Cap 22 p.5
O clima frio da Califórnia imperava naquela manhã, me dando a certeza de
que o inverno seria intenso naquele ano. Não chovia e nem fazia sol, era aquele
tempo nublado, feio, com correntes de ar pesadas e gélidas, eu gostava.
Era bem melhor do que o sol escaldante da região.
Eu acordei com o vento gelado entrando pelas janelas do quarto, que não foram fechadas na noite anterior.
Eu olhei para a cômoda e o relógio marcava sete e meia da manha, e como já era de se esperar, Arthur não estava mais na cama.
Na noite passada, ficamos por mais poucos minutos na praia e logo em seguidos voltamos pra casa.
O helicóptero pousou no jardim da mansão e um piloto já estava na casa, para leva-lo embora. Nós tomamos um banho juntos, e depois dormimos rapidamente.
Arthur: Você poderia me ajudar com isso?
Eu olhei para ele, que estava em pé perto da cama, tentando colocar a gravata:
Arthur: Eu nunca acerto.
Eu ri e me levantei da cama, com boa vontade.
Caminhei sorrindo até ele, e comecei a ajeitar:
Lua: O que seria de vocês pobres homens, sem nós. – eu ri.
Arthur: Confesso que está certa, quem faz isso pra mim, geralmente é a Gi...
Ele percebeu o que ia falar, e logo se calou:
Lua: Mas agora, a sua esposa está aqui para te ajudar. – eu sorri e terminei de dar o nó.
Arthur: E eu não escolheria alguém melhor.
Ele também sorriu e me puxou suavemente para perto dele:
Arthur: Você está incrivelmente linda esta manhã, Sra. Aguiar.
Era bem melhor do que o sol escaldante da região.
Eu acordei com o vento gelado entrando pelas janelas do quarto, que não foram fechadas na noite anterior.
Eu olhei para a cômoda e o relógio marcava sete e meia da manha, e como já era de se esperar, Arthur não estava mais na cama.
Na noite passada, ficamos por mais poucos minutos na praia e logo em seguidos voltamos pra casa.
O helicóptero pousou no jardim da mansão e um piloto já estava na casa, para leva-lo embora. Nós tomamos um banho juntos, e depois dormimos rapidamente.
Arthur: Você poderia me ajudar com isso?
Eu olhei para ele, que estava em pé perto da cama, tentando colocar a gravata:
Arthur: Eu nunca acerto.
Eu ri e me levantei da cama, com boa vontade.
Caminhei sorrindo até ele, e comecei a ajeitar:
Lua: O que seria de vocês pobres homens, sem nós. – eu ri.
Arthur: Confesso que está certa, quem faz isso pra mim, geralmente é a Gi...
Ele percebeu o que ia falar, e logo se calou:
Lua: Mas agora, a sua esposa está aqui para te ajudar. – eu sorri e terminei de dar o nó.
Arthur: E eu não escolheria alguém melhor.
Ele também sorriu e me puxou suavemente para perto dele:
Arthur: Você está incrivelmente linda esta manhã, Sra. Aguiar.
Eu sorri, envolvendo meus braços no pescoço dele:
Lua: Obrigada, Sr. Aguiar.
Eu lhe dei um beijo e logo me afastei, caminhando diretamente para o banheiro, afim de tomar um bom banho para mais um dia de trabalho:
Lua: Querido, tem uma camisa sua aqui. – eu gritei do banheiro.
Arthur: Ah, eu esqueci. Pode pendura-la no meu armário, por favor?
Eu peguei a camisa social branca que ainda tava no cabide, e sai do banheiro procurando o armário embutido que ficava num canto do quarto.
A porta era de correr e dentro dele, as roupas deles estavam completamente organizadas, em camisas, calças e os ternos pendurados. Era quase mais arrumado do que o meu, pensei.
Eu abri os paletós para pendurar a camisa, e uma coisa me chamou muita atenção: Atrás das roupas, num canto do armário, tinha um taco de beisebol preto, mas com um detalhe brilhante na base, que me chamou bastante a atenção. Eu peguei o objeto com cuidado para que Arthur não me ouvisse, e vi uma coisa que me deixou muito, muito intrigada.
O tal detalhe brilhante, eram duas letras escritas em ouro: ‘BJ’. Mas o que significava ‘BJ’? Se estava escrito em ouro, deveria ter um significado muito importante, mas se fosse de Arthur, estaria ‘AA’, de Arthur Aguiar...
Subitamente, eu escutei passos leves se aproximando e meu coração quase pulou pra fora, me fazendo guardar aquilo no mesmo lugar rapidamente, e por pouco:
Arthur: Guardou?
Lua: Ér...Hã?
Arthur: A camisa, querida. Guardou?
Lua: Ah,sim. – Eu fechei o armário. – Vou tomar um banho, ta?
Lua: Obrigada, Sr. Aguiar.
Eu lhe dei um beijo e logo me afastei, caminhando diretamente para o banheiro, afim de tomar um bom banho para mais um dia de trabalho:
Lua: Querido, tem uma camisa sua aqui. – eu gritei do banheiro.
Arthur: Ah, eu esqueci. Pode pendura-la no meu armário, por favor?
Eu peguei a camisa social branca que ainda tava no cabide, e sai do banheiro procurando o armário embutido que ficava num canto do quarto.
A porta era de correr e dentro dele, as roupas deles estavam completamente organizadas, em camisas, calças e os ternos pendurados. Era quase mais arrumado do que o meu, pensei.
Eu abri os paletós para pendurar a camisa, e uma coisa me chamou muita atenção: Atrás das roupas, num canto do armário, tinha um taco de beisebol preto, mas com um detalhe brilhante na base, que me chamou bastante a atenção. Eu peguei o objeto com cuidado para que Arthur não me ouvisse, e vi uma coisa que me deixou muito, muito intrigada.
O tal detalhe brilhante, eram duas letras escritas em ouro: ‘BJ’. Mas o que significava ‘BJ’? Se estava escrito em ouro, deveria ter um significado muito importante, mas se fosse de Arthur, estaria ‘AA’, de Arthur Aguiar...
Subitamente, eu escutei passos leves se aproximando e meu coração quase pulou pra fora, me fazendo guardar aquilo no mesmo lugar rapidamente, e por pouco:
Arthur: Guardou?
Lua: Ér...Hã?
Arthur: A camisa, querida. Guardou?
Lua: Ah,sim. – Eu fechei o armário. – Vou tomar um banho, ta?
Eu tomei um banho rápido e escolhi um uma calça branca e uma
camisa social branca, com um Blazer também branco por conta do frio que fazia.
Me arrumei numa velocidade inacreditável e tratei de descer imediatamente,
dando de cara com Pedro, no hall:
Pedro: Bom dia, criança.
Lua: Bom dia, Pedro. Onde está Arthur?
Pedro: Ainda não desceu, você está pálida, o que aconteceu?
Lua: Não é nada, diga a ele que eu recebi uma ligação do trabalho e tive que sair as pressas. – menti.
Eu sai como uma bala daquela casa e enquanto atravessava o jardim eu procurava loucamente o meu telefone da bolsa e logo, disquei o número do Jake:
Lua: Jake?
Jake: Oi, Lua. Tudo bom?
Lua: Você já esta no escritório?
Jake: To saindo de casa agora, porque?
Lua: Porque eu precisava do laudo da perícia do caso Billy Jones.
Eu não estava acusando o Arthur, mas eu só conhecia um ‘BJ’, que era Billy Jones.
Jake: Eu estava nesse caso, esqueceu? Eu tenho a cópia do laudo aqui comigo.
Lua: Jura? Me faz um favor? Lê pra mim a causa da morte?
Eu já entrava no carro com rapidez e arranquei imediatamente:
Jake: Claro, só um momento... Ér...Pancadas por objeto não-pontudo na região frontal da cabeça. Ou seja, um monte de porrada na testa.
Eu comecei a entrar em desespero, mas tentava me controlar:
Lua: Objeto não-pontudo? Isso poderia ser o quê?
Jake: Ah, várias coisas Lua. Uma vassoura, um telefone..você ficaria surpresa com o que as pessoas usam para matar outras hoje em dia. Mas não poderia ser pedra ou vidro, porque deixaria mais indícios.
Lua: Poderia ser um taco de beisebol por exemplo?
Jake: Eu não sei, um taco de beisebol é pesado, mas dependendo da pancada, sim. Porque perguntou? Soube de alguma coisa? – ele pareceu animado.
Lua: Acho que sim! Te encontro daqui a pouco. – Eu desliguei e comecei a chorar
Pedro: Bom dia, criança.
Lua: Bom dia, Pedro. Onde está Arthur?
Pedro: Ainda não desceu, você está pálida, o que aconteceu?
Lua: Não é nada, diga a ele que eu recebi uma ligação do trabalho e tive que sair as pressas. – menti.
Eu sai como uma bala daquela casa e enquanto atravessava o jardim eu procurava loucamente o meu telefone da bolsa e logo, disquei o número do Jake:
Lua: Jake?
Jake: Oi, Lua. Tudo bom?
Lua: Você já esta no escritório?
Jake: To saindo de casa agora, porque?
Lua: Porque eu precisava do laudo da perícia do caso Billy Jones.
Eu não estava acusando o Arthur, mas eu só conhecia um ‘BJ’, que era Billy Jones.
Jake: Eu estava nesse caso, esqueceu? Eu tenho a cópia do laudo aqui comigo.
Lua: Jura? Me faz um favor? Lê pra mim a causa da morte?
Eu já entrava no carro com rapidez e arranquei imediatamente:
Jake: Claro, só um momento... Ér...Pancadas por objeto não-pontudo na região frontal da cabeça. Ou seja, um monte de porrada na testa.
Eu comecei a entrar em desespero, mas tentava me controlar:
Lua: Objeto não-pontudo? Isso poderia ser o quê?
Jake: Ah, várias coisas Lua. Uma vassoura, um telefone..você ficaria surpresa com o que as pessoas usam para matar outras hoje em dia. Mas não poderia ser pedra ou vidro, porque deixaria mais indícios.
Lua: Poderia ser um taco de beisebol por exemplo?
Jake: Eu não sei, um taco de beisebol é pesado, mas dependendo da pancada, sim. Porque perguntou? Soube de alguma coisa? – ele pareceu animado.
Lua: Acho que sim! Te encontro daqui a pouco. – Eu desliguei e comecei a chorar



TA PFT
ResponderExcluirQUERO MARATONA DE THE LITLE ANGELS
ResponderExcluirFazz maratona de the divide. pfvrrrr
ResponderExcluirGODDDDDDDDD, O THUR MATOU O BILLY? Na hr q eu vi "BJ" JÁ TINHA IMAGINADO..
ResponderExcluirOOOmg, tá demaaais essa web! *---*
ResponderExcluirPerfeitoooooooo!!! Faz uma maratona dessa webb!!
ResponderExcluirfaz maratona da web
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