CAPÍTULO 15 Parte 2- DE VOLTA À CIVILIZAÇÃO
Seu pau latejou em minha coxa. Rebolei nele, já que
minhas mãos estavam presas.
-Arthur... Deixe-me fazer uma coisa, por favor?
-Não está pensando em me algemar não é?
- Não... É só uma coisa que gostei.
- Medo...
Eu ri e me levantei, puxando-o comigo. Forcei seu corpo
contra a poltrona e ele sorriu, safado. Passei minhas unhas em seu peito e ele
gemeu escorregando mais o corpo. Desci pela barriga definida e mordi. Passei a
língua e minhas mãos massageavam as coxas rijas e másculas. Ergui meus olhos e
ele me encarava, ansioso para que eu o tomasse em minha boca. Sorri pra ele e
me levantei.
- Sem gracinhas, bebê.
-Calma, Arthur. Você é muito afoito.
Devolvi a piada. Fui ate o frigobar e peguei uma
garrafa de água bem gelada. Me abaixei novamente a sua frente.
- Pra que isso?
- Pra beber... Estou com sede...
Ele me olhou desconfiado. Abri a garrafa e levei à
boca, mas antes de beber virei-a sobre o pau dele, caindo de boca em seguida.
-Ah... Porra...
Praticamente engoli o pau dele. Segurava em sua boca e
circulava minha língua em volta dele. Ele estava gelado e estava delicioso.
Mordi de leve a cabecinha e Arthur gemeu alto. Senti seu corpo estremecendo.
Minha língua limpou todo o liquido que escapava.
-Lua... Ah... Bebê...
Levantei-me e me posicionei sobre ele. A respiração
dele era ofegante e banhava meu rosto. Segurou minha cintura com força.
- Devagar, bebê...
- Quer que eu pare?
- NÃO!
Mordeu os lábios. A expressão de seu rosto era tão
deliciosa que sentei com tudo em seu pau.
Nós dois gritamos. Seu pau entrou rasgando,
absurdamente duro. Meu sexo o envolveu, mas eu perdi o fôlego com aquilo tudo
dentro de mim. Realmente a gravidez estava me deixando mais apertada e
Arthur... Porra... Era enorme. Cavalguei nele com vontade. Arthur me apertou em
seus braços, estocando com força. Seu suor fazia seu corpo grudar ao meu.
Arthur segurou com firmeza, me impedindo de mover e rebolou dentro de mim. Meu
orgasmo veio intenso, sacudindo meu corpo, me pegando de surpresa. Arthur me
seguiu logo depois. E nem esperou meu fôlego retornar. Levantou-se comigo
atracada a ele.
-
Acho que estamos indo para o 7º round, bebê. Eu ia morrer disso. Certeza.
Creditos: Elly
Martins



*_*
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