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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Capitulo Único: The Strangler


Capitulo Único: The Strangler



Créditos: Cecília
Classificação: Suspense. Morte. Assassinato. Livre. 

Dividida em cinco partes. 


The Strangler

Na primeira pagina do jornal
"O estrangulador esta a solta nas ruas de Londres. Ate agora já matara 6 mulheres."

Arthur- Mais que porra!- Arthur jogou o jornal com odio em cima de sua mesa, estava esfumando de raiva. Trabalhava na policia como general da Scotland Yard e tentava resolver o mistério que assombrava a cidade a três semanas. Um estrangulador. As únicas coisas que sabia era que...o estrangulador so matava quando chovia e que todas as vitimas tinham uma marca nas costas. Seu assistente entra
Chay- Mais outro?- olho pra cara de odio de Arthur
Arthur- É...mais que diabos! Eu ainda não sei o padrão desse estrangulado! Esse estrangulador tem que seguir algum padrão!- Chay franze o cenho- Quando digo seguir um padrão quer dizer que ele so mata um tipo de mulher. E ate agora ele já matou mulheres jovens, velhas, outras casadas...entende? Não há uma ligação em nenhuma delas!- bufou irritado e batendo com o punho fechado na mesa. 
Chay- Ah...entendedo sim, senhor. 
Arthur- Mas...tem algo errado. Tem sempre um padrão, ele não mata por acaso de forma alguma. 

Do outro lado da cidade…

Um homem, muito atraente, entra dentro de um mercado e ve na primeira pagina do jornal
"O Estrangulador so mata quando há chuva" 
O homens sorriu, estava certo, ele so matava quando havia chuva, para purificar sua vitima. Ele não entendia o por que da policia querer prender ele tinham era que agradece-lo. Ele estava livrando pessoas (mulheres) más que faziam o mal. E toda vez que chovia ele sabia que era um sinal de Deus para que lhe desse outra alma para o inferno. Ele se chamava Pedro Cassiano. Quando menor morava com a sua mãe e seu pai, seu pai trabalhava o dia todo e so voltava a noite, sua mãe dona de casa. Toda vez que volta da escola sua mãe devia estar em casa mas nunca estava, sempre sai. Sempre pediu para a mãe esta em casa quando voltasse da escola, ela sempre prometia que ia estar mas nunca estava, nunca. Com o tempo passando continuou essa mesma historia. Mas quando chegou aos seus 12 anos não agüentou a curiosidade e foi atras para descobrir o que a sua mãe tanto fazia de tarde e so voltara a noite. Em um dia que devia ir a escola não foi, se escondeu atras de um muro e esperou sua mãe sair de casa, quando saiu ela vestia uma de suas melhores roupas e parecia apressada. Começou a chover e ela já havia andando a 3 quadras de casa, virou para uma esquina e entrou dentro de um apartamento. Ele sabia de todas as amizades de seus pais, nunca conheceu alguém ali daquela esquina e estranhou. A janela estava aberta e viu um homem, não sabia de quem se tratava, e derepente...viu a sua mãe nos braços dele. Aos a amassos. Estava na calcada quando viu a cena. 
Pedro- Mamãe!- não conseguiu acreditar que sua mãe era uma prostituta, uma puta isso sim, ele pensava. Aparti daquele momento ele sentia odio de sua mãe, nojo! Ali em diante descobriu que nenhuma mulher prestava, que todas enganavam seus maridos e suas famílias. 
E é por isso, sabia que tinha que se livrar das mulheres e dar as almas delas para deus e as cartigarem por isso. Todos os policias sao uns idiotas, eles devem achar que não tem um padrão dos crimes deles mais obvio que há! Mais sao muito tolos para descobrirem. Todas as suas vitimas freqüentam o mercado Mayfair e so matava quando chovia e ao anoitecer. 

Na delegacia 

Chay- Senhor- Arthur direciona seu olhar para ele- Tenho péssimas notícias, estao com previsão de chuva essa noite, chuva forte
Thur- Isso não é bom, isso não é nada bom.- negue com a cabeca 

Algumas horas mais tarde e em outro canto da cidade…

Pov Pedro

Perfeito! Hoje tem chuva, o que quer dizer que vou dar uma volta hoje pelo mercado Mayfair! Ahh...olha que maravilha! Já esta escurecendo e começando a acumular nuvens.
Vou para o mercado com o guarda chuva na mao e comeco a procurar a mulher que ira morrer hoje. Avistei uma idosa com bengala, não...muito facil. Vi uma outra jovem usando uma saia ate a cintura e uma blusa justa, é vai ser ela hoje. 

Pov Narradora

A moça de quem se tratava era uma enfermeira, ela estava escolhendo o que prepar para o seu noivo esta noite. Quando estava saindo do mercado viu que estava chovendo 
Enfermeira- Mais que droga!- Pedro viu a oportunidade perfeita. 
Pedro- Boa noite. Parece que vai se molhar. Por que não me deixa ajuda-lá? - ele ergueu o guarda chuva e manteve sobre a cabeca da enfermeira 
Enfermeira- É muita gentileza sua- disse pensando como ainda existe homens cavalheiros no mundo
Pedro- Mora aqui perto?
Enfermeira- Quatro quarteirões
Pedro- Não estou com pressa. Posso acompanha-lá ate a sua casa.- a enfermeira ficou comida pela gentileza de Pedro. A chuva aumentara.
Enfermeira- Eu ficaria muito agradecida
Pedro- Seria uma pena molhar sua linda roupa
Enfermeira- Sou Amanda Collins 
Pedro- Pedro Cassiano.- Nao havia problema ele revelar o nome verdadeiro, pois em poucos minutos ela estaria morta. Contunuaram a andar pelo quarteirão e as ruas estavam desertas por conta da chuva. Chegaram em uma esquina
Amanda- É por aqui...- a rua estava completamente deserta. Nada indicava que um macabro assasisinato estava preste a ocorrer.
Perdro- O que voce faz?
Amanda- Sou enfermeira e voce?- Pedro sorriu
Pedro- Sou agente funerário- Amanda virou o rosto para fita-lo 
Amanda- Angente funerário? 
Pedro- É, sim. Estamos em profissões similares, não é mesmo? Ambos lidamos com a morte. - havia algo estranho na maneira de como ele falava. Amanda começou a experimentar um ligeiro sentimento de medo. Cometera um erro ao aceitar a ajuda daquele estranho? Ele parecia inonfencivo, mas… ela começou a andar um pouco mais de pressa. O homem tambem aumentou os passos para acompanha-lá. 
Pedro- Essas ruas soa muito escuras- E tinha razão. Os meninos gostavam de jogar pedras nos lampiões. Pedro "parecia" ter algum problema com o guarda chuva e parou atras de Amanda por um momento. Ela sentiu um pontada firme nas costas. Doeu tanto que soltou um grito e largou as compras. O homem a golpeara com a ponta fina do guarda chuva. 
Amanda- Mas o que..?- Pedro tira de bolso um pedaço de corda e passa em torno do seu pescoço. 
Amanda- Pare com isso!- berrou.-Mas não tinha ninguém para ouvi-lá. A corda apertava o pescoço cada vez mais, e ela começou a sufocar. Tentou lutar mais foi em vao. O estrangulador era muito forte. Sorria para Amanda adorava, enquanto apertava cada vez mais a corra. Ela sentiu perdendo as forcas e a visão. Ele observou a luz se extinguir nos olhos dela e deixou seu corpo cair na calcada. Virou o rosto da mulher para cima, a fim de que a chuva lavasse seus pecados. Colocou de volta a corda no bolso e pegou todas as suas compras, recolheu o que estava esparramado pelo chão e se afastou da noite. Depois de cada assassinato sempre levava as compras das vitimas para a policia não descobrir da onde as mulheres haviam saído. 

Na delegacia 

Chay- Senhor?- chamou Arthur de sua sala
Thur- Sim?- levantou a cabeca para ver seu assistente 
Chay- Mais outro...- Arthur ficou vermelho de raiva e reputou fundo
Thur- Aonde?- Se levantou e foi aonde o crime havia sido cometido. Chegando lá olhou com o máximo de atenção a procura de pistas. Não encontrou nenhuma. Dava para ver as marcas do pescoço da mulher estirada no chão. 
Thur- Ela foi estrangulada. Mas a corda desapareceu.- levaram o cadáver e Arthur olhou pela ultima vez a rua...e avistou um tomate na rua. Arthur pegou-o e ficou em silencio tentando entender o por que de um único tomate na rua perto do local do crime. 
Chay- Isso é uma pista?- perguntou o detetive. Arthur não tinha certeza. O tomate pertencia a mulher assassinada ou outra pessoa o deixara cair na rua? E o que a vitima estaria fazendo com um único tomate? Alguém sairia na chuva para comprar apenas um tomate? Não fazia o menor sentido. Chegando na delegacia Arthur olhou para as fichas das vitimas de novo e resolveu que ele mesmo iria visitar as famílias para ver se a vitima tinha alguém como inimigo. Na manha seguinte foi na casa da família da primeira vitima. Quem abriu a porta foi o pai da vitima, Marcos Gallet 
Marcos- Posso ajuda-lo?- Arthur mostrou o distintivo e falou
Thur- Queria falar com a família de Miranda Gallet, para ver se ajuda na investigação 
Marcos- Ah..Claro, pode entrar- sentaram no sofá e Arthur começou
Thur- Sua filha tinha alguém lhe perturbando? 
Marcos- Nao, minha filha era professora de piano. Uma boa garota todos a adoravam, não tinha motivo para acontecer isso.
Thur- Nem algum inimigo?- insistiu Arthur
Marcos- Nao, nenhum.- Arthur viu que seria perda de tempo e foi embora. Arthur visitou outras casas das vitimas mais nada! O que mais chegou perto foi a terceira vitima que tinha um namorado agressivo e não aceitava o termino do namoro, mas mesmo assim ele conseguiu provar que na noite do crime jogava com os amigos e tambem não tinha menor envolvimento com as outras vitimas. 
Arthur estava em sua sala e foi em direção ao quadro do mapa da cidade aonde marcava com os pinos onde ocorrera os assassinatos. Chay entra na sala 
Thur- Chay... O que voce ve?- os dois olhavam o quadro com bastante atenção. 
Chay- Eu vejo que forma um circulo em torno do bairro, Grindlf.- ele estava certo, todos os assassinatos estavam em torno dali. Entao com certeza o assassino morava perto dali ou ali mesmo. 
Arthur- Chay, o que fica no centro do bairro Grindlf? 
Chay- É, um mercado, chamado...hm, eu não lembro o nome- ate chegou passar um idéia na cabeca de Arthur por conta do tomate encontrado na rua, mas viu que poderia ser so besteira de sua cabeca. - Mas por que senhor? 
Arthur- Não, nada, so por curiosidade mesmo.- Arthur ficou pensativo. 

Do outro lado da cidade…

Pedro comemorava outro assassinato, estava preparando seu jantar com os ingredientes das vitimas, sempre fazia seu jantar com os alimentos das vitimas. Ouviu no radio que no dia seguinte averia fortes trovoadas e chuva com vento. Sorriu. 
Pedro- Ótimo, amanha vamos ter outro, assassinato formidável!- sorriu mais ainda com a idéia. 

Do dia seguinte, mais tarde...

Na delegacia 

Arthur estava a nervos, sabia que essa noite haveria outro assassinato, por conta da chuva prevista, não podia fazer nada a não ser ficar esperando. Estava muito nervoso, dois assassinatos seguidos era muito pra ele. 

Do outro lado da cidade, de noite…


Pov Pedro 

Estou andando a procura de minha vitima, um mulher que não há um guarda chuva, obvio! Olhei uma loira, de cabelos meio que ondulados puxados pro cachiados, pele branca, magra, baixa...e linda, seria um disperdicio mas ela tem que merecer! Pagar por todos os seus pecados como mãe e esposa! 

Pov Lua 

Ahh...Como estou feliz, acabei de comprar um apartamento no bairro, Grindlf! E pra comemorar vim aqui no mercado Mayflair para fazer um jantar. Eu sou escultora e tambem o jantar por conta que consegui fazer com que minhas esculturas aparecerem em um evento de arte aqui ba cidade, e com o dinheiro comprei um apartamento aqui no bairro! Ahh! Acho que hoje é o dia mais feliz da minha vida! 

Pov Narradora 

O que ela não sabia era que hoje era a noite de sua morte, sendo estrangulada. Quando percebeu que estava sem guarda chuva falou:
Lua- Não acredito nisso...- Pedro viu a oportunidade batendo em sua porta e disse, como um cavalheiro
Pedro- Oh...gostaria que eu ajudasse? Tenho um guarda chuva, e não me importo de dividir com voce- Falou educadamente com Lua que a mesma olhou e sorriu
Lua- Não quero encomodar...- sorriu tímida para Pedro 
Pedro- Não ira, lhe garanto...- ergueu o guarda chuva para ela e os dois saíram de lá 
Lua- Muita bondade sua fazer isso por mim...- abaixou a cabeca, achou Pedro um cavalheiro muito bondoso. 
Pedro- Oh...obrigada, quer que eu segure suas compras? 
Lua- Não obrigada, não estao pesadas.- Nenhuma delas deixavam Pedro carregar as compras. 
Pedro- Mora aqui perto?- sorriu pra ela
Lua- Sim, daqui a duas esquinas chegamos.- ficaram em silencio um tempo, e Pedro viu que era hora de atacar. Pedro ficou um pouco pra trás, como sempre, e empurrou ela com a ponta do guarda chuva, fazendo ela cair e soltar as comprar 
Lua- Mais...mais, o que esta fazendo?- já começava a chorar 
Pedro- Esta na hora de pagar por seus pecados!
Lua- Por favor não me machuque... - Pedro não falou nada, tampou sua boca com a mao para que ela não gritasse. Tirou a corda do bolso e Lua se assustou ainda mais. Colocou a corda em seu pescoço. Lua se debatia, fazia tudo que estava em seu alacance mas nada adiantava. Começou a sentir perdendo as forcas e sua vista escurecendo aos poucos. 

Continua…
Fim da primeira parte. 
Créditos: Cecília 


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