Cap 20 parte 5
Eu a deixei meia hora lá, sozinha sentada na minha mesa, até ela se
acalmar, e enquanto isso fiquei conversando com Jake:
Lua: Se o pai dela foi assassinado, o que fazemos com ela?
Jake: Bom, isso depende. Se ela foi testemunha do assassinato, ela ta correndo muito perigo!
Lua: Eu preciso ajudar essa garota! – eu pensei alto, a olhando de longe.
Jake: Toma cuidado, Lua. Eu não sei porque, mas to com uma sensação muito estranha!
Lua: Eu prometo que vou tomar.
Eu respirei fundo e caminhei até lá, onde a garota, agora mais calma estava sentada. Eu me sentei na minha cadeira, do outro lado da mesa, olhando fixamente pra ela, que estava de cabeça baixa:
Lua: Eu sou Detetive Aguiar, e eu quero muito, muito mesmo ajudar você! Mas pra isso acontecer, você vai ter que confiar em mim.
Ela permanecia de cabeça baixa. O sangue escorria pela cabeça e pingava no seu colo.
Lua: Por favor, vá até aquela sala no final do corredor à direita e lave o rosto. Tire todo esse sangue!
Ela hesitou, mas logo se levantou. Seja lá o que tenha acontecido com essa garota, eu deveria ajuda-la porque um dia, eu estive na mesma situação e ninguém, absolutamente ninguém me ajudou.
Eu fiquei quieta, pensativa na mesa a espera dela e não demorou muito para ela retornar. Com o rosto ainda muito inchado e cheio de ferimentos, eu podia ver vestígios de uma linda adolescente. Ela se sentou, calada e apática:
Lua: Qual é o seu nome?
Ela não falou.
Lua: Bom, você está no departamento de homicídios, e se seu pai está mesmo morto, como você falou, você veio no lugar certo. Eu posso ajudar, mas primeiramente eu preciso saber o seu nome e o nome do seu pai.
XxXx: Davis, Richard Davis. – ela sussurrou.
Lua: Richard Davis? Esse é o nome do seu pai?
XxXx: Sim. E eu sou Sarah.
Ela me olhou fixamente, com os olhos cheios d’agua.
Sarah: Você vai ou não vai me ajudar a pegar o cara que matou meu pai?
Lua: Se o pai dela foi assassinado, o que fazemos com ela?
Jake: Bom, isso depende. Se ela foi testemunha do assassinato, ela ta correndo muito perigo!
Lua: Eu preciso ajudar essa garota! – eu pensei alto, a olhando de longe.
Jake: Toma cuidado, Lua. Eu não sei porque, mas to com uma sensação muito estranha!
Lua: Eu prometo que vou tomar.
Eu respirei fundo e caminhei até lá, onde a garota, agora mais calma estava sentada. Eu me sentei na minha cadeira, do outro lado da mesa, olhando fixamente pra ela, que estava de cabeça baixa:
Lua: Eu sou Detetive Aguiar, e eu quero muito, muito mesmo ajudar você! Mas pra isso acontecer, você vai ter que confiar em mim.
Ela permanecia de cabeça baixa. O sangue escorria pela cabeça e pingava no seu colo.
Lua: Por favor, vá até aquela sala no final do corredor à direita e lave o rosto. Tire todo esse sangue!
Ela hesitou, mas logo se levantou. Seja lá o que tenha acontecido com essa garota, eu deveria ajuda-la porque um dia, eu estive na mesma situação e ninguém, absolutamente ninguém me ajudou.
Eu fiquei quieta, pensativa na mesa a espera dela e não demorou muito para ela retornar. Com o rosto ainda muito inchado e cheio de ferimentos, eu podia ver vestígios de uma linda adolescente. Ela se sentou, calada e apática:
Lua: Qual é o seu nome?
Ela não falou.
Lua: Bom, você está no departamento de homicídios, e se seu pai está mesmo morto, como você falou, você veio no lugar certo. Eu posso ajudar, mas primeiramente eu preciso saber o seu nome e o nome do seu pai.
XxXx: Davis, Richard Davis. – ela sussurrou.
Lua: Richard Davis? Esse é o nome do seu pai?
XxXx: Sim. E eu sou Sarah.
Ela me olhou fixamente, com os olhos cheios d’agua.
Sarah: Você vai ou não vai me ajudar a pegar o cara que matou meu pai?
Eu fiquei espantada. Ela era exatamente como eu a alguns anos atrás.
Angustiada, inconformada, louca por respostas e fixada em vingança:
Lua: Sim, eu vou ajudar você. Mas eu preciso saber tudo. Quantos anos você tem?
Sarah: 17 anos.
Lua: Onde você vive?
Sarah: Em Nova Iorque.
Lua: E onde está sua mãe?
Sara: Se você a encontrar, diga que ela está 15 anos atrasada.
Eu respirei fundo. Talvez pegar aquele caso, fosse dar de cara com o meu passado. Ela era exatamente como eu, era espantoso. Órfã de pai e mãe com 17 anos de idade, assim como eu.
Lua: Você tem irmãos?
Sarah: Não que eu saiba.
Lua: Ok, agora eu quero que você me conte absolutamente tudo o que sabe, eu disse tudo!
Ela ficou um tempo me olhando, querendo saber se eu era de confiança mesmo, eu desconfiei, mas se não confiasse em mim, em quem mais confiaria?
Sarah: Eu estava voltando pra casa da escola, era por volta das 4 horas da tarde e quando eu ainda estava na esquina eu pude ver que meu pai estava sendo jogado em um porta malas de um carro preto por homens de terno. – ela começava a chorar e soluçar. - Foi tudo muito rápido, não deu tempo de salvar nem de gritar, nem nada.
Lua: E o que você fez daquela hora até agora?
Sarah: Eu fiquei em casa. Eu estava em pânico, eu vi meu pai ser assassinado e jogado que nem um saco de lixo dentro de um carro, moça. Você tem noção do que é isso? – ela riu, ainda chorando. – eu aposto que não. Aposto que passa o dia inteiro aqui, sentada pouco se lixando pra quem vive e quem morre, mas ao contrário de você...
Lua: Você está errada. Eu sei muito bem como é isso! E com toda a certeza eu lhe digo: Eu vou pegar esse cara!
Invadem a casa de um homem em plena luz do dia, vestidos de terno e com um carro preto, isso lembra alguma coisa á vocês?
Bom, seja lá quem matou o pai daquela garota, ele ia pagar muito caro, independente de quem fosse. Eu dou minha falava de honra!
Lua: Sim, eu vou ajudar você. Mas eu preciso saber tudo. Quantos anos você tem?
Sarah: 17 anos.
Lua: Onde você vive?
Sarah: Em Nova Iorque.
Lua: E onde está sua mãe?
Sara: Se você a encontrar, diga que ela está 15 anos atrasada.
Eu respirei fundo. Talvez pegar aquele caso, fosse dar de cara com o meu passado. Ela era exatamente como eu, era espantoso. Órfã de pai e mãe com 17 anos de idade, assim como eu.
Lua: Você tem irmãos?
Sarah: Não que eu saiba.
Lua: Ok, agora eu quero que você me conte absolutamente tudo o que sabe, eu disse tudo!
Ela ficou um tempo me olhando, querendo saber se eu era de confiança mesmo, eu desconfiei, mas se não confiasse em mim, em quem mais confiaria?
Sarah: Eu estava voltando pra casa da escola, era por volta das 4 horas da tarde e quando eu ainda estava na esquina eu pude ver que meu pai estava sendo jogado em um porta malas de um carro preto por homens de terno. – ela começava a chorar e soluçar. - Foi tudo muito rápido, não deu tempo de salvar nem de gritar, nem nada.
Lua: E o que você fez daquela hora até agora?
Sarah: Eu fiquei em casa. Eu estava em pânico, eu vi meu pai ser assassinado e jogado que nem um saco de lixo dentro de um carro, moça. Você tem noção do que é isso? – ela riu, ainda chorando. – eu aposto que não. Aposto que passa o dia inteiro aqui, sentada pouco se lixando pra quem vive e quem morre, mas ao contrário de você...
Lua: Você está errada. Eu sei muito bem como é isso! E com toda a certeza eu lhe digo: Eu vou pegar esse cara!
Invadem a casa de um homem em plena luz do dia, vestidos de terno e com um carro preto, isso lembra alguma coisa á vocês?
Bom, seja lá quem matou o pai daquela garota, ele ia pagar muito caro, independente de quem fosse. Eu dou minha falava de honra!
Imediatamente eu liguei para o Tommy, ela não tinha pra onde ir, e eu
não tinha mais pra quem ligar:
Lua: Tommy?
Thomas: Lu? Eu tentei ligar pra você o dia todo, porque não me atendeu? Eu fiquei muito preocupado com você. O que aconteceu, ele maltratou você?
Lua: Claro que não, Tommy. Eu to bem, mas eu preciso de uma ajuda sua, muito urgente.
Thomas: Claro, o que aconteceu?
Lua: Eu to com a testemunha de um assassinato na minha frente, o que eu faço?
Ele parou mas logo disse:
Thomas: O FBI não pode ajudar muito, mas você pode ligar para o programa de proteção à testemunha, quer o número?
Eu peguei o número e fiz questão de ligar e explicar a situação de Sarah. Como os homens não a viram, eram bem mais fácil mantê-la escondida, então eles a encaminharam para uma casa de proteção na Califórnia mesmo.
Sarah: Eu vou ter que ficar o resto da minha vida escondida, é isso?
Lua: Não, Sarah. Você vai ficar em proteção do governo até acharmos o cara que fez isso com seu pai.
Sarah: Mas você vai achar esse cara, não vai?
Lua: Eu lhe dou minha palavra!
Lua: Tommy?
Thomas: Lu? Eu tentei ligar pra você o dia todo, porque não me atendeu? Eu fiquei muito preocupado com você. O que aconteceu, ele maltratou você?
Lua: Claro que não, Tommy. Eu to bem, mas eu preciso de uma ajuda sua, muito urgente.
Thomas: Claro, o que aconteceu?
Lua: Eu to com a testemunha de um assassinato na minha frente, o que eu faço?
Ele parou mas logo disse:
Thomas: O FBI não pode ajudar muito, mas você pode ligar para o programa de proteção à testemunha, quer o número?
Eu peguei o número e fiz questão de ligar e explicar a situação de Sarah. Como os homens não a viram, eram bem mais fácil mantê-la escondida, então eles a encaminharam para uma casa de proteção na Califórnia mesmo.
Sarah: Eu vou ter que ficar o resto da minha vida escondida, é isso?
Lua: Não, Sarah. Você vai ficar em proteção do governo até acharmos o cara que fez isso com seu pai.
Sarah: Mas você vai achar esse cara, não vai?
Lua: Eu lhe dou minha palavra!
Ela ficou na minha sala até o carro do governo chegar, e eu a
deixei lá, sozinha um pouco e fui até a sala de arquivos procurar por
Jake.
Ele estava sentado na mesa, revisando alguns documentos, e eu me sentei na cadeira diante dele:
Lua: Aceitei o caso. Prometi pra ela que vou pegar o culpado!
Jake: Você prometeu? – ele me olhou incrédulo. – Você enlouqueceu?
Lua: Ela me pressionou Jake, eu preciso fazer isso por ela.
Jake: Como assim ‘ela te pressionou’? E se você não pegar o cara? Você esqueceu tudo o que aprendeu na faculdade?
Lua: Eu sei que não podia prometer isso pra ela mas...
Jake: Mas o quê Lua? Você sabe muito bem que jamais pode prometer isso a alguém. Se você não pegar o cara, você tem noção do que pode acontecer com essa garota?
Lua: Eu vou pegar esse cara, Jake. Eu to muito mais próximo de pegar esse cara do que você imagina.
Ele me olhou como se eu fosse uma louca, e largou de mão. Desistiu de continuar debatendo comigo e voltou a olhar os papéis.
Lua: O que você ta fazendo?
Jake: To só revisando um caso antigo. Acho que tirei conclusões precipitadas. – ele respondeu, pouco frio.
Lua: Bom, eu vou esperar o carro chegar e vou embora. – eu me levantei.- Boa noite!
E antes que eu deixasse a sala ele me lembrou:
Jake: Hey, Lua. Não se deixe levar pelas emoções!
Eu acenei positivamente, mas tive a impressão de que ele queria dizer muito mais com aquelas palavras.
Ele estava sentado na mesa, revisando alguns documentos, e eu me sentei na cadeira diante dele:
Lua: Aceitei o caso. Prometi pra ela que vou pegar o culpado!
Jake: Você prometeu? – ele me olhou incrédulo. – Você enlouqueceu?
Lua: Ela me pressionou Jake, eu preciso fazer isso por ela.
Jake: Como assim ‘ela te pressionou’? E se você não pegar o cara? Você esqueceu tudo o que aprendeu na faculdade?
Lua: Eu sei que não podia prometer isso pra ela mas...
Jake: Mas o quê Lua? Você sabe muito bem que jamais pode prometer isso a alguém. Se você não pegar o cara, você tem noção do que pode acontecer com essa garota?
Lua: Eu vou pegar esse cara, Jake. Eu to muito mais próximo de pegar esse cara do que você imagina.
Ele me olhou como se eu fosse uma louca, e largou de mão. Desistiu de continuar debatendo comigo e voltou a olhar os papéis.
Lua: O que você ta fazendo?
Jake: To só revisando um caso antigo. Acho que tirei conclusões precipitadas. – ele respondeu, pouco frio.
Lua: Bom, eu vou esperar o carro chegar e vou embora. – eu me levantei.- Boa noite!
E antes que eu deixasse a sala ele me lembrou:
Jake: Hey, Lua. Não se deixe levar pelas emoções!
Eu acenei positivamente, mas tive a impressão de que ele queria dizer muito mais com aquelas palavras.
Quando o carro chegou, eu imediatamente peguei o endereço do
local onde Sarah moraria provisoriamente e me despedi dela:
Lua: Eu irei visita-la em breve. Por favor, deixe que eu assumo daqui pra frente.
Ela me olhava frio, desmotivada, apática:
Sarah: Eu só te digo uma coisa: Se você não pegar ele, eu mato ele....e você!
Eu acenei positivamente, e me lembrei o porque Jake tinha ficado******comigo e o porque nunca se deve prometer nada para ninguém: Porque quando nós não conseguimos pegar o assassino, as vidas deles mudam completamente. Eles passam a viver com medo, com raiva e se entregam as coisas ruins da vida.
Eu era testemunha disso, passei anos da minha vida rogando pragas no Arthur criando dentro de mim uma Lua vingativa e sem coração.
Mas eu faria de tudo, absolutamente tudo pra que isso não acontecesse com aquela garota.
Se realmente foi o Arthur que matou o pai dela, ele teria que pagar.
Quando o carro dobrou a esquina, sumindo do meu campo de visão, um senti uma mão quente encostar no meu ombro e me virei logo:
Lua: Que susto, Jake!
Jake: Desculpa. Bom...to indo embora!
Lua: É, o dia hoje foi muito cheio! To indo também.
Eu me despedi dele com dois beijos e ele saiu andando até o carro dele e eu fiz o mesmo. O meu dia tinha sido cheio, mas minha noite seria mais conturbada ainda, eu ainda tinha uma festa pra ir!
Lua: Eu irei visita-la em breve. Por favor, deixe que eu assumo daqui pra frente.
Ela me olhava frio, desmotivada, apática:
Sarah: Eu só te digo uma coisa: Se você não pegar ele, eu mato ele....e você!
Eu acenei positivamente, e me lembrei o porque Jake tinha ficado******comigo e o porque nunca se deve prometer nada para ninguém: Porque quando nós não conseguimos pegar o assassino, as vidas deles mudam completamente. Eles passam a viver com medo, com raiva e se entregam as coisas ruins da vida.
Eu era testemunha disso, passei anos da minha vida rogando pragas no Arthur criando dentro de mim uma Lua vingativa e sem coração.
Mas eu faria de tudo, absolutamente tudo pra que isso não acontecesse com aquela garota.
Se realmente foi o Arthur que matou o pai dela, ele teria que pagar.
Quando o carro dobrou a esquina, sumindo do meu campo de visão, um senti uma mão quente encostar no meu ombro e me virei logo:
Lua: Que susto, Jake!
Jake: Desculpa. Bom...to indo embora!
Lua: É, o dia hoje foi muito cheio! To indo também.
Eu me despedi dele com dois beijos e ele saiu andando até o carro dele e eu fiz o mesmo. O meu dia tinha sido cheio, mas minha noite seria mais conturbada ainda, eu ainda tinha uma festa pra ir!



posta só +++++++ 1 hj
ResponderExcluirFaz maais uma maratona pfvrrrrrr
ResponderExcluirPosta mais :)
ResponderExcluiruuuh, cada vez melhor...!
ResponderExcluirKara tah muitoo boa essa web só acho que ñ foi o arthur que matou o papai da garota ass:sinara
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