CAPÍTULO 11 Parte 2- MEU DOM
Prontamente obedeci. Suas mãos afastaram meus joelhos e
seu dedo deslizou em meu sexo. Fechei meus olhos e arqueei meu corpo. Ele me
beijou delicadamente, diretamente no meu clitóris e eu agarrei os lençóis,
quase arrancando-os da cama. Movimentava-se lentamente dentro de mim, quase me
fazendo ter um AVC. Então ele me lambeu e eu gritei. Lambia, mordia... E lambia
novamente. E a cada vez que fazia isso eu sentia como se todo o ar fugisse dos
meus pulmões. Arthur mordiscou levemente meu clitóris e eu implorei, quase
chorando.
- Arthur... Por favor... Eu preciso de você...
Dentro...
Mas ele nem parecia me ouvir, continuou me chupando,
mordendo... Desceu pelas minhas coxas e depois cobriu meus seios com sua boca.
Seus dedos deslizaram pra dentro de mim.
- Goza pra mim, bebê.
Graças aos céus... Eu explodi, estremecendo, prendendo
seus dedos dentro de mim. Ele ainda me deu alguns beijos nos seios e se
levantou.
- Aonde você vai?
- Para o meu quarto.
- O que? Não... Arthur... Você...
-Boa noite, bebê.
- MALDITO!
Eu gritei... Isso não era o bastante pra mim. Eu
necessitava de Arthur como necessitava de ar. Pelo jeito ele não iria voltar
mesmo. Mas meu corpo cansado devido aos três orgasmos sucumbiu ao sono. Difícil
era dormir naquela posição, mas eu o fiz. Acordei nem sei quanto tempo depois
com a boca de Arthur sobre a minha. Seu membro duro colado em minha coxa.
- Arthur?
- Quem mais poderia ser, bebê? Sou o único homem em sua
vida agora.
- Sim... Sou sua.
Ele riu e se desvencilhou de mim. Maldito filho da
puta. Ia começar a tortura de novo? Quando o vi sorrir docemente com o chicote
giratório nas mãos eu tive a confirmação que começaria tudo outra vez.
- Com medo?
- Não.
- Não tem medo que eu machuque você?
- Eu... Confio em você.
O chicote desceu bem no meu sexo, ardendo em meu
clitóris. Mas não houve dor. Desceu mais três vezes sobre meu sexo e eu já me
contorcia e pedia por mais.
- Meu Deus, bebê... Você é perfeita...
Seu corpo cobriu o meu e ele levantou meus quadris com
suas mãos fortes.
Seu membro deslizou lentamente pra dentro de mim, seus
olhos presos em mim. Eu gemi alto.
- Arthur...
Parecia que faziam meses que eu não o tinha em meu
corpo. Ele se movia lentamente, mas já estava sem fôlego. Segurou mais firme em
meus quadris e empurrou com toda sua força. Nós dois gritamos.
- Porra... Rebola pra mim, bebê.
Eu elevei meus quadris e ele meteu com força. Ele saiu
um pouco e entrou novamente. Saiu novamente e entrou com toda força. Eu forcei
meus braços... Queria sentir sua pele, seus músculos. Plantei meus pés, graças
a Deus livres, sobre o colchão e meus quadris se chocaram com os dele. O suor
brotava em seu rosto e Arthur impulsionava cada vez mais forte e rápido dentro
de mim. Eu gemia... Um gemido misturado a um choramingo... Eu queria, eu
NECESSITAVA gozar agora... Nele.
- Vem comigo, neném...
Seu corpo tremia enquanto se derretia dentro de mim. Eu
senti como se meu corpo fosse arremessado pra longe dali. Enquanto sua
respiração voltava ao normal, Arthur me beijava suavemente.
- Ainda tem alguma dúvida de que é minha?
- Nunca tive essa dúvida.
Muito delicadamente Arthur tirou as algemas.
- Seu braço precisa descansar um pouco.
- Vai dormir aqui comigo?
- Não.
- Por que não?
- Eu não planejo dormir, Lua. Não essa noite.
Desavergonhada, safada, vadia... Ainda bem que meus
pais não estavam vivos para ver isso. Eu já me sentia em chamas de novo, só por
achar que entendi o que ele quis dizer. Nada parecia ser suficiente para mim
nessa noite. Observei Arthur colocar as algemas sobre a cama e se afastar. A
bunda perfeita só perdia para sua comissão de frente. Deu água na boca só de
pensar isso. Arthur sentou-se na poltrona de frente pra mim. Seu olhar era
luxuriante e seu corpo lânguido era tão sexy e selvagem quanto um
guepardo.
-Toque-se pra mim, Lua.
Creditos: Elly
Martins



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