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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 09 Parte 3  - PLANOS


Lua POV 

Estava deitada em minha cama de olhos fechados. A tonteira já havia passado. Realmente eu não deveria ter andado tanto ao sol. Mas Arthur como sempre muito carinhoso me trouxera ate a cama. Eu só pensava em como iria sofrer quando estivesse longe dele. Arthur ainda estava com os irmãos. Eram muito bonitos, mas não tanto quanto ele. Um deles, Micael, me encarava tão profundamente que eu sentia que pudesse ler minha alma. O melhor de tudo é que estavam nessa junto com Arthur. Eu amava Soph e Carla não queria vê-las na casa do meu avô. Não depois de saber de toda sua canalhice com elas. 

-Lua? 

Arthur estava à porta. 

-Sim? 

Ele se aproximou. 

-Está melhor? 

-Sim, já ia me levantar. 

-Não é preciso. Só queria saber se tem alguma foto de Sophia e Carla. 

-Acho que tenho em minha carteira. Vou procurar e levo pra você. 

-Acha mesmo que está melhor? 

-Sim. Ele me deu um beijo na testa e desceu. Encontrei uma foto de nós três juntas, numa festa de natal. Estávamos lindas e fiz questão de deixá-la sempre em minha carteira. Desci e entreguei-a a Arthur. Os três estavam na sala. Arthur me puxou para sentar ao seu lado. Olhou a foto um tempo e depois entregou ao Bernardo. 

- A de cabelos claros é a Carla. 

Micael e Bernardo olharam a foto. Micael sorriu. 

-Então a loiraça é Sophia? 

-Sim. 

Eu respondi. Ainda olharam a foto mais um tempo. Micael ainda sorria quando se dirigiu a Arthur. 

- E você vai ficar com essa loiraça aqui na ilha? Meu pai... 

Eu entendi na hora. Soph era lindíssima. Arthur não iria resistir. Pra dizer a verdade, quando Arthur falou sobre trazê-las pra cá, eu já me vi perdendo Arthur. 

-Micael, deixa de ser canalha, pelo amor de Deus. Tenha respeito pela Lua. 

O Bernardo me defendeu. 

-Sim, desculpe-me, Lua. 

-Mas tem razão... Soph é lindíssima. 

Eu ainda encontrei forças para dizer. Arthur permaneceu calado. Pelo que entendi dali há dois dias as duas estariam na ilha. Arthur se comunicou com Carla. Soph aceitou vir com eles. Acho que seria tudo muito simples, uma vez que meu avô jamais impediu que elas saíssem de casa. Bem mais tarde Micael e Bernardo se despediram. 

-Pensei que ficariam aqui. 

-Não, Lua. Acho melhor começarmos a providenciar as coisas agora mesmo. 

-Sim, entendo. 

Assim que os dois partiram Arthur me tomou nos braços. 

-Acho que deveria comer alguma coisa, Lua. 

-Não estou com fome. 

-Então o que podemos fazer agora? 

Meus olhos brilharam, mas sem coragem de dizer o que eu pensava. Mas Arthur pensava o mesmo que eu. Seus olhos estavam muito escuros. Rapidamente ele me pegou no colo e me deu um beijo de leve. 

- Vem, bebê. Deixa eu te amar...

Um arrepio me percorreu e fechei meus olhos, encostando a cabeça em seu peito. Arthur me deitou na cama e me olhou com paixão. Eu estava colada nele e seus lábios forçavam os meus, com paixão. Eu me senti sem forças para reagir àquele corpo quente que me segurava com tanta firmeza. Havia uma enorme sensualidade naquele beijo e a mão de Arthur passou por baixo da minha camiseta, procurando e encontrando a maciez dos meus seios. 

—Arthur... 

—Eu não imaginei que chegaria a esse ponto, bebê. 

Ta... Eu não entendi, mas também não me importava. Com os lábios ele acariciou os meus seios, umedecendo-os, e um arrepio sensual percorreu o meu corpo, deixando-o mole. Minha cabeça parecia rodar e tudo o que podia sentir eram os lábios de Arthur pressionando meus mamilos rijos... Era um sentimento tão selvagem, e ao mesmo tempo tão doce... O carinho daquelas mãos, daqueles beijos, e o vigor daquele ato de paixão levaram a mim e a Arthur ao mais completo êxtase... Bem mais tarde, deitada em seus braços eu ousei perguntar o que me massacrava por dentro. Arthur me mantinha firmemente presa ao seu corpo. 

-Arthur? 

-Hum? 

Ele respondeu, mas não abriu os olhos. 

-Qual... Qual é o seu tipo preferido de mulher? 

Ele abriu os olhos e me encarou. 

-De onde veio isso? 

-Curiosidade, apenas. Quer dizer... Naquele filme... A sua garota era loira.

-Sim. E daí? 

-Só pensei... Sei lá queria saber. Soph é linda... E loira também. 

Ele se virou na cama, ficando sobre mim, me prensando na cama. Eu estava com o rosto em brasa. Seus olhos me analisavam astutamente. 

-Está com ciúmes de Sophia? 

-Não... Eu só pensei... Talvez desse certo, você e ela... 

Ele colocou os dedos em meus lábios me silenciando. 

- Eu irei responder a sua pergunta. 

Me olhou com tanto carinho e ao mesmo tempo tanta paixão que eu perdi o rumo. 

- Você, bebê, é meu tipo preferido de mulher. 

Eu esqueci como se respirava. Seus dedos deslizaram suavemente em meu rosto, sem desviar os olhos dos meus. 

- Eu conheço inúmeras maneiras de mostrar como você é meu tipo preferido. Mas no momento eu só consigo pensar em uma: Dizer que estou apaixonado por você. 

Agora morri mesmo, nem deu tempo para que eu respondesse e me levou ao paraíso novamente.
Creditos: Elly Martins


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