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sábado, 7 de dezembro de 2013

Proposta Indecente

53° Capítulo
 

Arthur  usava de certa frieza, e Lua resolveu pôr em prá­tica o acordo fechado três semanas antes.

Com movimentos espontâneos, tirou a blusa e em seguida a calça. Agora vestia apenas calcinha, sutiã e os sapatos muito altos.

Os calçados eram um truque seu que a deixava sexy e sofis­ticada. Lua precisava estar o mais sedutora possível.

- Está usando roupas demais, Arthur .

Lua ouviu um grunhido rouco como resposta. - Imagino que você queira tirá-las...

- Ah, sim...

- Sapatos e meias.

Arthur ergueu um pé após o outro. O resto seguiu com na­turalidade: tão logo ela abriu o zíper, a bonita calça caiu ao chão.

Então, só foi preciso puxar a cueca de seda para baixo para que ele estivesse diante dela, nu e... excitado.

Arthur a observava beijando seu corpo, e seus olhos brilha­ram. Se Lua queria jogar, ele ficava felicíssimo em deixá-la no comando.

Ela começou devagar, acariciando-lhe o peito com as pontas dos dedos, escorregando-as ao longo de seu tórax, e descendo pelo abdome, concentrando seu carinho nos pêlos do baixo-ventre.

Arthur  enrijeceu os músculos quando Lua afagou-lhe a virilha e passou as mãos na parte interna de suas coxas, e sentiu a respiração acelerar com o ritmo dos afagos.

Viu-se sem fôlego à medida que as mãos dela subiam, de um jeito tão delicado que quase o fez perder o controle.

Meu Deus, ela pensou, trêmula, ousaria dar-lhe o mais ín­timo de todos os beijos? Afinal, Arthur  não havia lhe proporcionado o mesmo prazer? Por que então não deveria retribuir?

Lua pretendia levá-lo ao mais profundo êxtase, fazê-lo gemer com seu toque, perder o controle e transformar-se num ser selvagem... assim como ele fizera com ela.

Não era esse o dever de uma amante? Atender a todos os caprichos de um homem e dar-lhe todo tipo de deleite?

Em uma mistura de instinto e imaginação, movido por um ímpeto primitivo, Arthur  a puxou para um beijo ardente. Em seguida, levou-a até a cama, girou com ela em seus braços, po­sicionou-se por cima, e sentiu como Lua se contorcia à me­dida que a penetrava.

Então, pôs-se a mover-se rápido e com vigor, até que ela se arqueou ao máximo e tudo pareceu explodir. Para ambos.


cotinua





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