Cap 23 p.1
Eu tratei de me recompor no caminho, mas foi difícil. Eu estava com o
sangue fervendo, porque eu sabia que Arthur poderia pegar no mínimo uns 20 anos
de cadeia só pela morte de Billy. Eu estava de mãos atadas, ou denuncia-lo ou
esconder esse caso, mas isso seria crime e me faria cúmplice dele, correndo
risco de também ir pra cadeia.
Eu joguei minha bolsa em cima da mesa e liguei meu computador imediatamente, e Jake chegou logo atrás de mim, também ligando o computador:
Jake: To curioso, achou alguma coisa?
Lua: Eu acho que descobri uma coisa sobre o caso de Billy Jones.
Jake: Mas eu pensei que você estivesse fechado o caso como assalto.
Lua: Eu sei disso, mas eu acho que estava errada.
Jake: Bom, então eu acho que isso faz de você uma vítima.
Lua: Do que você ta falando, Jake?
Jake: Eu estou investigando paralelamente, mortes de milionários americanos durante a alguns anos.
Lua: Paralelamente? Isso é permitido?
Jake: Não, mas eu to fazendo assim mesmo. São mortes misteriosas e o governo não faz questão de investigar profundamente. Pense comigo: Se um grande investidor do comércio americano morre, todos os poderosos do governo vão querer saber o que aconteceu, não é?
Lua: Sim...
Jake: Exatamente, mas não é assim que acontece. Eles simplesmente abafam o caso. E isso acontece muitas vezes. Por isso peguei o caso do Billy, porque é o mais recente.
Lua: Você desconfia de alguma coisa?
Jake: Uma rede de crimes. Mas é coisa grande, coisa de gente poderosa, por isso eu tenho que ter muito cuidado. Mas já tenho meus suspeitos.
Eu joguei minha bolsa em cima da mesa e liguei meu computador imediatamente, e Jake chegou logo atrás de mim, também ligando o computador:
Jake: To curioso, achou alguma coisa?
Lua: Eu acho que descobri uma coisa sobre o caso de Billy Jones.
Jake: Mas eu pensei que você estivesse fechado o caso como assalto.
Lua: Eu sei disso, mas eu acho que estava errada.
Jake: Bom, então eu acho que isso faz de você uma vítima.
Lua: Do que você ta falando, Jake?
Jake: Eu estou investigando paralelamente, mortes de milionários americanos durante a alguns anos.
Lua: Paralelamente? Isso é permitido?
Jake: Não, mas eu to fazendo assim mesmo. São mortes misteriosas e o governo não faz questão de investigar profundamente. Pense comigo: Se um grande investidor do comércio americano morre, todos os poderosos do governo vão querer saber o que aconteceu, não é?
Lua: Sim...
Jake: Exatamente, mas não é assim que acontece. Eles simplesmente abafam o caso. E isso acontece muitas vezes. Por isso peguei o caso do Billy, porque é o mais recente.
Lua: Você desconfia de alguma coisa?
Jake: Uma rede de crimes. Mas é coisa grande, coisa de gente poderosa, por isso eu tenho que ter muito cuidado. Mas já tenho meus suspeitos.
Ele não era burro, talvez era bem mais esperto do que eu, talvez até já
soubesse sobre Arthur:
Lua: Me conta tudo, Jake.
Jake: Bom, quando eu digo que é um caso grande, eu não to brincando. Homens de vários paises já morreram misteriosamente e o que liga todos esses casos, é o fato de que o governo sempre se beneficia de alguma forma. Por exemplo, - ele abriu um arquivo no computador dele. – Esse aqui é Prince Holland, um milionário colombiano que foi assassinado há dois anos atrás, e sabe que ficou com a fortuna do defunto? O governo!
Lua: Como assim? E a família dele?
Jake: Todos morreram dois meses depois, e adivinha: Todos assassinados. Até o vira-lata da família também morreu.
Lua: Jake, isso é muito grave, como é que ninguém nunca investigou isso?
Jake: O governo manda nesse mundo, Lua. Mas você tem razão, isso é muito grave, e se eu desvendar esse mistério, eu vou ficar muito, muito famoso. – ele riu.
Lua: Nossa! Eu to passada.
Jake: Eu fiz essa cara, quando eu descobri essas coisas. Mas me conta, que taco de beisebol é esse?
Lua: Eu não sei, eu achei esse taco...na mão de umas crianças essa manhã. – menti.
Jake: Crianças ? E como elas descobriram?
Lua: Disseram que acharam no lixo do outro lado da cidade. – menti.
Jake era um homem honesto, ele jamais deixaria Arthur sair livre dessa, sem chances. E por mais que eu quisesse faze-lo pagar pelo o que ele fez, ainda era cedo e eu não tinha certeza se o taco era realmente de Billy Jones.
Lua: Bom, se descobrir mais alguma coisa, me conta.
Jake: Você também, quero acompanhar esse caso de perto. – ele sorriu entusiasmado e logo se virou.
Lua: Me conta tudo, Jake.
Jake: Bom, quando eu digo que é um caso grande, eu não to brincando. Homens de vários paises já morreram misteriosamente e o que liga todos esses casos, é o fato de que o governo sempre se beneficia de alguma forma. Por exemplo, - ele abriu um arquivo no computador dele. – Esse aqui é Prince Holland, um milionário colombiano que foi assassinado há dois anos atrás, e sabe que ficou com a fortuna do defunto? O governo!
Lua: Como assim? E a família dele?
Jake: Todos morreram dois meses depois, e adivinha: Todos assassinados. Até o vira-lata da família também morreu.
Lua: Jake, isso é muito grave, como é que ninguém nunca investigou isso?
Jake: O governo manda nesse mundo, Lua. Mas você tem razão, isso é muito grave, e se eu desvendar esse mistério, eu vou ficar muito, muito famoso. – ele riu.
Lua: Nossa! Eu to passada.
Jake: Eu fiz essa cara, quando eu descobri essas coisas. Mas me conta, que taco de beisebol é esse?
Lua: Eu não sei, eu achei esse taco...na mão de umas crianças essa manhã. – menti.
Jake: Crianças ? E como elas descobriram?
Lua: Disseram que acharam no lixo do outro lado da cidade. – menti.
Jake era um homem honesto, ele jamais deixaria Arthur sair livre dessa, sem chances. E por mais que eu quisesse faze-lo pagar pelo o que ele fez, ainda era cedo e eu não tinha certeza se o taco era realmente de Billy Jones.
Lua: Bom, se descobrir mais alguma coisa, me conta.
Jake: Você também, quero acompanhar esse caso de perto. – ele sorriu entusiasmado e logo se virou.
Eu também me virei para o meu computador e resgatei um
arquivo que fora fechado a algum tempo: Billy Jones.
Eu li e reli o caso de ponta a cabeça, mas uma coisa que me fez ter certeza daquilo que eu já sabia, apareceu no depoimento de Violet Jones. Ela havia dito que pertences do falecido foram roubados, e entre os citados ela não comentou sobre um taco de beisebol, mas talvez nem ela mesma tivesse percebido o sumiço.
Já sobre o que Jake tinha me contado, eu tinha minhas dúvidas, mas era impossível determinar algo, quando não se sabe absolutamente nada sobre os negócios de Arthur Aguiar. Eu não fazia idéia do quanto poder ele tinha, e sobre o que fazia, realmente. Mas ele agia internacionalmente, isso era fato, tanto que matou meu pai, mas agora, matar milionários e roubar o dinheiro...era demais, era muita informação. Afinal de contas, porque ele mataria Billy Jones?
Eu matutava aquelas perguntas na minha cabeça, milhares de vezes. Mas era tudo impreciso: Um dia ele mata um professor pobre, outro dia ele mata um milionário do comércio, no outro o pai de uma adolescente, e depois, um milionário da internet? Mas que tipo de criminoso era ele? E pra que tipo de máfia clandestina ele trabalhava?
XxXx: EU QUERO FALAR COM ELA, AGORA!
Uma voz grave e alta roubou minha concentração, me fazendo olhar por cima do computador, afim de identificar o escandaloso:
Lua: Tommy? – eu sussurrei, o vendo discutir com o segurança.
Eu me levantei prontamente e me direcionei até eles:
Lua: Pode solta-lo por favor. – eu pedi ao segurança que logo se foi. – O que ta fazendo aqui?
Thomas: Eu preciso falar com você, urgente!
Eu li e reli o caso de ponta a cabeça, mas uma coisa que me fez ter certeza daquilo que eu já sabia, apareceu no depoimento de Violet Jones. Ela havia dito que pertences do falecido foram roubados, e entre os citados ela não comentou sobre um taco de beisebol, mas talvez nem ela mesma tivesse percebido o sumiço.
Já sobre o que Jake tinha me contado, eu tinha minhas dúvidas, mas era impossível determinar algo, quando não se sabe absolutamente nada sobre os negócios de Arthur Aguiar. Eu não fazia idéia do quanto poder ele tinha, e sobre o que fazia, realmente. Mas ele agia internacionalmente, isso era fato, tanto que matou meu pai, mas agora, matar milionários e roubar o dinheiro...era demais, era muita informação. Afinal de contas, porque ele mataria Billy Jones?
Eu matutava aquelas perguntas na minha cabeça, milhares de vezes. Mas era tudo impreciso: Um dia ele mata um professor pobre, outro dia ele mata um milionário do comércio, no outro o pai de uma adolescente, e depois, um milionário da internet? Mas que tipo de criminoso era ele? E pra que tipo de máfia clandestina ele trabalhava?
XxXx: EU QUERO FALAR COM ELA, AGORA!
Uma voz grave e alta roubou minha concentração, me fazendo olhar por cima do computador, afim de identificar o escandaloso:
Lua: Tommy? – eu sussurrei, o vendo discutir com o segurança.
Eu me levantei prontamente e me direcionei até eles:
Lua: Pode solta-lo por favor. – eu pedi ao segurança que logo se foi. – O que ta fazendo aqui?
Thomas: Eu preciso falar com você, urgente!
Eu franzi a testa, não entendendo nada. Ele estava
eufórico, tenso e uma expressão raivosa, como se quisesse me estrangular no
meio do todo mundo:
Lua: Calma, Tommy. Entra, vamos conversar!
Thomas: Aqui não. Vamos até um bar lá fora.
Lua: Eu não posso, estou trabalhando agora. – eu sussurrei.
Thomas: Fale com o seu chefe, então.
Lua: E falar o quê? ‘Oi chefe, o senhor pode me dar uma folga, porque meu amigo veio aqui e quer bater papo comigo.’ Você ta de sacanagem não é?
Thomas: Bom, então eu mesmo falo com ele.
Lua: O que?
Antes que eu tivesse a chance de falar mais alguma coisa, ele se virou e saiu andando depressa até a sala do meu chefe, e eu o segui. Seja lá o que aquele maluco fizesse, eu ia lá desmentir tudo.
Ele bateu uma vez só na porta do senhor William e abriu rudemente, o pegando de surpresa, e não deu nem chance pro homem falar, já saiu abrindo a carteira e mostrando o distintivo:
Thomas: FBI !
William: FBI? – ele arregalou os olhos. – Pois não?
Thomas: Permita-me ter um tempo para algumas perguntas que tenho para a detetive Lua Aguiar!
William: Perguntas? – ele não entendeu nada.- Sim...hã...Claro. Tiro o dia de folga det. Aguiar.
Ele me olhou, e eu acenei positivamente com a maior cara de tacho do mundo. Quando eu a Tommy deixamos a sala, ele sussurrou:
Thomas: Agora você vai sim conversar comigo!
Lua: Calma, Tommy. Entra, vamos conversar!
Thomas: Aqui não. Vamos até um bar lá fora.
Lua: Eu não posso, estou trabalhando agora. – eu sussurrei.
Thomas: Fale com o seu chefe, então.
Lua: E falar o quê? ‘Oi chefe, o senhor pode me dar uma folga, porque meu amigo veio aqui e quer bater papo comigo.’ Você ta de sacanagem não é?
Thomas: Bom, então eu mesmo falo com ele.
Lua: O que?
Antes que eu tivesse a chance de falar mais alguma coisa, ele se virou e saiu andando depressa até a sala do meu chefe, e eu o segui. Seja lá o que aquele maluco fizesse, eu ia lá desmentir tudo.
Ele bateu uma vez só na porta do senhor William e abriu rudemente, o pegando de surpresa, e não deu nem chance pro homem falar, já saiu abrindo a carteira e mostrando o distintivo:
Thomas: FBI !
William: FBI? – ele arregalou os olhos. – Pois não?
Thomas: Permita-me ter um tempo para algumas perguntas que tenho para a detetive Lua Aguiar!
William: Perguntas? – ele não entendeu nada.- Sim...hã...Claro. Tiro o dia de folga det. Aguiar.
Ele me olhou, e eu acenei positivamente com a maior cara de tacho do mundo. Quando eu a Tommy deixamos a sala, ele sussurrou:
Thomas: Agora você vai sim conversar comigo!
Ele saiu caminhando na frente, andando depressa, sem me dar
muita atenção e eu tive que fazer um esforço para acompanha-lo.
O tal barzinho que ele tinha proposto era o mesmo que eu almocei com Jake um dia desses, não ficava tão longe dali, mas a raiva que ele parecia sentir fazia com que eu me irritasse mais a cada passo.
Quando chegamos no bar, o local estava vazio, e Tommy logo escolheu uma mesa e se sentou nela, eu fiz o mesmo:
Lua: Então, qual é o motivo de tanta raiva?
Ele apertou o maxilar, mas eu mantinha a aparência serena, sem demonstrar nenhum ar de medo, por pouco tempo:
Thomas: Porque não me contou que ele matou seu pai?
O tal barzinho que ele tinha proposto era o mesmo que eu almocei com Jake um dia desses, não ficava tão longe dali, mas a raiva que ele parecia sentir fazia com que eu me irritasse mais a cada passo.
Quando chegamos no bar, o local estava vazio, e Tommy logo escolheu uma mesa e se sentou nela, eu fiz o mesmo:
Lua: Então, qual é o motivo de tanta raiva?
Ele apertou o maxilar, mas eu mantinha a aparência serena, sem demonstrar nenhum ar de medo, por pouco tempo:
Thomas: Porque não me contou que ele matou seu pai?



Posta mais ass @lua_aguia 53 BY TAIALANE
ResponderExcluirA tava demorando pro thomas se intrometer na web!
ResponderExcluirPosta maisss! ♡
ResponderExcluirAffff como q essa merda de tomy descobriu tnc
ResponderExcluirOOMG!!!
ResponderExcluirperfeita demaaais... *--*
Perfeitoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!! Posta outro hojeeee pfpfpfpfpf!!
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