24 p.2
Eu pensei, pensei e pensei, mas de fato, só tinha um lugar pra onde eu
deveria ir e eu fui.
Quando ele abriu a porta pra mim e viu que eu trazia um mala comigo, ele desenhou um sorriso instantâneo no rosto, já me dando passagem para entrar:
Thomas: Bem vinda de volta, Lua!
Eu não falei absolutamente nada. Acredito que só o fato de eu estar ali com uma mala já dizia tudo.
Eu entrei e fui até o banheiro para tomar um banho daqueles que se lava até a alma. Demorei cerca de meia hora embaixo d’agua, lavando bem a cabeça pra ver se refrescava as idéias, e já me preparando para o segundo round, porque com certeza Tommy ainda queria respostas para as perguntas dele.
Eu escolhi uma roupa leve, apesar do friozinho que denunciava o começo do inverno: Uma camisa com as mangas puxadas até os cotovelos e um short jeans.
E foi só eu me sentar no sofá, pra ele vir da cozinha com dois pratos. Estava tão bonitinho, parecia o Tommy de antigamente, vestia uma bermuda jeans e uma camisa de manga longa, com os cabelos loiros caídos sobre os olhos, do jeito que eu amava.
Thomas: Pudim para adoçar sua vida!
Ele sorriu e se sentou do lado oposto do mesmo sofá que eu, me entregando o prato:
Lua: Eu não quero pudim.
Thomas: Eu não perguntei se você queria.
Eu não falei nada e ele também não. Talvez soubesse o quão difícil era pra mim estar lá naquele momento.
Quando ele abriu a porta pra mim e viu que eu trazia um mala comigo, ele desenhou um sorriso instantâneo no rosto, já me dando passagem para entrar:
Thomas: Bem vinda de volta, Lua!
Eu não falei absolutamente nada. Acredito que só o fato de eu estar ali com uma mala já dizia tudo.
Eu entrei e fui até o banheiro para tomar um banho daqueles que se lava até a alma. Demorei cerca de meia hora embaixo d’agua, lavando bem a cabeça pra ver se refrescava as idéias, e já me preparando para o segundo round, porque com certeza Tommy ainda queria respostas para as perguntas dele.
Eu escolhi uma roupa leve, apesar do friozinho que denunciava o começo do inverno: Uma camisa com as mangas puxadas até os cotovelos e um short jeans.
E foi só eu me sentar no sofá, pra ele vir da cozinha com dois pratos. Estava tão bonitinho, parecia o Tommy de antigamente, vestia uma bermuda jeans e uma camisa de manga longa, com os cabelos loiros caídos sobre os olhos, do jeito que eu amava.
Thomas: Pudim para adoçar sua vida!
Ele sorriu e se sentou do lado oposto do mesmo sofá que eu, me entregando o prato:
Lua: Eu não quero pudim.
Thomas: Eu não perguntei se você queria.
Eu não falei nada e ele também não. Talvez soubesse o quão difícil era pra mim estar lá naquele momento.
Eu dava umas beliscadas em vontade no doce, enquanto ele não
tirava os olhos de mim:
Thomas: Como é que você ta?
Lua: To bem! – Exclamei sem olha-lo.
Thomas: Sabe que pode me contar tudo, não é? A algumas horas atrás você estava convicta em não denuncia-lo e agora está na minha casa de mala feita e visivelmente derrotada...então porque não deixa de ser cabeça dura e se abre de verdade pra mim?
Lua: Não tem o que dizer. Já ta tudo acabado, Tommy. Não existe mais casamento, não existe mais nada.
Thomas: Eu já estou envolvido, Lu. Aliás, nós dois estamos. Somos do mesmo lado, somos um time e você sabe disso. Se a gente se unir de verdade, vamos conseguir pegar esse cara e...
Eu apenas o escutava, de cabeça baixa, mas não por muito tempo:
Lua: ‘Esse cara’... é o meu marido, Tommy. Como você espera que eu aceite coloca-lo na cadeia?
Thomas: Aceitar? – ele me olhou fixamente. – Eu não tenho que aceitar nada. Não exerço papel algum nesse seu relacionamento com ele, e isso foi uma opção sua a partir do momento em que você preferiu me deixar de fora de tudo o que diz respeito ao seu casamento.
Lua: E o que você queria que eu fizesse, Tommy? Queria que eu te contasse tudo no primeiro dia que nos conhecemos...Queria que eu falasse: ‘Oi, bom dia, meu marido matou o meu pai e eu estou aqui obrigada!’...Era isso que você queria ouvir?
Thomas: Era sim! Bom, eu ia te achar uma louca, mas uma louca sincera. Eu sempre te contei tudo, Lua. Você me conhece melhor do que eu mesmo...Porque me privou tanto assim da sua vida?
Thomas: Como é que você ta?
Lua: To bem! – Exclamei sem olha-lo.
Thomas: Sabe que pode me contar tudo, não é? A algumas horas atrás você estava convicta em não denuncia-lo e agora está na minha casa de mala feita e visivelmente derrotada...então porque não deixa de ser cabeça dura e se abre de verdade pra mim?
Lua: Não tem o que dizer. Já ta tudo acabado, Tommy. Não existe mais casamento, não existe mais nada.
Thomas: Eu já estou envolvido, Lu. Aliás, nós dois estamos. Somos do mesmo lado, somos um time e você sabe disso. Se a gente se unir de verdade, vamos conseguir pegar esse cara e...
Eu apenas o escutava, de cabeça baixa, mas não por muito tempo:
Lua: ‘Esse cara’... é o meu marido, Tommy. Como você espera que eu aceite coloca-lo na cadeia?
Thomas: Aceitar? – ele me olhou fixamente. – Eu não tenho que aceitar nada. Não exerço papel algum nesse seu relacionamento com ele, e isso foi uma opção sua a partir do momento em que você preferiu me deixar de fora de tudo o que diz respeito ao seu casamento.
Lua: E o que você queria que eu fizesse, Tommy? Queria que eu te contasse tudo no primeiro dia que nos conhecemos...Queria que eu falasse: ‘Oi, bom dia, meu marido matou o meu pai e eu estou aqui obrigada!’...Era isso que você queria ouvir?
Thomas: Era sim! Bom, eu ia te achar uma louca, mas uma louca sincera. Eu sempre te contei tudo, Lua. Você me conhece melhor do que eu mesmo...Porque me privou tanto assim da sua vida?
Lua: Eu não podia te contar, caramba! Era perigoso tanto pra você quanto
pra mim. Você não faz idéia do quanto eu sofri, do quanto eu me martirizei por
ter que reprimir o odio que eu sentia por ele...
Thomas: Sentia? – ele interrompeu. – Ele matou o seu pai, e te deportou pra cá. Como você não sentiria ódio por ele?
Lua: Eu me casei com 17 anos, Tommy. Vivi debaixo das asas do meu pai a vida toda até então. Não sabia nada do mundo ou da vida. Quando meu pai morreu, foi como se o meu mundo tivesse desabado. E depois eu fui obrigada a me casar, mas quando soube que eu mudaria de lugar para estudar, eu vi ali a grande oportunidade de me ver livre dele, de mudar a minha vida e a minha história. E foi isso que eu fiz, eu me formei em...
Ele levantou do sofá revoltado, passando a mão na cabeça e logo voltou a me olhar, falando alto:
Thomas: Pára de enrolar...essa história eu já sei! O que eu quero saber é como você teve coragem...como você teve a capacidade de se apaixonar por esse homem, Lua? Ele matou o seu pai, como você mesmo falou, ele acabou com a sua vida...então me explica porque eu sou burro....Como você teve coragem de se apaixonar por aquele monstro?
Eu o olhava fixamente, sentindo a onda quente invadir meu corpo e o nós atravessar na minha garganta:
Lua: Eu fiquei apenas 1 dia casada com ele e isso tem 6 anos, Tommy. Só agora eu tive a chance de conhece-lo...
Thomas: Conhece-lo? – ele riu, irônico.- E o que você conheceu? O dinheiro, o glamour, a fama...Francamente, Lu, eu não sabia que você era tão fácil assim!
Eu franzi a testa, refletindo sobre o rumo em que aquela conversa se encaminhava. Levantei devagar, e apontei com raiva o dedo pra ele:
Lua: Você ta me chamando de interesseira?
Thomas: Sentia? – ele interrompeu. – Ele matou o seu pai, e te deportou pra cá. Como você não sentiria ódio por ele?
Lua: Eu me casei com 17 anos, Tommy. Vivi debaixo das asas do meu pai a vida toda até então. Não sabia nada do mundo ou da vida. Quando meu pai morreu, foi como se o meu mundo tivesse desabado. E depois eu fui obrigada a me casar, mas quando soube que eu mudaria de lugar para estudar, eu vi ali a grande oportunidade de me ver livre dele, de mudar a minha vida e a minha história. E foi isso que eu fiz, eu me formei em...
Ele levantou do sofá revoltado, passando a mão na cabeça e logo voltou a me olhar, falando alto:
Thomas: Pára de enrolar...essa história eu já sei! O que eu quero saber é como você teve coragem...como você teve a capacidade de se apaixonar por esse homem, Lua? Ele matou o seu pai, como você mesmo falou, ele acabou com a sua vida...então me explica porque eu sou burro....Como você teve coragem de se apaixonar por aquele monstro?
Eu o olhava fixamente, sentindo a onda quente invadir meu corpo e o nós atravessar na minha garganta:
Lua: Eu fiquei apenas 1 dia casada com ele e isso tem 6 anos, Tommy. Só agora eu tive a chance de conhece-lo...
Thomas: Conhece-lo? – ele riu, irônico.- E o que você conheceu? O dinheiro, o glamour, a fama...Francamente, Lu, eu não sabia que você era tão fácil assim!
Eu franzi a testa, refletindo sobre o rumo em que aquela conversa se encaminhava. Levantei devagar, e apontei com raiva o dedo pra ele:
Lua: Você ta me chamando de interesseira?
Thomas: Se a carapuça serviu...
Eu me aproximei mais dele, incrédula do que ele acabara de falar.
Lua: Quem é você pra me julgar, senhor Bom demais pra tomar vergonha na cara e crescer?
Thomas: Crescer? Você acha mesmo que eu preciso crescer? E quanto a você? Não percebe o que ta fazendo? Não percebe quantas vidas estão em risco?
Lua: Ah, sim! – eu gargalhei. – É muito fácil apontar os erros de uma pessoa e julgar não é?
Thomas: Eu não estou julgado você, Lua. Eu to tentando mostrar pra você o meu ponto de vista, to tentando te mostrar o que você não ta vendo!
Lua: Então me fala, Thomas... O que é que eu não estou vendo? – eu gritei.
Thomas: EU! – Ele se exaltou. – Você não está me vendo! Eu to aqui, Lua, eu sempre estive aqui...
Ele começou a se aproximar de mim, estando perto o bastante a ponto de segurar meu rosto com as duas mãos e sussurrar:
Thomas: Você sabe que eu sou o cara certo. Porque não baixa a guarda e me deixa tentar te fazer feliz?
Eu me aproximei mais dele, incrédula do que ele acabara de falar.
Lua: Quem é você pra me julgar, senhor Bom demais pra tomar vergonha na cara e crescer?
Thomas: Crescer? Você acha mesmo que eu preciso crescer? E quanto a você? Não percebe o que ta fazendo? Não percebe quantas vidas estão em risco?
Lua: Ah, sim! – eu gargalhei. – É muito fácil apontar os erros de uma pessoa e julgar não é?
Thomas: Eu não estou julgado você, Lua. Eu to tentando mostrar pra você o meu ponto de vista, to tentando te mostrar o que você não ta vendo!
Lua: Então me fala, Thomas... O que é que eu não estou vendo? – eu gritei.
Thomas: EU! – Ele se exaltou. – Você não está me vendo! Eu to aqui, Lua, eu sempre estive aqui...
Ele começou a se aproximar de mim, estando perto o bastante a ponto de segurar meu rosto com as duas mãos e sussurrar:
Thomas: Você sabe que eu sou o cara certo. Porque não baixa a guarda e me deixa tentar te fazer feliz?



Perfeita,posta mais
ResponderExcluirOdeio o Thomas
adoro o thomas ♥♥
ResponderExcluirEntão fica com ele e deixa lua pro arthur!
ExcluirODEIOOOOOOO O TOMAS
ResponderExcluirNão gosto desse Thomas e se a Lua ficar com ele eu paro de ler a web porque se foi assim fica ingual as outra.
ResponderExcluirEntão para de ler minha filha,a web é perfeita com ou sem Thomas e ele faz parte.
ExcluirShaii a web é perfeita me deixa cada dia mas curiosa e querendo saber de cada um e os segredos do Arthur. Bjss
Lah
*igual* querida, saiba escreve antes de tudo.
Excluir"Ingual as outra" afff.... minha filha vai aprender a escrever !!
ExcluirO thur precisa ir buscar a Lua já! Tirar ela de perto desse cara!
ResponderExcluirConcordo cm vc !!
ExcluirConcordo cm vc !!
Excluiraff não quero ela com esse cara escroto :(
ResponderExcluirAhhhhhh naoo quero ela com arthur poxa e aposto q a lua vai empurra ele
ResponderExcluiresse triangulo tá foda demais cara hahaha
ResponderExcluiradooro a web!!!
Ain ele gamoou kkkk esse triangulo amoroso vai dar treta.
ResponderExcluirVeja como thomas tentar ter luinha só pra ele hoje no globo reporter kkkk beijos sinara