CAPÍTULO 12 Parte 1 - MUDANÇAS DE PLANOS
Arthur POV
Eu tinha pensado durante muito tempo no que Lua me
dissera: eu era um dominador nato. De fato essa idéia começava a pipocar
insistentemente em minha cabeça. Talvez também o fato de Lua ser uma submissa
tão perfeita ativava ainda mais essa minha natureza, até então oculta. Mas Lua
me dominava de uma outra forma. A intensidade do que eu sentia por ela me
pegava cada vez mais de surpresa. Eu nem mesmo percebi quando falei que meus
pais seriam seus sogros quando ela se casasse comigo! Se ela fosse esperta
perceberia na hora que aquilo era um pedido de casamento. No entanto ela não
dizia nada, apenas me encarava com aqueles incríveis olhos. Com uma única mão
puxei-a de encontro a mim. Automaticamente ela me enlaçou pelo pescoço.
- Fique tranquila. Meus pais não costumam morder como
eu.
- Não estou com medo. Só...
- Só?...
- Apavorada.
Eu ri alto.
- Mas é uma covarde mesmo. Por que deveria estar
apavorada?
- E se eles não gostarem muito de mim?
- Vamos ver. O que acha que acontecerá se eles não
gostarem de você?
- Bom... Talvez você não queira mais... Ficar...
Comigo.
- Sei... Você acha mesmo que preciso de aprovação de
alguém, Lua? Sou maior de idade. Se eu escolhi você... É com você que irei
ficar.
Ela encostou a cabeça em meu peito.
- Deus do céu... Isso tudo é tão estranho,
Arthur.
- Confesso que também fiquei meio confuso no começo.
Mas fazer o que? Aconteceu, não tem como fugir disso.
- Eu sei. E eu também nem pensei em fugir disso, nem
por um momento. Permaneci abraçado a ela, apenas sentindo seu calor, seu cheiro
absurdamente excitante.
- Posso te perguntar uma coisa, Arthur?
- Qualquer coisa.
- Hum...Você pretende continuar... Como digo... A fazer...
Coisas comigo?
- O que quer dizer com fazer coisas? Quer
dizer...
Toquei seus seios sobre o vestido. Seus mamilos se
enrijeceram no mesmo instante.
- Fazer isso?
Desci um pouco mais a mão e ergui seu vestido,
massageando seu sexo sobre a calcinha. Ela gemeu.
- Ou isso?
Lua mordeu os lábios e fechou os olhos. O forte tapa
que desferi em sua bunda a fez abrir os olhos pra mim.
- Ou talvez isso?
Lua já arfava e seu peito subia e descia deixando a
visão ainda mais tentadora. Meu pau já estava duro sob a calça e segurando-a
pelos quadris fiz com que rebolasse contra mim. Um gemido escapou dos meus
lábios antes de falar.
- Resumindo... Você quer saber se eu continuarei
fodendo você... Se eu continuarei fazendo você gozar deliciosamente no meu
pau... Se continuarei dominando você por inteiro, não é?
- Ssim... Isso...
Lua já estava completamente entregue. Tenho certeza que
se a soltasse ela cairia no chão. Que nada... Como se fosse uma leoa ela abriu
os olhos e me empurrou ate que cai sentado na poltrona.
- Sinto muito, mas seus pais terão que esperar...
Abaixou-se a minha frente e desceu minha calça
juntamente com minha boxer. Sem tirar os olhos de mim ela passou levemente à
língua na ponta e depois em toda a extensão. Eu gemi e segurei em seus cabelos.
Sua boca se abriu por inteiro em meu pau e sugou, mordendo na saída. Um
grunhido desesperado escapou sem que eu pudesse evitar. Lua saboreava meu pau
com vontade enquanto sua mão me masturbava quase me levando a loucura. Eu
tremia o tempo todo e rebolei meus quadris em sua boca. Suas unhas arranharam
minhas coxas e eu gemi novamente.
- Porra... Pare com isso... Venha aqui.
Puxei-a para mim.
- Tire esse vestido. Fique nua e linda pra mim.
Ela me obedeceu e minha língua passou sobre os lábios
ao ver a perfeição de sua nudez. Eu nunca vi mulher com seios mais perfeitos e
deliciosos que aqueles. Grandes, firmes e rosados. Desci meu olhar e meu pau se
contorceu diante da virilha totalmente depilada. Eu amava aquilo tudo. Lua
segurou em seus ombros e posicionou suas pernas em volta da minha cintura.
Minhas mãos imediatamente agarraram seus seios, apertando seus mamilos. Antes
mesmo dela sentar-se sobre mim eu senti seu sexo escorrendo seu desejo. Sorri
de excitação. O cheiro que emanava dela era enlouquecedor.
- Está tão molhada, bebê. Quase não consigo me
controlar.
- Eu não quero seu controle, Arthur. Muito pelo
contrário.
Merda... Eu iria morrer disso. Puxei - a com força e
Lua sentou com tudo em meu pau. Nós dois gememos alto, mais pela surpresa do
que tudo.
- Arthur... Ah... Meu Deus...
- Não sou seu Deus, bebê. Sou seu homem.
Ela sorriu e começou sua cavalgada em mim. Já começou
freneticamente. Era tesão demais explodindo por todos os poros. Seus músculos
me prendiam com força, enquanto eu socava com tudo meu pau dentro dela. Ao
mesmo tempo minha boca parecia colada em seus seios. Lua por sua vez mordia meu
pescoço e tenho certeza que ficaria marcado como o dela. Mas eu não me
importei. Ela gemia agarrada a mim e isso me deixava maluco.
- Rebola gostoso no meu pau, bebê.
Lua estava descontrolada, rebolava freneticamente e
tocava seu seio com uma das mãos.
- Tem certeza que sou seu bebê?
Eu ri com a insinuação.
- Não...
Falei quase gozando dentro dela.
- Não é meu bebê. É uma putinha safada.
Ela gemeu alto. Gostou. E continuei.
- Não passa de uma vadia que adora ser fodida por mim,
não é?
- Sim... Não pare.
- Não vou parar... Vou arrombar você por inteiro e sabe
do que mais?
- Por Deus, Arthur...
Seu corpo escorria suor e senti que ela estava quase
lá. Deslizei meu dedo em seu traseiro e Lua gemeu mais alto.
- Vou foder esse traseiro delicioso até você perder os
sentidos.
Ela explodiu junto comigo. O corpo inteiro tremendo
acompanhado de sua respiração descompassada. Precisamos de um bom tempo para
recuperar o fôlego.
- Me mata de prazer, Lua.
- Eu não me importaria se fizéssemos isso sempre.
Eu ri.
- Sempre que quiser, bebê.
Lua se levantou pegando sua roupa e caminhando ate o
banheiro. Parou a meio caminho.
- Arthur?
- Sim?
- E não me importo se você quiser me compartilhar com
seu amiguinho de novo.
AHH... Porra... Ela queria minha morte. Sorriu e entrou
no banho. Eu nem me arriscaria a ir junto. Esperei que ela saísse ainda com um
sorriso safado no rosto.
- Está mexendo num vespeiro, neném.
- Se sente desafiado?
- E muito.
- Então me castiga... ADOROOOOO...
- Ah... Bandida... Porra... Quando eu te pegar de novo,
bebê.
- A dois? A três?
Fiz menção de ir até ela e Lua correu porta afora.
Deixei passar e fui para o banho. E a merda do pau nada de abaixar. Fechei meus
olhos me lembrando de instantes atrás. Eu não acreditava que estava fazendo
isso. Mas estava... Masturbando freneticamente meu pau até gozar novamente
gemendo o nome de Lua. Quando desci ela estava tranquilamente colocando a mesa
do café. Sorriu ao me ver.
- Tudo bem?
- Imagina o que tive que fazer agora, no
banheiro?
Creditos: Elly
Martins



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