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sábado, 19 de abril de 2014

Amigo Secreto - A Lista de Desejos

Capitulo 5

Quando chegou ao apartamento de Arthur, Lua estava decidida a ter uma boa noite de diversão. Já que ela estava cedendo, que pelo menos aproveitasse ao máximo a ocasião. Ponto final. Portanto, quando tocou a campainha e Arthur a atendeu usando apenas um gorro de Papai Noel e um avental com a inscrição "Dê um beijo no cozinheiro", ela largou a bolsa com sua troca de roupa no chão e pulou em cima dele.

"Puta merda." Pego de surpresa, ele cambaleou para trás, mas conseguiu ao menos fechar a porta antes de se jogar no sofá mais próximo. Eles desabaram sobre o couro preto - um homem seminu e sua parceira para lá de determinada. Montada sobre ele, Lua se inclinou para frente e o beijou com ardor. O cheiro dele tomou conta de seus sentidos, e seus mamilos endureceram, dicando dolorosamente pontudos.
Arthur soltou um grunhido.
Lua se sentou sobre sua volumosa ereção, um sinal claro de que ele também estava mais do que pronto para ela. Remexendo no bolso da saia, ela tirou a camisinha e largou sobre o peito dele. "Põe essa coisa logo."
Piscando os olhos, surpreso, Arthur perguntou: "Assim, do nada ? Oi, tudo bem, vamos trepar ?".
"Esta achando ruim ?"
"De jeito nenhum." Enquanto ela se ajoelhava para levantar a saia, ele rasgou a embalagem do preservativo com uma pressa quase cômica. Quando olhou para cima de novo, seu olhar foi direto para o meio das pernas dela.
"Minha nossa. Lua... Você está sem calcinha."
"Ops. Eu devo ter esquecido de vestir." Ela prendeu a bainha da saia no elástico da cintura.
Enquanto punha a camisinha, ele lambeu os lábios. "A lista de desejos de quem estamos realizando mesmo ?"
O desejo estampado nos olhos semicerrados dele a fez estremecer. O gorro de Papai Noel estava todo torto, e os cabelos, caídos sobre a testa. Somando-se a isso o fato de estar usando apenas o avental, a aparência dele deveria estar ridícula. Porém, em vez disso, ele parecia delicioso. Seus braços eram extremamente sensuais, com sua pele bronzeada e os músculos bem definidos. 

"Vem aqui." Esse comando foi emitido com uma voz rouca e sedutora que a deixou toda arrepiada, apesar de o calor da lareira aquecer a sala inteira.
"Onde ?", ela perguntou baixinho, em tom de provocação.
"Até a minha boca. Eu quero lamber você todinha."
Claro, como não ?
Obrigando a si mesma a se mover lentamente para não parecer desesperada, Lua se ajoelhou no sofá sobre a cabeça dele. Com um joelho apoiado em um braço do sofá e o outro na borda do assento, ela se abriu inteira, proporcionando a ele uma visão ilimitada. As mãos dele subiram por suas coxas, enquanto ele respirava com a boca junto a seu sexo. Ele apertou a bunda dela, e Lua gemeu de tesão...
E então passou a língua pelo seu sexo em uma lambida longa e caprichada. Ela se agarrou ao sofá como se fosse uma boia salva-vidas, e começou a gemer.
Acariciando a parte posterior das coxas dela, ele continuou se fartando, deslizando a língua pela abertura de Lua. Quando encontrava um lugarzinho que a fazia gemer mais alto, ele se concentrava por lá por um instante antes de continuar sua exploração, sem nunca deixar de voltar de tempos em tempos ao clitóris.
"Não goza agora", ele murmura quando ela começou a tremer toda.
"Está brincando ?", ela rebateu, ofegante, remexendo os quadris na boca dele. "A culpa é sua, por ser tão bom nisso."
Ele soltou um risinho de pura satisfação masculina. "Eu quero que o meu pau esteja dentro de você quando gozar."
Ela estremeceu violentamente. "Então é melhor você pôr lodo essa camisinha."
"Eu já estou pronto, se você quiser."
"Hã ?"
O sorriso de Arthur era pura malícia. "Acho que você acabou se distraindo um pouco."
Virando a cabeça para o outro lado do sofá, ela arregalou os olhos. Ele levantou o avental e revelou o objeto dos sonhos dela, tanto dormindo como acordada. Grosso, comprido e arqueado na direção da barriga, o pau dele a fez salivar. Não era à toa que o sujeito tinha aquele ar de "eu sei que vou enlouquecer você na cama". A foto que ela ganhou não fazia jus ao que estava vendo ao vivo e em cores.
Ela engoliu em seco e se posicionou sobre os quadris dele, e Arthur ajeitou o pau no ângulo certo. Sentindo seu coração disparar dentro do peito, Lua ficou parada por um instante, Se passasse daquele ponto não poderia mais voltar atrás. As coisas nunca mais seriam iguais entre eles depois que fizesse sexo. Ela seria capaz de lidar com isso ? Saberia manter o distanciamento necessário ?
"Lua."
Ela o encarou fixamente.
"Esqueceu a sua lista ?" O lindo rosto de Arthur estava vermelho e sua boca estava toda melada, mas, apesar de toda a sua sensualidade, seus olhos chocolate transmitiam cumplicidade e desejo na mesma medida. "Não tem problema nenhum você realizar seus desejos", ele disse baixinho. "Ainda mais sendo de comum acordo entre as partes."
Ela respirou fundo, e notou a música natalina tocando ao fundo, e o cheio de um pinheiro sem decoração encostado em um canto da sala. Caso fosse pra casa, passaria a noite sozinha. Ou então poderia ficar com Arthur Aguiar. Era isso que ela queria. E era Natal!

Molhada de tanta vontade, ela foi deslizando sobre ele lentamente, tomando para si o único presente que queria ganha naquele ano. A única coisa que tinha desejado em muitos anos. Ser tocada e possuída. Ser desejada.
"Ah, isso", ele grunhiu, passando as mãos pelas coxas dela, arqueando as costas. "Minha nossa, como você é gostosa."
Lua mordeu o lábio inferior, sentindo a penetração ir cada vez mais fundo. Ele a preencheu por inteiro, e sua rigidez a fez perder o fôlego. E o comprimento dele, e a largura... Quando as nádegas dela encostaram nas coxas musculosas dele, ela deixou escapar um ruído que mostrava o quanto estava entregue e fragilizada.

"Pode deixar comigo", Arthur falou com a voz áspera quando ela se deixou cair sobre ele, toda trêmula. Ele acariciou suas costas, murmurando?
"Levanta só um pouquinho... Shh, pode deixar que eu me ajeito... Assim. Agora é só ficar paradinha aí."
Ele ergueu os quadris, penetrando-a com uma estocada de tirar o fôlego.
"Arthur." Ela afundou o rosto no pescoço dele, sentindo seu sexo se contrair completamente. "Ah."
Ele repetiu o movimento, entrando profundamente em sua abertura faminta. "Está gostoso ?", ele perguntou, arfando.
"Eu estou louquinha de tesão." ela olhou para ele. Arthur respirou fundo, e seu peito comprimiu os seis dela. Lua desejou estar nua naquele momento, para sentir o contato de sua pele contra a dele.
"Que bom. Eu não queria ser o único a ficar assim." Segurando-a pelos quadris, ele acelerou o ritmo, deixando apenas a cabeça lá dentro antes de meter até o fundo, soltando ruídos guturais.

Gemendo baixinho, ela o segurou pelos ombros e se deixou levar pelo ritmo das pancadas do quadril dele contra o seu. Ele era tão gostoso... Tão cheiroso...
Arthur falou por entre os dentes cerrados. "Não precisa me esperar." Ele finalizou sua ordem com uma estocada brutal, que comprimiu o clitóris dela da maneira ideal.
Foi um orgasmo estonteante. Ela ficou paralisada, incapaz de se mover. Cada célula de seu corpo estava concentrada na contração de seu sexo em torno da infinita extensão do pau dele. Arthur se contorceu sob ela, e depois a puxou com força contra i, rugindo no ouvido dela enquanto gozava.

Abraçada a ele, Lua ouviu as violentas batidas de seu coração, misturadas com o ritmo suave da música, e se sentiu querida e acolhida.
Pela primeira vez em muito tempo, seu Natal parecia um Natal de verdade.

Eu disse que iria esquentar. Tem muito mais nos próximos capitulos. Não deixem de comentar.

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