Cap 23 p.4
Eu não quis mais perguntar
nada. Tudo o que eu fiz foi apoiar os braço na mesa e afundar o rosto nas mãos.
Era como se a minha tivesse dado um giro de 180 graus em uma noite. Estava tudo
tão perfeito na praia, o clima, a lua, o Arthur e por mistério do cosmos, na
manhã seguinte, meu mundo desabada. Talvez eu realmente não fosse a pessoa mais
sortuda do mundo, mas isso tudo era sacanagem demais.
Parte de mim, talvez até a maior parte, dizia que eu tinha que fazer o certo, ou seja, entregar Arthur Aguiar para as autoridades. Mas tinha uma pequena parte, mas não menos importante que via nele, um homem...diferente.
Bom, de fato ele era diferente, não é sempre que somos casadas com um criminoso milionário.
Mas não era o dinheiro, ou o glamour do mundo dele, mas as coisas que ele me dizia e no que ele me fazia acreditar...Eu pensei que talvez, pudesse mesmo existir alguma coisa boa dentro dele!
Thomas: Eu to saindo daqui amanhã de manhã. Quer ir comigo?
Ele estava mais calmo, sereno, e procurava se pôr no meu lugar:
Lua: Onde é?
Thomas: Ela vive sozinha em Boston.
Eu não falei nada, na verdade, eu não tinha nada pra falar.
Thomas: Eu não vou te pressionar a vir comigo, mas quero que você saiba que eu vou agir daqui pra frente, dependendo da sua decisão. É uma decisão séria, Lua. Não se trata de você e seu conto de fadas com o príncipe encantado da Califórnia, se trata de um crime federal que envolve a vida de milhares de inocentes, inclusive você e seu pai.
Eu quis levantar dali e mandar ele calar a*******da boca, mas ele continuava a falar:
Thomas: Você tem a chance de fazer diferente, de dar a volta por cima, e mais do que isso: Tem a chance de salvar a vida das próximas vítimas dele. Ou você quer que mais garotas passem pelo o que você passou?...Bom, é uma escolha sua. Me ligue se tiver uma resposta!
Eu pude perceber que ele levantou da mesa, provavelmente deve ter ido embora.
Parte de mim, talvez até a maior parte, dizia que eu tinha que fazer o certo, ou seja, entregar Arthur Aguiar para as autoridades. Mas tinha uma pequena parte, mas não menos importante que via nele, um homem...diferente.
Bom, de fato ele era diferente, não é sempre que somos casadas com um criminoso milionário.
Mas não era o dinheiro, ou o glamour do mundo dele, mas as coisas que ele me dizia e no que ele me fazia acreditar...Eu pensei que talvez, pudesse mesmo existir alguma coisa boa dentro dele!
Thomas: Eu to saindo daqui amanhã de manhã. Quer ir comigo?
Ele estava mais calmo, sereno, e procurava se pôr no meu lugar:
Lua: Onde é?
Thomas: Ela vive sozinha em Boston.
Eu não falei nada, na verdade, eu não tinha nada pra falar.
Thomas: Eu não vou te pressionar a vir comigo, mas quero que você saiba que eu vou agir daqui pra frente, dependendo da sua decisão. É uma decisão séria, Lua. Não se trata de você e seu conto de fadas com o príncipe encantado da Califórnia, se trata de um crime federal que envolve a vida de milhares de inocentes, inclusive você e seu pai.
Eu quis levantar dali e mandar ele calar a*******da boca, mas ele continuava a falar:
Thomas: Você tem a chance de fazer diferente, de dar a volta por cima, e mais do que isso: Tem a chance de salvar a vida das próximas vítimas dele. Ou você quer que mais garotas passem pelo o que você passou?...Bom, é uma escolha sua. Me ligue se tiver uma resposta!
Eu pude perceber que ele levantou da mesa, provavelmente deve ter ido embora.



cada dia melhor.... c:
ResponderExcluirfaz maratona
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