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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 11 Parte 3- MEU DOM



Nem eu sabia do que eu era capaz. Sentei-me na cama de frente pra ele, totalmente aberta, visível para Arthur. Toquei meus seios e ele sorriu. Desci mais minha mão e me penetrei com um dedo. Arthur ergueu a sobrancelha, debochado. Coloquei mais um dedo. Ele balançou a cabeça. Porra... Três dedos e eu gemi. Fechei meus olhos enquanto investia meus dedos dentro de mim. Deixei meu corpo ser levado pelo tesão, pelo desejo. Rebolei meus quadris, mas meus dedos sequer causavam um décimo do que Arthur me proporcionava. Abri meus olhos e arfei. Arthur me encarava, mordendo os lábios, as mãos massageando seu membro, em um movimento altamente erótico. Sem ao menos perceber, coloquei-me de pé. Mas parei indecisa, sem saber o que Arthur diria. 

- Sabe que pode tudo, neném. 

Ah... Merda... Era agora que eu iria morrer, com certeza. Aproximei-me dele e praticamente cai de joelhos a sua frente. Olhei em seus olhos antes de cair de boca em seu membro. Arthur gemeu alto e segurou minha cabeça. Eu queria poder engoli-lo por inteiro. Queria achar uma fórmula para te-lo sempre dentro de mim, em meu sexo, em minha boca, em qualquer lugar... Desde que estivesse dentro de mim. Sugava com força e mordiscava na saída. Arthur remexia sob minha boca. Eu não suportei mais. 

- Eu preciso disso...

Resolvi provocar. 

- Senhor Aguiar. 
Arthur me puxou com tanta força que cai sobre ele, seu membro se enterrando dentro de mim de uma vez só. Nós dois gritamos. Posicionei minhas pernas ao lado dos seus quadris e comecei a me movimentar. Minhas mãos em seus ombros me ajudavam no impulso. Arthur erguia seus quadris, querendo se enfiar mais e mais dentro de mim. Seus braços envolviam fortemente minha cintura. Uma fina camada de suor cobria seu rosto... Estávamos mais do que prontos. 

-Agora, bebê. 

Meu gozo veio de forma violenta, quase selvagem. Arthur parecia sentir o mesmo. Sua mão desceu com força sobre minha bunda enquanto seu sêmen me invadia. Eu respirava em arquejos. Arthur tirou alguns fios do meu cabelo que grudavam no suor do meu rosto. 

- Respira, neném. 

Nem pra isso eu tinha forças. Poderia morrer ali e morreria feliz. Não tinha mais força pra nada. Mas Arthur tinha. Colocou-me na cama e acendeu um pequeno recipiente. Um cheiro inebriante penetrou no quarto. Arthur ficou alguns minutos e voltou em seguida. Deus do céu... O que Arthur iria fazer agora? Antes que eu formulasse qualquer pensamento coerente, Arthur me tirou da cama e levou-me ate a banheira. Fui envolvida pela água morna e pela espuma que cobria meu corpo. As mãos de Arthur trabalharam em cada centímetro da minha pele. Ele fazia questão de não quebrar nosso contato visual. Mas eu fechei meus olhos quando sua mão alcançou meu sexo, friccionando-o. Instintivamente abri minhas pernas, mas a voz de Arthur me deteve. 

- Vou mudar o castigo se continuar a gozar sem minha permissão, bebê. Abri meus olhos. 

- O que fará? 

- Ficará sem sexo. 

- Não...

Eu gemi e ele riu. Sem nenhum esforço me tirou da banheira e me levou até a cama. Eu me arrepiava só de senti-lo secando meus cabelos. 

- De bruços na cama, neném. 

Deitei-me o rosto virado na direção em que estava o recipiente que ele acendera. Agora já não havia mais fogo. Ao lado dele, um balde com gelo e champanhe que eu não percebi antes. Arthur pegou o vidro que ali estava e aproximou-o do meu rosto. O cheiro me fazia pensar coisas impublicáveis. Como se eu fosse uma boneca de pano ele ergueu meus quadris. Fiquei apoiada em meus joelhos e cotovelos. Arthur abriu um pouco minhas pernas e em seguida eu senti um liquido espesso e quente escorregar no vão da minha bunda, fazendo seu caminho do ânus ate meu sexo. 



Creditos: Elly Martins

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