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sábado, 4 de janeiro de 2014

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 12 Parte 1 - MUDANÇAS DE PLANOS


Arthur POV 

Eu tinha pensado durante muito tempo no que Lua me dissera: eu era um dominador nato. De fato essa idéia começava a pipocar insistentemente em minha cabeça. Talvez também o fato de Lua ser uma submissa tão perfeita ativava ainda mais essa minha natureza, até então oculta. Mas Lua me dominava de uma outra forma. A intensidade do que eu sentia por ela me pegava cada vez mais de surpresa. Eu nem mesmo percebi quando falei que meus pais seriam seus sogros quando ela se casasse comigo! Se ela fosse esperta perceberia na hora que aquilo era um pedido de casamento. No entanto ela não dizia nada, apenas me encarava com aqueles incríveis olhos. Com uma única mão puxei-a de encontro a mim. Automaticamente ela me enlaçou pelo pescoço. 

- Fique tranquila. Meus pais não costumam morder como eu. 
- Não estou com medo. Só... 

- Só?...

- Apavorada. 

Eu ri alto. 

- Mas é uma covarde mesmo. Por que deveria estar apavorada? 

- E se eles não gostarem muito de mim? 

- Vamos ver. O que acha que acontecerá se eles não gostarem de você?

- Bom... Talvez você não queira mais... Ficar... Comigo. 

- Sei... Você acha mesmo que preciso de aprovação de alguém, Lua? Sou maior de idade. Se eu escolhi você... É com você que irei ficar. 
Ela encostou a cabeça em meu peito. 

- Deus do céu... Isso tudo é tão estranho, Arthur. 

- Confesso que também fiquei meio confuso no começo. Mas fazer o que? Aconteceu, não tem como fugir disso. 

- Eu sei. E eu também nem pensei em fugir disso, nem por um momento. Permaneci abraçado a ela, apenas sentindo seu calor, seu cheiro absurdamente excitante. 

- Posso te perguntar uma coisa, Arthur? 

- Qualquer coisa. 

- Hum...Você pretende continuar... Como digo... A fazer... Coisas comigo?

- O que quer dizer com fazer coisas? Quer dizer... 

Toquei seus seios sobre o vestido. Seus mamilos se enrijeceram no mesmo instante. 

- Fazer isso? 
Desci um pouco mais a mão e ergui seu vestido, massageando seu sexo sobre a calcinha. Ela gemeu. 

- Ou isso? 

Lua mordeu os lábios e fechou os olhos. O forte tapa que desferi em sua bunda a fez abrir os olhos pra mim. 

- Ou talvez isso? 
Lua já arfava e seu peito subia e descia deixando a visão ainda mais tentadora. Meu pau já estava duro sob a calça e segurando-a pelos quadris fiz com que rebolasse contra mim. Um gemido escapou dos meus lábios antes de falar. 

- Resumindo... Você quer saber se eu continuarei fodendo você... Se eu continuarei fazendo você gozar deliciosamente no meu pau... Se continuarei dominando você por inteiro, não é? 

- Ssim... Isso... 
Lua já estava completamente entregue. Tenho certeza que se a soltasse ela cairia no chão. Que nada... Como se fosse uma leoa ela abriu os olhos e me empurrou ate que cai sentado na poltrona. 

- Sinto muito, mas seus pais terão que esperar... 

Abaixou-se a minha frente e desceu minha calça juntamente com minha boxer. Sem tirar os olhos de mim ela passou levemente à língua na ponta e depois em toda a extensão. Eu gemi e segurei em seus cabelos. Sua boca se abriu por inteiro em meu pau e sugou, mordendo na saída. Um grunhido desesperado escapou sem que eu pudesse evitar. Lua saboreava meu pau com vontade enquanto sua mão me masturbava quase me levando a loucura. Eu tremia o tempo todo e rebolei meus quadris em sua boca. Suas unhas arranharam minhas coxas e eu gemi novamente. 

- Porra... Pare com isso... Venha aqui. 

Puxei-a para mim. 

- Tire esse vestido. Fique nua e linda pra mim. 
Ela me obedeceu e minha língua passou sobre os lábios ao ver a perfeição de sua nudez. Eu nunca vi mulher com seios mais perfeitos e deliciosos que aqueles. Grandes, firmes e rosados. Desci meu olhar e meu pau se contorceu diante da virilha totalmente depilada. Eu amava aquilo tudo. Lua segurou em seus ombros e posicionou suas pernas em volta da minha cintura. Minhas mãos imediatamente agarraram seus seios, apertando seus mamilos. Antes mesmo dela sentar-se sobre mim eu senti seu sexo escorrendo seu desejo. Sorri de excitação. O cheiro que emanava dela era enlouquecedor. 

- Está tão molhada, bebê. Quase não consigo me controlar. 

- Eu não quero seu controle, Arthur. Muito pelo contrário. 

Merda... Eu iria morrer disso. Puxei - a com força e Lua sentou com tudo em meu pau. Nós dois gememos alto, mais pela surpresa do que tudo. 

- Arthur... Ah... Meu Deus... 

- Não sou seu Deus, bebê. Sou seu homem. 

Ela sorriu e começou sua cavalgada em mim. Já começou freneticamente. Era tesão demais explodindo por todos os poros. Seus músculos me prendiam com força, enquanto eu socava com tudo meu pau dentro dela. Ao mesmo tempo minha boca parecia colada em seus seios. Lua por sua vez mordia meu pescoço e tenho certeza que ficaria marcado como o dela. Mas eu não me importei. Ela gemia agarrada a mim e isso me deixava maluco. 

- Rebola gostoso no meu pau, bebê. 

Lua estava descontrolada, rebolava freneticamente e tocava seu seio com uma das mãos. 

- Tem certeza que sou seu bebê? 

Eu ri com a insinuação. 

- Não...

Falei quase gozando dentro dela. 

- Não é meu bebê. É uma putinha safada. 
Ela gemeu alto. Gostou. E continuei. 

- Não passa de uma vadia que adora ser fodida por mim, não é? 

- Sim... Não pare. 

- Não vou parar... Vou arrombar você por inteiro e sabe do que mais? 

- Por Deus, Arthur... 

Seu corpo escorria suor e senti que ela estava quase lá. Deslizei meu dedo em seu traseiro e Lua gemeu mais alto. 

- Vou foder esse traseiro delicioso até você perder os sentidos. 

Ela explodiu junto comigo. O corpo inteiro tremendo acompanhado de sua respiração descompassada. Precisamos de um bom tempo para recuperar o fôlego. 

- Me mata de prazer, Lua. 
- Eu não me importaria se fizéssemos isso sempre. 

Eu ri. 

- Sempre que quiser, bebê. 

Lua se levantou pegando sua roupa e caminhando ate o banheiro. Parou a meio caminho. 

- Arthur? 

- Sim? 

- E não me importo se você quiser me compartilhar com seu amiguinho de novo. 

AHH... Porra... Ela queria minha morte. Sorriu e entrou no banho. Eu nem me arriscaria a ir junto. Esperei que ela saísse ainda com um sorriso safado no rosto. 

- Está mexendo num vespeiro, neném. 
- Se sente desafiado? 

- E muito. 

- Então me castiga... ADOROOOOO... 

- Ah... Bandida... Porra... Quando eu te pegar de novo, bebê. 

- A dois? A três? 

Fiz menção de ir até ela e Lua correu porta afora. Deixei passar e fui para o banho. E a merda do pau nada de abaixar. Fechei meus olhos me lembrando de instantes atrás. Eu não acreditava que estava fazendo isso. Mas estava... Masturbando freneticamente meu pau até gozar novamente gemendo o nome de Lua. Quando desci ela estava tranquilamente colocando a mesa do café. Sorriu ao me ver. 

- Tudo bem? 

- Imagina o que tive que fazer agora, no banheiro? 



Creditos: Elly Martins

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