Cap 20 parte 2
Foi aí que eu comecei a chorar mesmo. Com certeza alguma coisa
aconteceria comigo, mas eu não sabia o que era. Eu acenei positivamente, e ele
deixou a casa, sã e salvo, graças a Deus.
Eu não falei nada. Peguei o roupão em cima da mesa, ainda chorando e ele ficou lá, me olhando:
Arthur: Vejo que se divertiu bastante na minha ausência!
Falou isso e passou por mim, caminhando para o interior da casa.
Eu não tinha idéia do que fazer, do que falar ... Eu tinha traído e ele tinha me pego no flagra.
Eu fiquei um tempo lá, até me recuperar e parar de chorar. Eu tinha que ser inteligente o suficiente e dar um jeito de sair imediatamente daquela situação.
Eu não falei nada. Peguei o roupão em cima da mesa, ainda chorando e ele ficou lá, me olhando:
Arthur: Vejo que se divertiu bastante na minha ausência!
Falou isso e passou por mim, caminhando para o interior da casa.
Eu não tinha idéia do que fazer, do que falar ... Eu tinha traído e ele tinha me pego no flagra.
Eu fiquei um tempo lá, até me recuperar e parar de chorar. Eu tinha que ser inteligente o suficiente e dar um jeito de sair imediatamente daquela situação.
Eu subi imediatamente, tomei um banho ligeiro e vesti uma
camisola de seda rosa claro. O pior tinha passado, uma hora dessas ele já
deveria estar mais calmo, mas de qualquer maneira, ele deve ter ficado muito,
muito******com o que viu, e não era pra menos.
Eu fui até a porta do quarto dele e bati duas vezes na porta. Sem resposta nenhuma. Então eu resolvi entrar assim mesmo.
Dei uma olhava em volta, e vi que não tinha ninguém, mas antes que eu deixasse o quarto, ele me chamou:
Arthur: Estou aqui!
A voz vinha da sacada, e eu respirei fundo e caminhei até lá. Ele estava de roupão e com um copo de uísque, debruçando olhando o jardim da casa:
Lua: Arthur, eu acho que a gente precisa conversar, não é?
Disse, falando baixo e me posicionando do lado dele, olhando para ele, mas ele permaneceu olhando pra frente, sem me dar muita bola:
Arthur: É, precisamos conversar!
Eu fui até a porta do quarto dele e bati duas vezes na porta. Sem resposta nenhuma. Então eu resolvi entrar assim mesmo.
Dei uma olhava em volta, e vi que não tinha ninguém, mas antes que eu deixasse o quarto, ele me chamou:
Arthur: Estou aqui!
A voz vinha da sacada, e eu respirei fundo e caminhei até lá. Ele estava de roupão e com um copo de uísque, debruçando olhando o jardim da casa:
Lua: Arthur, eu acho que a gente precisa conversar, não é?
Disse, falando baixo e me posicionando do lado dele, olhando para ele, mas ele permaneceu olhando pra frente, sem me dar muita bola:
Arthur: É, precisamos conversar!
Lua: O que aconteceu na piscina...
Arthur: Eu vi o que aconteceu lá. Não precisa me lembrar daquilo.
Lua: Eu fui fraca, sei lá. Mas você sumiu, não deu noticias...
Arthur: Aí você chamou outro pra fazer o papel de seu marido por uma noite?
Lua: Claro que não! Mas eu fiquei com...ciúmes da Giovanna.
Arthur: Giovanna? – ele me olhou.- O que ela tem a ver com isso?
Lua: Ela disse que você escolheria ela à mim, que ela é muito mais importante na sua vida do que eu.
Arthur: Você é minha esposa, Lua. Como ela pode ser mais importante?
Lua: Eu não sei, Arthur...Me diz você. Você fica até de cueca na frente dela!
Arthur: Mas é com você que eu me deito todas as noites. É você que eu escolhi pra isso. É por você que eu volto todas as noites pra casa. Porque você é a minha mulher...Ou melhor, era!
Lua: Como assim, ‘era’?
Ele finalizou entre um gole e outro:
Arthur: Vou lhe dar o divórcio!
Arthur: Eu vi o que aconteceu lá. Não precisa me lembrar daquilo.
Lua: Eu fui fraca, sei lá. Mas você sumiu, não deu noticias...
Arthur: Aí você chamou outro pra fazer o papel de seu marido por uma noite?
Lua: Claro que não! Mas eu fiquei com...ciúmes da Giovanna.
Arthur: Giovanna? – ele me olhou.- O que ela tem a ver com isso?
Lua: Ela disse que você escolheria ela à mim, que ela é muito mais importante na sua vida do que eu.
Arthur: Você é minha esposa, Lua. Como ela pode ser mais importante?
Lua: Eu não sei, Arthur...Me diz você. Você fica até de cueca na frente dela!
Arthur: Mas é com você que eu me deito todas as noites. É você que eu escolhi pra isso. É por você que eu volto todas as noites pra casa. Porque você é a minha mulher...Ou melhor, era!
Lua: Como assim, ‘era’?
Ele finalizou entre um gole e outro:
Arthur: Vou lhe dar o divórcio!
Eu petrifiquei. Depois de tanto tempo, ele finalmente me deixaria livre.
Mas ao invés de ficar feliz com a notícia, eu fiquei...triste...ou sei lá:
Lua: Como assim, Arthur? Do que você ta falando?
Arthur: É evidente que você nunca vai se encaixar no meu mundo, Lua.
Lua: Como, não? Eu to aqui, não to?
Arthur : Agora, sim! Mas a uma hora atrás você estava agarrada na boca de outro.
Eu não sabia o que dizer:
Arthur: Vou ligar pra Félix, para encaminhar os documentos. Em menos de 2 meses, você será solteira novamente.
Lua: Mas..Eu não quero me divorciar de você!
Nem eu mesmo acreditei que tinha dito aquilo.
Arthur: Não parece! E você sempre quis isso não é? Estou deixando você livre, sem brigas, sem xingamentos!
Lua: Mas eu não quero!
Arthur: Ah, é? E então toda vez que eu viajar você vai trazer seu amiguinho pra minha casa e me trair? É isso?
Lua: Isso não aconteceria se você me levasse com você!
Lua: Como assim, Arthur? Do que você ta falando?
Arthur: É evidente que você nunca vai se encaixar no meu mundo, Lua.
Lua: Como, não? Eu to aqui, não to?
Arthur : Agora, sim! Mas a uma hora atrás você estava agarrada na boca de outro.
Eu não sabia o que dizer:
Arthur: Vou ligar pra Félix, para encaminhar os documentos. Em menos de 2 meses, você será solteira novamente.
Lua: Mas..Eu não quero me divorciar de você!
Nem eu mesmo acreditei que tinha dito aquilo.
Arthur: Não parece! E você sempre quis isso não é? Estou deixando você livre, sem brigas, sem xingamentos!
Lua: Mas eu não quero!
Arthur: Ah, é? E então toda vez que eu viajar você vai trazer seu amiguinho pra minha casa e me trair? É isso?
Lua: Isso não aconteceria se você me levasse com você!
Ele parou de falar por alguns instantes, olhando fixamente para o
jardim e aquilo me irritava. Ele estava sereno, pensativo, até calmo, eu diria.
Mas no fundo, eu sabia que ele não tava bem, e eu também não tava:
Lua: Fala alguma coisa, Arthur.
Ele demorou um pouco, mas me olhou, virando apenas a cabeça pra mim:
Arthur: Falar o quê?
Lua: Eu sei lá, fala qualquer coisa. Só não fala que quer se separar de mim.
Até eu fiquei surpresa ao falar aquilo. Eu não sabia onde se escondia toda a raiva que eu sentia dele naquele momento, mas tinha a certeza de que não queria mais sair da vida dele:
Arthur: Eu não quero me separar de você. Você quer, você sempre quis.
Lua: Mas isso foi antes, foi antes de tudo, foi antes de nós.
Arthur: Que ‘nós’? Não existe ‘nós’. Existe você, o assassino do seu pai, e o seu melhor amigo. Eu não sou idiota, Lua, não me trate como um. – ele respirou fundo e completou. – Vá descansar, você deve estar cansada!
Lua: Eu não quero ir dormir, Arthur. Eu quero ficar aqui, com você! – eu disse, já começando a ficar nervosa.
Arthur: Não!
Lua: Por favor, Arthur
Arthur: Eu já disse que não!
Ele respondeu, frio e saiu da sacada, voltando para o interior do quarto. Eu não consegui me segurar por muito tempo e comecei a chorar silenciosamente. Eu não sabia dizer ao certo, se eu não estava pulando de felicidades provavelmente eu sentia sim alguma coisa por ele. Mas a nossa vida era muito complicada, eram muitos sentimentos envolvidos e eu tive seis anos para preparar minha mente contra ele. Eu me recusava sentir qualquer coisa positiva pelo cara que matou o meu pai, e o pior de tudo é que até hoje eu não sabia o motivo!
Eu respirei fundo, tentei me acalmar e também voltei para o interior do quarto, o encontrando sentado na beira da cama, com o telefone do ouvido:
Arthur: Alô? Félix?
Lua: Fala alguma coisa, Arthur.
Ele demorou um pouco, mas me olhou, virando apenas a cabeça pra mim:
Arthur: Falar o quê?
Lua: Eu sei lá, fala qualquer coisa. Só não fala que quer se separar de mim.
Até eu fiquei surpresa ao falar aquilo. Eu não sabia onde se escondia toda a raiva que eu sentia dele naquele momento, mas tinha a certeza de que não queria mais sair da vida dele:
Arthur: Eu não quero me separar de você. Você quer, você sempre quis.
Lua: Mas isso foi antes, foi antes de tudo, foi antes de nós.
Arthur: Que ‘nós’? Não existe ‘nós’. Existe você, o assassino do seu pai, e o seu melhor amigo. Eu não sou idiota, Lua, não me trate como um. – ele respirou fundo e completou. – Vá descansar, você deve estar cansada!
Lua: Eu não quero ir dormir, Arthur. Eu quero ficar aqui, com você! – eu disse, já começando a ficar nervosa.
Arthur: Não!
Lua: Por favor, Arthur
Arthur: Eu já disse que não!
Ele respondeu, frio e saiu da sacada, voltando para o interior do quarto. Eu não consegui me segurar por muito tempo e comecei a chorar silenciosamente. Eu não sabia dizer ao certo, se eu não estava pulando de felicidades provavelmente eu sentia sim alguma coisa por ele. Mas a nossa vida era muito complicada, eram muitos sentimentos envolvidos e eu tive seis anos para preparar minha mente contra ele. Eu me recusava sentir qualquer coisa positiva pelo cara que matou o meu pai, e o pior de tudo é que até hoje eu não sabia o motivo!
Eu respirei fundo, tentei me acalmar e também voltei para o interior do quarto, o encontrando sentado na beira da cama, com o telefone do ouvido:
Arthur: Alô? Félix?



Maisss um hojeee
ResponderExcluirMaissssss, posta mais hj
ResponderExcluirMais hoje pf pf ass TAISLANE
ResponderExcluirMAIS
ResponderExcluirUM HOJE PELO AMOR DE DEUS
Mais hoje pelo amor de Deus
ResponderExcluirE bye bye Tommy! <3 kkk continua please!
ResponderExcluirposta mais um hj? haha Ta lindaaa
ResponderExcluirEla mereceu.
ResponderExcluirAi meu deus no começo eu não gostava fo Arthur agora quero pedir ele em casamento!kkkkkk
ResponderExcluirTa perfeitazTa vendo Lua não deu valor agora ta ai trainfo ele na própria casa!Ai faz,eles se acertarem!To com pena do thur
posta só mais um hj
ResponderExcluirposta +++++++++++++++++
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirFaz esse Tommy sumir da vida da lua, a lua ten que conquistar o Arthur.
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