Cap 21 p.2
Eu tomei aquilo que ela disse quando passou quase uma hora e eu
ainda estava entediada. As pessoas chegavam, me cumprimentavam e falavam:
‘Nossa,você é a Lua?’ Eu já tava cansada disso, cansada da musica de enterro,
cansada daquelas pessoas que eu nunca vi na vida me tratarem como amiga de
infância, cansada de ficar sorrindo o tempo todo...aquilo não era pra mim,
definitivamente:
Lua: Eu quero ir embora, Arthur. – eu sussurrei.
Arthur: Como assim, querida? Ainda nem jantamos!
Lua: Mas eu quero ir embora agora, vou trabalhar amanhã de manhã!
Arthur: Por favor, querida...
Lua: Não! Eu quero ir embora, Arthur!
Eu o olhei fixamente, impondo minha vontade e ele sabia que não podia discutir comigo.
Arthur: Tudo bem, vamos!
Nós deixamos a casa discretamente, para que ninguém interrompesse nossa fuga. Mas ao invés de irmos para fora, estávamos indo para os fundos da casa e eu quis saber o porque:
Lua: O que ta fazendo? Pra onde vamos?
Arthur: Continue andando, querida.
Ele segurou minha mão e me guiou até um jardim tão grande que mais parecia um campo de futebol. O lugar estava completamente vazio e escuro, sem uma alma viva, apenas...um helicóptero?
Lua: Porque tem um helicóptero nos fundos dessa casa?
Arthur: Porque eu tenho uma surpresa pra você, lembra? – ele sorriu e continuamos andando até lá.
Quando chegamos até o monstruoso veículo, ele abriu a porta pra mim, e logo deu a volta e entrou também:
Lua: Quem vai pilotar isso?
Arthur: Eu! - ele me olhou e sorriu. – Coloque o cinto querida, nós vamos dar uma voltinha!
Lua: Eu quero ir embora, Arthur. – eu sussurrei.
Arthur: Como assim, querida? Ainda nem jantamos!
Lua: Mas eu quero ir embora agora, vou trabalhar amanhã de manhã!
Arthur: Por favor, querida...
Lua: Não! Eu quero ir embora, Arthur!
Eu o olhei fixamente, impondo minha vontade e ele sabia que não podia discutir comigo.
Arthur: Tudo bem, vamos!
Nós deixamos a casa discretamente, para que ninguém interrompesse nossa fuga. Mas ao invés de irmos para fora, estávamos indo para os fundos da casa e eu quis saber o porque:
Lua: O que ta fazendo? Pra onde vamos?
Arthur: Continue andando, querida.
Ele segurou minha mão e me guiou até um jardim tão grande que mais parecia um campo de futebol. O lugar estava completamente vazio e escuro, sem uma alma viva, apenas...um helicóptero?
Lua: Porque tem um helicóptero nos fundos dessa casa?
Arthur: Porque eu tenho uma surpresa pra você, lembra? – ele sorriu e continuamos andando até lá.
Quando chegamos até o monstruoso veículo, ele abriu a porta pra mim, e logo deu a volta e entrou também:
Lua: Quem vai pilotar isso?
Arthur: Eu! - ele me olhou e sorriu. – Coloque o cinto querida, nós vamos dar uma voltinha!
Eu engoli seco, e temi, sim eu temi. Por mais gentil que ele
parecia ser comigo, a idéia de entrar escondida num helicóptero era
assustadora. O que será que ele ia fazer? Eu não sabia, mas logo ia
descobrir.
Ele colocou um fone enorme do ouvido e mexeu em alguns botões de controle e imediatamente o bicho começou a ligar e logo a deixar o solo.
O mais inacreditável, era que ninguém, absolutamente ninguém na festa viu nada, nem ao menos um helicóptero daquele tamanho no jardim.
Eu fiquei em silencio todo o trajeto, e ele também, olhando fixamente para frente. Agora que eu conhecia um pouco do Arthur, era cada vez mais difícil vê-lo como um assassino em série, ele era sempre tão amoroso e gentil, que eu cheguei a duvidar se ele tinha mesmo matado meu pai:
Arthur: Feche os olhos!
Lua: O quê? – o barulho do motor era muito alto.
Arthur: Feche os olhos!
Ele ordenou, e eu o fiz.
Poucos minutos depois eu pude sentir que o helicóptero estava pousando.
Arthur: Venha, me dê sua mão.
Lua: Onde você ta?
Arthur: Estou do seu lado.
Ainda com os olhos fechados, eu procurei a mão dele e logo achei. A segurei com firmeza e desci, mas quase cai ao sentir o chão em falso:
Lua: O que é isso?
Arthur: É areia.
Lua: Então tira meus saltos.
Eu pedi ainda de olhos fechados e imediatamente eu pude sentir as mãos leves dele tirar meus sapatos.
Lua: Onde a gente ta?
Arthur: Você vai ver!
Ele colocou um fone enorme do ouvido e mexeu em alguns botões de controle e imediatamente o bicho começou a ligar e logo a deixar o solo.
O mais inacreditável, era que ninguém, absolutamente ninguém na festa viu nada, nem ao menos um helicóptero daquele tamanho no jardim.
Eu fiquei em silencio todo o trajeto, e ele também, olhando fixamente para frente. Agora que eu conhecia um pouco do Arthur, era cada vez mais difícil vê-lo como um assassino em série, ele era sempre tão amoroso e gentil, que eu cheguei a duvidar se ele tinha mesmo matado meu pai:
Arthur: Feche os olhos!
Lua: O quê? – o barulho do motor era muito alto.
Arthur: Feche os olhos!
Ele ordenou, e eu o fiz.
Poucos minutos depois eu pude sentir que o helicóptero estava pousando.
Arthur: Venha, me dê sua mão.
Lua: Onde você ta?
Arthur: Estou do seu lado.
Ainda com os olhos fechados, eu procurei a mão dele e logo achei. A segurei com firmeza e desci, mas quase cai ao sentir o chão em falso:
Lua: O que é isso?
Arthur: É areia.
Lua: Então tira meus saltos.
Eu pedi ainda de olhos fechados e imediatamente eu pude sentir as mãos leves dele tirar meus sapatos.
Lua: Onde a gente ta?
Arthur: Você vai ver!
Ele segurou minha cintura e começou a me guiar lentamente. A areia
era fina e macia, como um uma praia.
Nós ainda continuamos andando por poucos minutos, até ele finalmente me parar, encostar o corpo atrás do meu e tapar meus olhos com as duas mãos:
Arthur: Alguns homem procuram a vida inteira por uma única mulher à quem dar o mundo! - ele sussurrou. - E eu escolhi você!
Ele soltou as mãos e eu quando eu abri os olhos lentamente, eu tive a visão mais inacreditável que já vira, era como se eu tivesse o mundo aos meus pés.
Nós ainda continuamos andando por poucos minutos, até ele finalmente me parar, encostar o corpo atrás do meu e tapar meus olhos com as duas mãos:
Arthur: Alguns homem procuram a vida inteira por uma única mulher à quem dar o mundo! - ele sussurrou. - E eu escolhi você!
Ele soltou as mãos e eu quando eu abri os olhos lentamente, eu tive a visão mais inacreditável que já vira, era como se eu tivesse o mundo aos meus pés.
A lua estava tão perto de mim que eu pensei que se esticasse o braço, eu
poderia toca-la. E mais tinha à minha frente, só água e a lua, era lindo,
extremamente lindo:
Lua: Arthur...
Arthur: É um fenômeno raro. A lua está mais próxima da terra hoje, e eu quis trazer você aqui pra ver de perto.
Lua: É lindo! – eu não tinha palavras, estava radiante.
Ele me abraçou por trás, e sussurrou bem perto do meu ouvido:
Arthur: Eu vou te fazer a mulher mais feliz desse mundo, Lua.
Meus olhos encheram d’agua. Aquilo tudo era surreal, era inacreditável, era coisa de filme. Eu me virei pra ele e o olhei fixamente:
Lua: Porque ta fazendo isso, Arthur?
Arthur: Porque eu não tenho nada, nem ninguém. Eu só tenho você, e eu quero te dar tudo.
Lua: Mas eu não to te pedindo nada.
Arthur: Mas eu quero que você aceite, eu quero que você me aceite.
Lua: Te aceitar ? - eu franzi a testa.
Ele se ajoelhou diante de mim, e eu continuei lá, estática. Segurou minha mão esquerda e me olhou nos olhos. Ah, aqueles olhos Castanhos estavam perfeitos, brilhantes como nunca:
Arthur: Era assim que eu deveria ter feito a 6 anos atrás. – ele beijou minha mão e voltou a me olhar: - Lua, você aceita se casar comigo, dormir pra sempre do meu lado, viver pra sempre comigo, e me fazer o homem mais feliz desse mundo, de novo?
Lua: Arthur...
Arthur: É um fenômeno raro. A lua está mais próxima da terra hoje, e eu quis trazer você aqui pra ver de perto.
Lua: É lindo! – eu não tinha palavras, estava radiante.
Ele me abraçou por trás, e sussurrou bem perto do meu ouvido:
Arthur: Eu vou te fazer a mulher mais feliz desse mundo, Lua.
Meus olhos encheram d’agua. Aquilo tudo era surreal, era inacreditável, era coisa de filme. Eu me virei pra ele e o olhei fixamente:
Lua: Porque ta fazendo isso, Arthur?
Arthur: Porque eu não tenho nada, nem ninguém. Eu só tenho você, e eu quero te dar tudo.
Lua: Mas eu não to te pedindo nada.
Arthur: Mas eu quero que você aceite, eu quero que você me aceite.
Lua: Te aceitar ? - eu franzi a testa.
Ele se ajoelhou diante de mim, e eu continuei lá, estática. Segurou minha mão esquerda e me olhou nos olhos. Ah, aqueles olhos Castanhos estavam perfeitos, brilhantes como nunca:
Arthur: Era assim que eu deveria ter feito a 6 anos atrás. – ele beijou minha mão e voltou a me olhar: - Lua, você aceita se casar comigo, dormir pra sempre do meu lado, viver pra sempre comigo, e me fazer o homem mais feliz desse mundo, de novo?



hiiiiiiiiiiiiiiiiiii
ResponderExcluiraggora sim
sera que ela vai aceitar
posta maissssssssssssssssssssssssss
ssssssssssssssssssssss
s
s
s
s
s
s
s
s
Posta mais hoje eu vou morrer ASS TAISLANE
ResponderExcluirxenten que lindo!!! c:
ResponderExcluirLindoo de mais perfeito
ResponderExcluir+++++++++++++++++++++++++++++++
ResponderExcluirEsse plano todo de vingança da Lua já era, se o que ele está demonstrando for verdade msm, ele ta mega apaixonado por ela, e ela por ele tbm, pq no dia q ele disse que se separaria dela a mesma não aceitou, e eu acredito q não seja só pra fikar perto dele pra descobrir mais e mais, ela realmente ficou desesperada, pela vida dela, e do Tommy e tbm pq ela ama ele e talvez ainda não tenha percebido!
ResponderExcluirAwnnnn perfect!
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
ResponderExcluir+++++++++
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