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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 10 Parte 3- RESGATE


Seu membro deslizou sem dificuldade para dentro de mim e me agarrei em seus ombros. Minhas pernas automaticamente envolveram sua cintura e ele foi mais fundo. Arthur sufocou um gemido em meu pescoço e parou dentro de mim. Eu nunca senti o amor tão forte em um ato, como nesse momento. Arthur ergueu a cabeça e encontrou meus olhos. Eu sabia que nosso sentimento era recíproco. Tão recíproco e verdadeiro que falamos juntos. 

- Eu te amo. 

Lentamente ele começou a se mover dentro de mim. Meus quadris seguiam seu ritmo. Eu queria mais rápido, mais forte. Mas Arthur não tinha pressa. Tirava seu membro quase que por inteiro muito devagar e entrava novamente com uma estocada forte. O ar fugia dos meus pulmões. 

- Arthur... Mais rápido. 

- Você é minha. Entendeu isso agora? Toda minha. Diga Lua. 

-Sua! Sou sua, Arthur. Sempre e somente sua. 

O olhar que ele me deu foi de pura satisfação e começou a mover-se dentro e fora mais forte e mais rápido, como eu queria. Meu corpo estremecia e eu já sentia os primeiros sinais de que iria gozar. Eu fazia esforço para que isso não acontecesse tão rápido. 
- Goza comigo, bebê. 

Eu gritei junto com ele quando senti seu liquido quente bombeando dentro de mim. Saber que Arthur também me amava só intensificou ainda mais o meu prazer. Simplesmente não parávamos. Arthur continuava se movendo e eu me contraía ao redor do seu membro. Até que foi parando gradativamente e rolou para o meu lado na cama. Arthur me puxou para si e só tive a leve percepção de ouvi-lo sussurrando palavras doces em meu ouvido antes de mergulhar num sono profundo. 

Arthur POV 

Nunca me imaginei me declarando tão abertamente para uma mulher. Mas o que eu sentia por Lua era forte demais para ficar guardado dentro de mim. Eu sentia que Lua tinha algum sentimento por mim. Mas nem de longe sonhei que seria amor. Pela primeira vez em muitos anos eu me sentia plenamente feliz. Tinha de volta a minha irmã e era amado pela mulher que eu amava. Olhei mais uma vez seu rosto de bebê, adormecido. Eu teria que falar com Marcos o mais rápido possível. Não poderia arriscar uma gravidez agora. Nossa vida juntos não poderia começar dessa maneira. Levantei-me e desci para fazer o café. Já se passava das oito da manhã. Daqui a pouco Bernardo entraria em contato. Tudo tinha que dar certo. Eu rezava para que Billy não tivesse cismado de deter Carla e Sophia em casa, ou tudo ficaria mais complicado. Eu teria que pensar o que fazer depois, afinal Sophia e Carla não poderiam ficar aqui pra sempre. Estava perdido em meus pensamentos, encostado na pia da cozinha e demorei a perceber a presença de Lua a porta. Ela me olhava, como se não soubesse como agir, depois de tudo o que fizemos e dissemos há poucas horas atrás. Abri meus braços pra ela, que imediatamente correu e se aninhou ali. 

- Bom dia. 

- Bom dia, princesa. Já ia te acordar. Sente-se aqui. Vamos tomar nosso café. 

Ela se sentou e se serviu. 

- Já tem alguma notícia? 

- Ainda não. Bernardo não ligou. Mas está cedo ainda. 

Ela segurou minha mão sobre a mesa. 

- Está ansioso, não está? 

- Um pouco. 

- Eu também estou. Morro de saudades das duas. 

- Deu pra perceber que Carla gosta muito de você. 

- Eu também a adoro. 

- É bom que as cunhadas se dêem bem. 

Lua ficou vermelha, mas antes que pudesse dizer alguma coisa Bernardo ligou. 

- Fale, Bernardo. 

- As coisas complicaram um pouco, Arthur. Billy só permitiu que as garotas saíssem se fossem com um segurança. 

-Acompanhadas por um segurança? Têm que dar um jeito de despistá-lo, Bernardo. 

-Elas estão com medo, Arthur. 

- Tenho que pensar em algo então, Bernardo. 

Lua fez um sinal de que queria falar. 

- Bernardo? Lua irá falar com você. 

- Bernardo? Ligue para Carla novamente e dê o seguinte conselho para ela: Que elas digam que querem ir ao shopping. Façam algumas compras e depois vão ao banheiro. O segurança não poderá entrar. Elas têm que dar um jeito de se disfarçar... Peruca, roupas, sei lá. Soph é ótima para essas coisas. Ou então suborne as faxineiras, usem as roupas delas, qualquer coisa. 

Eu olhava pra Lua, assombrado. Nunca a vi fazendo uma coisa dessas. Devolveu-me o celular. 
- Bernardo? 

- Caramba, Arthur... Essa Lua é maquiavélica. 

Eu ri. 

-É a minha garota, Bernardo. Mantenha-me informado, Bernardo. 

Lua comia tranquilamente sua torrada, me olhando. 

- O que foi, Arthur? 

-Obrigado. Por me ajudar. 

Ela sorriu. 

-Eu amo você, esqueceu? 

- Não. Não me esqueci. E acho que merece um presentinho por isso. 

- Que tipo de presentinho? 

- Hum... Que tal mais alguns carinhos, alguns beijos... 

Levantei-a da cadeira, carregando-a em meus braços. 

- E tudo o mais que minha princesa desejar. 

- Eu só desejo a você, Arthur. 
Creditos: Elly Martins


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