CAPÍTULO 6 p.2-
VINGANÇA DE DESEJO
(...)
Já nadava há meia hora quando avistei um olhar surpreso: olhos Castanhos escuros brilhando em minha direção. Ele estava apenas de jeans, camisa, jaqueta e tênis. O perfeito básico. Chay parecia hipnotizado com a minha presença, apesar de também parecer que estava tendo uma boa noite... Até eu incomodá-lo no seu sono. Bem, aquela expressão, não parecia de alguém que havia sido incomodado pela chefe no meio da noite.
- Foi até rápido a me encontrar. - eu comentei, nadando para a borda da piscina.
- Já sabia onde você estava, só demorei a criar coragem para atender um chamado no meio da noite. - ele engoliu em seco.
- Sei... Está com sono? - perguntei-lhe, chegando finalmente à borda.
- Estava, quer dizer...
- Entendo. - eu sorri-lhe, então subindo ao solo firme puxando o meu próprio peso para cima. Enxuguei os cabelos, torcendo-os, e levantei. Foi então que percebi meu total controle sobre ele, Chay Suede. Eu quis rir, mas apenas deixei soltar um sorriso no canto dos lábios e fui até uma cadeira próxima, onde pude encontrar o meu roupão. Passei a me enxugar, e fiquei olhando furtivamente para ele, observando-o tentar manter os próprios pensamentos pervertidos para si. Foi então que eu já estava possuída pelo desejo de vingança (ou seria vingança de desejo?); e joguei o roupão de lado. Podia ser que o hotel tivesse um complexo de câmeras... Who cares?
- Sabe uma coisa que eu sempre quis fazer quando vejo pessoas perto da piscina? - perguntei, finalmente o encarando.
- Hã? O-o quê?
- Empurrá-las. - Respondi, empurrando-o para dentro da piscina quente
- Está louca, mulher? - ele perguntou surpreso, com a roupa toda molhada grudando no corpo. Eu pulei na piscina e retirei a sua jaqueta, jogando-a para terra firme.
- A jaqueta não combinava com seu estilo molhado. - Eu pisquei. - Desculpe se destruí algo que estava no seu bolso, bad boy. - sorri, me aproximando dele.
Cada músculo do seu peitoral estava devidamente delineado pela camisa molhada, o que me fazia ter orgulho do meu lado insano ao permitir tal imagem do paraíso. Chay era, com toda certeza, gostoso. As tatuagens que havia feito apenas o deixaram mais sexy - o que uma chefe de empresa não devia admitir, mas bem, essa sou eu, né?
Ele percebeu a aproximação repentina, e logo fez o favor de me puxar mais para perto, fazendo-me arrepiar com o contato, além de voltar velhos sentimentos que tinha toda vez que ele se aproximava daquele jeito. Chay, aquele que parava com todo o meu organismo; sem ar para respirar, sem forças para se mover, sem sanidade para conter.
- O que você está fazendo, Blanco? - perguntou com sua voz masculina, arrepiando-me. Ele conseguia ser bem rude e sexy com as palavras: ao mesmo tempo.
- Sentiu saudade do seu tempo de chefe para me tratar com tamanha audácia, bonitinho? - ri. Ele riu também, só que seu hálito estava demasiado perto do meu rosto. Não era de menta refrescante como do Aguiar, mas ainda assim entorpecia com um leve cheiro de Malboro red e pasta de dente. Agora eu entendia porque Emily fazia questão de ter os dois, de uma vez só. Garota gulosa.
- Lu, Lu... O que você quer com isso tudo?
- Seduzir. - Sorri largo.
- Bem, isso você já conseguiu, parabéns. Mas por quê?
- E isso importa? - ele respondeu com silêncio, apenas a me encarar. Coloquei os braços ao redor do seu pescoço, segurando-o pelos cabelos, trazendo aquele hálito para cada vez mais perto da minha boca. - Hein? Desde quando porquês importam?
- Bem, para ter você, eu não me importo mesmo com o porquê.
- É, eu já sabia disso.
Nossos lábios a centímetros de distância. A respiração ofegante dele fazia cócegas na pele do meu rosto. Ele quis se aproximar para o toque final, mas eu estava o segurando pelos cabelos, e o impedi. Ele estranhou, então eu sorri, e usei o meu poder sobre seus cabelos para aproximá-lo num beijo mais feroz. Parecia algo de quem tinha sede no deserto e acabava de encontrar um oásis. Os movimentos eram bruscos, nossas línguas não se tocavam, e sim lutavam, como num ringue por sobrevivência. Suede tinha uma língua áspera, inteligente. Empolgada, acabei por colocar as minhas pernas ao redor dos seus quadris, e ele com suas mãos tão ásperas e rudimentares quanto a sua língua, segurou-me pela cintura. Chay apertava-me de tal modo, como se eu fosse uma presa prestes a fugir, pressionava seus dedos em minha pele.
Os instintos que me guiavam eram completamente rústicos. Eu apenas pensava em tê-lo, logo, acabar com aquilo; mas ao mesmo tempo queria que aquela noite durasse mais e mais.
Chay deu passos laterais até a borda da piscina. Chegando lá, imprensou-me entre seu corpo e a parede. Mordeu meu lábio inferior, finalmente deixando-me (tentar) respirar depois de um beijo como aquele. Eu ofegava, procurando ar, e ao mesmo tempo sorrindo, sem conseguir me controlar. Era tão errado, na piscina do hotel... As mãos de Chay então começaram a fazer um trajeto mais perigoso, subindo pelas minhas cochas, experimentando o elástico do maiô. Nossas testas estavam grudadas uma na outra, nossos narizes se tocavam, e eu ainda abraçava-o pelo pescoço. Estava mais alta que ele. Foi quando senti seus dedos espertos adentrarem meu maiô, apalpando minha bunda, e então vindo mais para frente. Ele era rápido, tudo estava indo muito rápido. Quando seus dedos estavam próximos da minha intimidade, ouvi passos de aproximação. Ops, talvez seria errado demais naquela piscina.
Empurrei-o, fazendo com que se assustasse. Mandei-lhe fazer silêncio e me acompanhar. Subi à borda da piscina e corri para pegar meu roupão. Mal viChay saindo da piscina, joguei o roupão para ele e pedi que tirasse a roupa molhada e colocasse o roupão, rápido. Eu sabia que tinha alguém vindo. Deus. Só podia ser a segurança do hotel. A adrenalina que supostamente me faria entrar em pânico, simplesmente me fazia sentir um prazer de aventura!
Eu queria estar olhando para Chay, retirando aquelas roupas, mas tinha de vigiar a porta. Foi então que eu avistei o autor dos passos: um segurança do hotel. Pronto, era só o que faltava. O que estaria eu fazendo às 3 da manhã na sauna do hotel com um homem encharcado? Eu nem tinha criatividade para criar algo inocente. Foi então que eu me virei rápida e corri para um Chay que estava torcendo a sua camisa molhada. Que visão... Mal pude me deleitar, peguei-o pelo braço e passamos a correr para a outra saída da sauna.
- O que foi, Lu?
- Ora o que foi, tem um segurança vindo. Vou muito parar para explicar o que estou fazendo a essa hora, com você, um homem encharcado, na sauna do hotel. Isso é um cinco estrelas, Chay.
- Bem, isso eu já percebi. Mas precisa realmente correr? Eu acho que vou escorregar a qualquer momento.
- Veja pelo lado bom... - eu abri a porta da saída, empurrando-o para fora, eufórica. - Bem, eu não consigo ver um lado bom. Meu quarto é no andar de cima, vamos, escadas. - chamei-o para as escadas de emergência.
Chay estava eufórico e sorridente, seguia tudo que eu mandava fazer. "Sobe as escadas", "Me dá o roupão", "Faça silêncio!"
Estava emocionante a nossa fuga do segurança da escada. Corríamos feitos loucos até o meu quarto, molhando todo o piso, sem se importar, apenas rindo como duas hienas atacadas. Eu sentia, definitivamente, a amizade que havia crescido entre nós dois durante aquele tempo. Era gratificante.
Quando finalmente avistei o meu quarto, pedi a ele o roupão e tirei do bolso o cartão magnético que era a chave. Por muita sorte não havia desmagnetizado o cartão, com toda aquela movimentação e umidez. Assim que a porta abriu, puxei Chay para dentro e tranquei nós dois ali dentro. Nossa respiração estava descompassada e ofegante, e havia dois motivos para estarmos eufóricos: o beijo e a correria. Entreolhamo-nos cúmplices e gargalhamos, mais uma vez. (n/a: 41 hotel: quarto, banheiro, sala.)
Já nadava há meia hora quando avistei um olhar surpreso: olhos Castanhos escuros brilhando em minha direção. Ele estava apenas de jeans, camisa, jaqueta e tênis. O perfeito básico. Chay parecia hipnotizado com a minha presença, apesar de também parecer que estava tendo uma boa noite... Até eu incomodá-lo no seu sono. Bem, aquela expressão, não parecia de alguém que havia sido incomodado pela chefe no meio da noite.
- Foi até rápido a me encontrar. - eu comentei, nadando para a borda da piscina.
- Já sabia onde você estava, só demorei a criar coragem para atender um chamado no meio da noite. - ele engoliu em seco.
- Sei... Está com sono? - perguntei-lhe, chegando finalmente à borda.
- Estava, quer dizer...
- Entendo. - eu sorri-lhe, então subindo ao solo firme puxando o meu próprio peso para cima. Enxuguei os cabelos, torcendo-os, e levantei. Foi então que percebi meu total controle sobre ele, Chay Suede. Eu quis rir, mas apenas deixei soltar um sorriso no canto dos lábios e fui até uma cadeira próxima, onde pude encontrar o meu roupão. Passei a me enxugar, e fiquei olhando furtivamente para ele, observando-o tentar manter os próprios pensamentos pervertidos para si. Foi então que eu já estava possuída pelo desejo de vingança (ou seria vingança de desejo?); e joguei o roupão de lado. Podia ser que o hotel tivesse um complexo de câmeras... Who cares?
- Sabe uma coisa que eu sempre quis fazer quando vejo pessoas perto da piscina? - perguntei, finalmente o encarando.
- Hã? O-o quê?
- Empurrá-las. - Respondi, empurrando-o para dentro da piscina quente
- Está louca, mulher? - ele perguntou surpreso, com a roupa toda molhada grudando no corpo. Eu pulei na piscina e retirei a sua jaqueta, jogando-a para terra firme.
- A jaqueta não combinava com seu estilo molhado. - Eu pisquei. - Desculpe se destruí algo que estava no seu bolso, bad boy. - sorri, me aproximando dele.
Cada músculo do seu peitoral estava devidamente delineado pela camisa molhada, o que me fazia ter orgulho do meu lado insano ao permitir tal imagem do paraíso. Chay era, com toda certeza, gostoso. As tatuagens que havia feito apenas o deixaram mais sexy - o que uma chefe de empresa não devia admitir, mas bem, essa sou eu, né?
Ele percebeu a aproximação repentina, e logo fez o favor de me puxar mais para perto, fazendo-me arrepiar com o contato, além de voltar velhos sentimentos que tinha toda vez que ele se aproximava daquele jeito. Chay, aquele que parava com todo o meu organismo; sem ar para respirar, sem forças para se mover, sem sanidade para conter.
- O que você está fazendo, Blanco? - perguntou com sua voz masculina, arrepiando-me. Ele conseguia ser bem rude e sexy com as palavras: ao mesmo tempo.
- Sentiu saudade do seu tempo de chefe para me tratar com tamanha audácia, bonitinho? - ri. Ele riu também, só que seu hálito estava demasiado perto do meu rosto. Não era de menta refrescante como do Aguiar, mas ainda assim entorpecia com um leve cheiro de Malboro red e pasta de dente. Agora eu entendia porque Emily fazia questão de ter os dois, de uma vez só. Garota gulosa.
- Lu, Lu... O que você quer com isso tudo?
- Seduzir. - Sorri largo.
- Bem, isso você já conseguiu, parabéns. Mas por quê?
- E isso importa? - ele respondeu com silêncio, apenas a me encarar. Coloquei os braços ao redor do seu pescoço, segurando-o pelos cabelos, trazendo aquele hálito para cada vez mais perto da minha boca. - Hein? Desde quando porquês importam?
- Bem, para ter você, eu não me importo mesmo com o porquê.
- É, eu já sabia disso.
Nossos lábios a centímetros de distância. A respiração ofegante dele fazia cócegas na pele do meu rosto. Ele quis se aproximar para o toque final, mas eu estava o segurando pelos cabelos, e o impedi. Ele estranhou, então eu sorri, e usei o meu poder sobre seus cabelos para aproximá-lo num beijo mais feroz. Parecia algo de quem tinha sede no deserto e acabava de encontrar um oásis. Os movimentos eram bruscos, nossas línguas não se tocavam, e sim lutavam, como num ringue por sobrevivência. Suede tinha uma língua áspera, inteligente. Empolgada, acabei por colocar as minhas pernas ao redor dos seus quadris, e ele com suas mãos tão ásperas e rudimentares quanto a sua língua, segurou-me pela cintura. Chay apertava-me de tal modo, como se eu fosse uma presa prestes a fugir, pressionava seus dedos em minha pele.
Os instintos que me guiavam eram completamente rústicos. Eu apenas pensava em tê-lo, logo, acabar com aquilo; mas ao mesmo tempo queria que aquela noite durasse mais e mais.
Chay deu passos laterais até a borda da piscina. Chegando lá, imprensou-me entre seu corpo e a parede. Mordeu meu lábio inferior, finalmente deixando-me (tentar) respirar depois de um beijo como aquele. Eu ofegava, procurando ar, e ao mesmo tempo sorrindo, sem conseguir me controlar. Era tão errado, na piscina do hotel... As mãos de Chay então começaram a fazer um trajeto mais perigoso, subindo pelas minhas cochas, experimentando o elástico do maiô. Nossas testas estavam grudadas uma na outra, nossos narizes se tocavam, e eu ainda abraçava-o pelo pescoço. Estava mais alta que ele. Foi quando senti seus dedos espertos adentrarem meu maiô, apalpando minha bunda, e então vindo mais para frente. Ele era rápido, tudo estava indo muito rápido. Quando seus dedos estavam próximos da minha intimidade, ouvi passos de aproximação. Ops, talvez seria errado demais naquela piscina.
Empurrei-o, fazendo com que se assustasse. Mandei-lhe fazer silêncio e me acompanhar. Subi à borda da piscina e corri para pegar meu roupão. Mal viChay saindo da piscina, joguei o roupão para ele e pedi que tirasse a roupa molhada e colocasse o roupão, rápido. Eu sabia que tinha alguém vindo. Deus. Só podia ser a segurança do hotel. A adrenalina que supostamente me faria entrar em pânico, simplesmente me fazia sentir um prazer de aventura!
Eu queria estar olhando para Chay, retirando aquelas roupas, mas tinha de vigiar a porta. Foi então que eu avistei o autor dos passos: um segurança do hotel. Pronto, era só o que faltava. O que estaria eu fazendo às 3 da manhã na sauna do hotel com um homem encharcado? Eu nem tinha criatividade para criar algo inocente. Foi então que eu me virei rápida e corri para um Chay que estava torcendo a sua camisa molhada. Que visão... Mal pude me deleitar, peguei-o pelo braço e passamos a correr para a outra saída da sauna.
- O que foi, Lu?
- Ora o que foi, tem um segurança vindo. Vou muito parar para explicar o que estou fazendo a essa hora, com você, um homem encharcado, na sauna do hotel. Isso é um cinco estrelas, Chay.
- Bem, isso eu já percebi. Mas precisa realmente correr? Eu acho que vou escorregar a qualquer momento.
- Veja pelo lado bom... - eu abri a porta da saída, empurrando-o para fora, eufórica. - Bem, eu não consigo ver um lado bom. Meu quarto é no andar de cima, vamos, escadas. - chamei-o para as escadas de emergência.
Chay estava eufórico e sorridente, seguia tudo que eu mandava fazer. "Sobe as escadas", "Me dá o roupão", "Faça silêncio!"
Estava emocionante a nossa fuga do segurança da escada. Corríamos feitos loucos até o meu quarto, molhando todo o piso, sem se importar, apenas rindo como duas hienas atacadas. Eu sentia, definitivamente, a amizade que havia crescido entre nós dois durante aquele tempo. Era gratificante.
Quando finalmente avistei o meu quarto, pedi a ele o roupão e tirei do bolso o cartão magnético que era a chave. Por muita sorte não havia desmagnetizado o cartão, com toda aquela movimentação e umidez. Assim que a porta abriu, puxei Chay para dentro e tranquei nós dois ali dentro. Nossa respiração estava descompassada e ofegante, e havia dois motivos para estarmos eufóricos: o beijo e a correria. Entreolhamo-nos cúmplices e gargalhamos, mais uma vez. (n/a: 41 hotel: quarto, banheiro, sala.)
Creditos: Fanfics Obession



Pensei que a web fosse luar,nossa que raiva,a lua parace uma vadia nessa web,e ainda vc fica pondo detalhe hot da lua e do chay ,aff,afff
ResponderExcluireu gostei mais ela tem que fica com Arthur no final
ResponderExcluirLua ta aprontando todas eim kkkkk'
ResponderExcluirSafadhenha u.u
Quero so ver a no que vai dar isso u.u
Adorei