O4.Parte 3
Mais forte.
Gemidos. Suor. Conexão. Gritos. Prazer. Paixão. Fogo. Ardendo, queimando. Explodindo.
-Você é minha e só minha. pequena . – ele falou, quando chegou ao ponto alto do prazer.
- Tesoro! – sussurrou, apertando a barriga dele, quando o ápice lhe atingiu.
Ela caiu cansada em seu peito. Respirando fundo. Dois corpos suados e satisfeitos.
Gemidos. Suor. Conexão. Gritos. Prazer. Paixão. Fogo. Ardendo, queimando. Explodindo.
-Você é minha e só minha. pequena . – ele falou, quando chegou ao ponto alto do prazer.
- Tesoro! – sussurrou, apertando a barriga dele, quando o ápice lhe atingiu.
Ela caiu cansada em seu peito. Respirando fundo. Dois corpos suados e satisfeitos.
We can be two
rebels breakin' the rules me and you, you and I.
Nós podemos ser dois rebeldes quebrando as regras. Eu e você. Você e eu.
Nós podemos ser dois rebeldes quebrando as regras. Eu e você. Você e eu.
- Ai! – ela reclamou.
- Você devia ter me dito que
estava baleada! – o tom de voz dele era um tanto furioso.
Ambos estavam no apartamento
dele, já que o dela estava sendo vigiado. Ele estava limpando o ombro dela, que
estava infeccionado.
- Foi de raspão, seu exagerado.
E eu nem senti!
- Você é totalmente louca! –
falou, olhando minuciosamente o ombro.
- É uma tentação te ter tão
perto... – ela falou baixinho e ele revirou os olhos.
- Nem vem sua tarada! – ela
gargalhou, mas não deu tempo de responder, o celular dela tocava naquele exato
momento. Não ia atender, mas quando viu quem chamava soltou um belo e enorme
sorriso.
- Pois não?
- Sua vadia, desgraçada. Eles
eram os meus melhores homens!
- Sério? Você devia fazer uma
seleção melhor... Eles eram lentos demais. Matei fácil...
- Vagabunda! – falou com raiva –
Você está com o promotor, não está?
- Isso realmente te interessa? –
o silencio pairou e ela sorriu – Mas sim, ele está comigo agora. Eu sou meio...
Possessiva com minhas vitimas. São minhas? Eu mato. Você se envolveu onde não
foi chamado, então agüente as conseqüências.
- Ok, onde não fui chamado...
Então você pretende matá-lo?
- Eu estava tentando fazer isso
até você resolver se meter!
- Então podemos fazer um acordo?
- Diga.
- O resto do dinheiro estará depositado
na sua conta segunda-feira, se você matá-lo, é claro.
- E se não...?
- Se não... Morre ele e você! –
ela engoliu em seco e arregalou os olhos – Trato feito? – perguntou depois do
silencio dela.
- Trato feito! – falou com
extrema convicção. E sem esperar mais nada, desligou.
Arthur lhe olhava totalmente confuso. Ela soltou um suspiro,
lhe encarando pesadamente. O olhar estava frio, severo. E ele estranhou ainda
mais.
- Cazzo! – ela suspirou.
- O que houve?
- Você vai morrer!
- Lua... Do que você está falando?
- Estou falando que você vai morrer. Scusa... Mas eu preciso te matar!
- Você usa drogas? – ele perguntou um pouco alterado.
- Se... Se eu não te matar... – pegou o rosto dele, fazendo-o encarar-lhe. E lá estava o mesmo olhar que ele sabia que era o dela – Morre eu e você!
- Você só pode estar brincando!
- Não estou. Até segunda, eu tenho que te matar, tesoro!
- Mas você falou que não conseguia... – ele falou num fio de voz.
- Pois é... Veja só como as coisas mudam. Agora eu terei que conseguir! – falou num tom de voz mais frio que o gelo.
Tão frio que o fez estremecer.
Oh, ele sabia que não devia ter confiado nela. Era perigoso demais.
Cazzo: tipo amaldiçoando, como se tivesse dizendo ‘merda’.
- Cazzo! – ela suspirou.
- O que houve?
- Você vai morrer!
- Lua... Do que você está falando?
- Estou falando que você vai morrer. Scusa... Mas eu preciso te matar!
- Você usa drogas? – ele perguntou um pouco alterado.
- Se... Se eu não te matar... – pegou o rosto dele, fazendo-o encarar-lhe. E lá estava o mesmo olhar que ele sabia que era o dela – Morre eu e você!
- Você só pode estar brincando!
- Não estou. Até segunda, eu tenho que te matar, tesoro!
- Mas você falou que não conseguia... – ele falou num fio de voz.
- Pois é... Veja só como as coisas mudam. Agora eu terei que conseguir! – falou num tom de voz mais frio que o gelo.
Tão frio que o fez estremecer.
Oh, ele sabia que não devia ter confiado nela. Era perigoso demais.
Cazzo: tipo amaldiçoando, como se tivesse dizendo ‘merda’.
Fórum, segunda-feira. 17horas.
E lá estava ela, sentada a uma mesa em uma lanchonete que ficava de frente ao prédio, tomando um suco. Com seus óculos escuros cobrindo-lhe os olhos e uma peruca negra cobrindo o cabelo Claros.
Tinha um dispositivo em suas mãos, semelhante a um botão. Possuía um sorriso sínico pintado em seus lábios, como sempre.
Esperou durante alguns minutos. Até que o viu passar pelo portão. Também tinha óculos escuros nos olhos, vestia o mesmo terno impecável de sempre e estava de cabeça baixa, mexendo no seu celular.
Observou atentamente enquanto ele destravava o C4Pallas logo em frente.
O coração acelerou. Era a hora. Assim que o viu dentro do carro, contou até dez.
Fechou seus olhos, ao apertar o botão do dispositivo que estava em suas mãos.
A explosão foi imediata. Restos de latas e fogo. Foi o que restara de Arthur e o carro. Ela ficou encarando aquilo por alguns instantes, enquanto a gritaria começava a se apossar da rua, o amontoado de gente já estava se aproximando.
Ela jogou uma note de dez euros em cima da mesa e saiu dali, rapidamente.
Mais um trabalho cumprido. O mais difícil deles.
Pegou seu celular e discou o numero de Matteo.
- Pronto. Trabalho feito. Liga sua televisão, daqui a pouco aparece a noticia.
- Que maravilha. Seu dinheiro já está depositado.
- Ótimo! – e sem mais delongas, desligou. Como sempre fazia.
Creditos:
Roberta Cabral



Será que ela matou mesmo o Arthur? Aaaaa posta mais pf
ResponderExcluir(Fer)
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ResponderExcluireduarda
matou nada.
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