Cap 23 p.5
Eu dei um tempo na mesa do bar, esperando tempo suficiente pra ele ir
embora de vez. Tentem se pôr no meu lugar por um minuto...O que vocês fariam?
Eu simplesmente não sabia o que fazer, e isso me machucava, porque eu nunca me
permiti sentir algum tipo de sentimento bom por ele, eu sempre cultivei coisas
ruim sobre ele, e ser pega de surpresa com uma dúvidas dessa era cruel demais,
demais!
Eu peguei minha bolsa, deixei o bar e arranquei com o meu carro. Eu estaria traindo meu pai, todas as pessoas que morreram, e antes de todos, eu estaria me traindo, mas não. Eu não ia deixar nada acontecer com ele, eu tinha tomado essa decisão. Ele seria um homem melhor, eu tinha certeza disso.
Dirigi com pressa até a mansão, e me perguntei se ele estaria lá, porque ainda era a hora do almoço, mas a resposta veio, quando eu vi o carro dele estacionado na frente da casa. Eu também estacionei e caminhei rapidamente até a mansão.
Arthur: Oi, Katia. Onde está Arthur? – eu perguntei, encontrando com ela na cozinha.
Katia: Ele está no quarto, mas já vai descer para o almoço. Você também vai comer?
Arthur: Sim, coloque meu prato, por favor!
Eu sorri, mas logo me dirigi até o quarto dele. Bati na posta duas vezes, sem resposta. A abri lentamente e não vi ninguém, estava tudo como vi da ultima vez.
Mas foi só eu olhar na sacada da janela, pra ter a certeza:
Lua: Arthur?
Ele estava com as mãos no rosto da Giovanna, a pouquíssimos centímetros de beija-la.
Eu peguei minha bolsa, deixei o bar e arranquei com o meu carro. Eu estaria traindo meu pai, todas as pessoas que morreram, e antes de todos, eu estaria me traindo, mas não. Eu não ia deixar nada acontecer com ele, eu tinha tomado essa decisão. Ele seria um homem melhor, eu tinha certeza disso.
Dirigi com pressa até a mansão, e me perguntei se ele estaria lá, porque ainda era a hora do almoço, mas a resposta veio, quando eu vi o carro dele estacionado na frente da casa. Eu também estacionei e caminhei rapidamente até a mansão.
Arthur: Oi, Katia. Onde está Arthur? – eu perguntei, encontrando com ela na cozinha.
Katia: Ele está no quarto, mas já vai descer para o almoço. Você também vai comer?
Arthur: Sim, coloque meu prato, por favor!
Eu sorri, mas logo me dirigi até o quarto dele. Bati na posta duas vezes, sem resposta. A abri lentamente e não vi ninguém, estava tudo como vi da ultima vez.
Mas foi só eu olhar na sacada da janela, pra ter a certeza:
Lua: Arthur?
Ele estava com as mãos no rosto da Giovanna, a pouquíssimos centímetros de beija-la.
Eu lancei um olhar indignado pra ele, como se aquela imagem
de homem ‘íntegro’ que ele me passara fosse tudo farsa,
mentira...Ilusão!
Eu senti nojo dele e a repulsa á ele foi instantânea:
Arthur: Lua? – ele me olhou assustado.- O que faz aqui?
Lua: Como você teve coragem?
Arthur: Eu não...Não é o que...
Lua: Não é o que eu to pensando, Arthur? É o quê então?
Arthur: A Giovanna veio aqui para...
Lua: Para trabalhar, eu suponho. – eu ri, sarcástica. – Porque a Giovanna é uma santa, não é Arthur? Ela só faz o trabalho dela.
Arthur: Não, por favor, me escuta...
Eu fiz o maior esforço que pude para engolir o choro e fui dando ré, me afastando daquilo tudo, me afastando dele, me afastando da cara de deboche dela...
Eu deixei o quarto, caminhando ereta até o meu quarto, e agilmente tirando minhas roupas do armário e as colocando em uma mala, mas não demorou muito para ele aparecer lá, escancarando a porta e apresentando aquela cara de bosta ao me ver fazendo as malas:
Arthur: O que é isso?
Eu não respondi e continuei fazendo as malas.
Eu senti nojo dele e a repulsa á ele foi instantânea:
Arthur: Lua? – ele me olhou assustado.- O que faz aqui?
Lua: Como você teve coragem?
Arthur: Eu não...Não é o que...
Lua: Não é o que eu to pensando, Arthur? É o quê então?
Arthur: A Giovanna veio aqui para...
Lua: Para trabalhar, eu suponho. – eu ri, sarcástica. – Porque a Giovanna é uma santa, não é Arthur? Ela só faz o trabalho dela.
Arthur: Não, por favor, me escuta...
Eu fiz o maior esforço que pude para engolir o choro e fui dando ré, me afastando daquilo tudo, me afastando dele, me afastando da cara de deboche dela...
Eu deixei o quarto, caminhando ereta até o meu quarto, e agilmente tirando minhas roupas do armário e as colocando em uma mala, mas não demorou muito para ele aparecer lá, escancarando a porta e apresentando aquela cara de bosta ao me ver fazendo as malas:
Arthur: O que é isso?
Eu não respondi e continuei fazendo as malas.



ai q odio da Giovana
ResponderExcluir♥♥♥♥♥♥
ResponderExcluirPosta maisssssss
ResponderExcluirTo amando a web vc escreve muito bem ♥♥
+++++++++++++++++++++++++++++++
ResponderExcluirLinda a web posta mais hoje
ResponderExcluirFaz uma maratonaaaaa!! pfpfpfpfpf MUito perfeita essa webb
ResponderExcluirMuuuito bonito pra cara dela nao deixar ele nem explicar sendo q ela tava no maior amasso com o amigo dela na piscina um tempo atrás !! Maaaais
ResponderExcluirEla devia escutar ele até por que não foi ele que disse "me fode tommy"!
ResponderExcluirEla devia parar pra pensar.
kkkkkkkkkkkk OMG... Morri de rir depois q li seu comentario, mas vc tem toda a razão!
ExcluirEU ODEIO A GIOVANNA COM TODAS AS MINHAS FORÇAS! TANTO ESSA DA FIC QUANDO A DA VIDA REAL!
ResponderExcluirNão Lua tem fica com Arthur e deixa ele explica afinal foi ela que
ResponderExcluirtraiu ele com aguele coisa feia e nao faz a web fica mesma da outra.