. Colocou sua mão
entre minhas coxas, acariciando o interior até pressionar meu clitóris. Eu dei
um gemido baixo, me contorcendo.
— Está pronta pra
mim.
- Sim, mestre.
Penetrou um dedo me
debati, tentando soltar minhas mãos.
- Por favor...
—Você é tão deliciosa.
Vou me afundar em você... Pra que você jamais me esqueça, bebê.
- Eu...
- Você?...
- Jamais
esqueceria.
Passou sua língua em
cima de meu clitóris, eu gemi e me abri ainda mais, ansiando pela sua
entrada.
- Você me deixa louco,
Lua. Totalmente fora de mim.
Percebi que ele tirava
suas roupas e meu liquido imediatamente escorreu pelas minhas pernas. Gemi
ainda mais alto quando senti seu membro se posicionando em minha fenda, já
dolorida. Fechei meus olhos quando ele começou a me penetrar lenta e
dolorosamente. Entrou todo e saiu.
- Não...
- Calma bebê. Pra que
a pressa?
- Eu... Preciso disso,
mestre.
- Eu sei que
precisa... Posso ver...
Arthur falava,
entrando lentamente ate a metade e saindo novamente. Maldito, filho da puta,
iria me matar de tanto tesão. Deu uma estocada forte, entrando completamente e
eu gritei.
- Isso... Grita pra
mim... Mostre como você me quer...
Estocou novamente e
seu membro bateu em algum ponto até então desconhecido dentro de mim. O prazer
foi instantâneo e eu literalmente berrei.
- Caralho...
Arthur também gemeu e
se empurrou mais forte. Depois voltou novamente a tortura. Estocando lentamente
de um lado a outro dentro de mim. Eu praticamente soluçava a essa hora. Meu
corpo sendo consumido pelas chamas e Arthur insistia em não apagá-las.
- Deus... Eu vou
morrer...
- Não vai, bebê... Só
se for de prazer... Agora.
Ele acelerou o ritmo,
empurrando dentro e fora bem fundo
—Mais, por favor, Mestre, mais
forte.
Creditos: Elly
Martins



Amei amei amei. Nunca me canso de ler essa web. E cadê The Divide???
ResponderExcluirBy: Bruna