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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 15 Parte 3- DE VOLTA À CIVILIZAÇÃO


Arthur POV 

Devo admitir que dessa vez Lua me cansou. Estava tão cansado que apaguei sem ao menos perceber. E eu que sempre tive um sono leve, dessa vez dormi o restante da noite, sem ao nem me mover na cama. Do mesmo jeito que dormi acordei: com minhas pernas entrelaçadas nas de Lua. Dei uma mordida em seu pescoço e Lua se contorceu. 

-Acorda amor... 

- Hummm... Não, Arthur. Não quero sexo agora. 

Eu ri baixinho junto ao seu pescoço e sua pele se arrepiou. 

- E quem disse que farei sexo com você? Pelo menos não agora. 

- O que é então? Me deixe dormir. 

- Vamos nadar um pouco, vem. Vai fazer bem pra você e para o bebê. 

- Não quero...

Levantei-me e puxei o cobertor que cobria seu corpo. 

- Deixe de fazer corpo mole. 

- Aiinnnn... Arthur. E você deixe de ser carrasco. 

- Ai... Que garotinha melindrosa. Vem, meu anjo... Eu te ajudo com essa lombeira toda. 

Fui até o banheiro e enchi a banheira e só então a tirei da cama. Soltou um gemido quando sentiu a água morna em contato com sua pele. 

- Muiiiito bom... 

Entrei junto com ela me posicionando atrás do seu corpo. 

- Viu só? Melhor do que aquela cama. 

- Tenho que admitir que tem razão. 

Tomei um banho rápido e logo sai da banheira. Lua me olhou confusa. 

- Falou sério quando disse que não faria sexo? 

- Achou que estava mentindo? 

- Sim. 

Ri alto. 

- E era isso que a senhorita queria, não é? 

O rubor em seu rosto respondeu por ela mesma. 

- Nós vamos nadar sua ninfomaníaca. E dessa vez usará um biquíni, é claro. 

É ruim que eu iria deixar Lua nadar nua com meus irmãos por ai. Arthur com certeza faria alguma gracinha. E eu por mais que não demonstrasse estava com os nervos à flor da pele 
- É incrível esse lugar. A água está tão quente... 

-E é sempre assim, o ano todo. 

Lua e eu estávamos na água, abraçados, seu corpo de frente ao meu. 

- Sabe que estou louco para ver essa barriguinha crescendo? 

- Será que vou ficar muito feia, Arthur? 

- Existe essa chance? Será que você consegue ficar feia? 

Lua riu e me beijou. 

- Você é suspeito para falar. 

- Só porque sou apaixonado por você? 
- Também... Mas principalmente porque é um mentiroso de mão cheia. 

Eu gargalhei, mas depois fiquei serio. 

- Vai se casar comigo, não vai? 

- Eu te amo, Arthur. O que mais quero é estar com você. 

Ficamos abraçados... Curtindo, apenas. Afinal ainda tínhamos uma batalha pela frente. E muitas vezes o tempo era nosso inimigo, implacável. Simplesmente voava quando o que mais queríamos era que ele parasse. 


Creditos: Elly Martins

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