Cap 76
Assim que adentrou o local, todos ficaram boquiabertos com a
beleza da moça. Ela era loira, alta, corpo elegante e usava um vestido branco
bem sofisticado.
Era como se ela estive preenchido a sala, todos pararam para olha-la, como se fosse a presença mais importante da noite, e de fato era.
Como Arthur já havia falado uma vez, ela desdenhava de tudo ali, e principalmente de mim por tê-la feito ser criada longe dos pais. Então, eu teria que ser forte o bastante para lidar com essa situação.
Percebendo minha aflição, ele sussurrou:
Arthur: Vai dar tudo certo.
Ele me deu o braço, e me levou até ela, que parecia neutra:
Arthur: Quanto tempo, Camillie!
Camillie: É, sim, Arthur, muito tempo! – sorriu.- Pai, mãe, como você estão?
Pedro: Bem, com saudades da família!
Katia: Você está linda, minha filha. – Katia transbordava felicidade.
Camillie: Obrigada mãe, a senhora também está ótima!
Thomas: Concordo com ela, você está linda. – Ele se aproximou, pegou a mão dela e beijou. – Thomas, ao seu dispor!
Ela o olhou fixamente, sorrindo de canto.
Camillie: Obrigada, Thomas. Suponho que você é Lua Aguiar! – Ela me encarou de cima a baixo.
Lua: Sim, também escutei muito sobre você. – Eu sorri, estendo a mão.
Camillie: Então será uma noite longa!
Ela não apertou, mas fixou o olhar em cima de mim.
Era como se ela estive preenchido a sala, todos pararam para olha-la, como se fosse a presença mais importante da noite, e de fato era.
Como Arthur já havia falado uma vez, ela desdenhava de tudo ali, e principalmente de mim por tê-la feito ser criada longe dos pais. Então, eu teria que ser forte o bastante para lidar com essa situação.
Percebendo minha aflição, ele sussurrou:
Arthur: Vai dar tudo certo.
Ele me deu o braço, e me levou até ela, que parecia neutra:
Arthur: Quanto tempo, Camillie!
Camillie: É, sim, Arthur, muito tempo! – sorriu.- Pai, mãe, como você estão?
Pedro: Bem, com saudades da família!
Katia: Você está linda, minha filha. – Katia transbordava felicidade.
Camillie: Obrigada mãe, a senhora também está ótima!
Thomas: Concordo com ela, você está linda. – Ele se aproximou, pegou a mão dela e beijou. – Thomas, ao seu dispor!
Ela o olhou fixamente, sorrindo de canto.
Camillie: Obrigada, Thomas. Suponho que você é Lua Aguiar! – Ela me encarou de cima a baixo.
Lua: Sim, também escutei muito sobre você. – Eu sorri, estendo a mão.
Camillie: Então será uma noite longa!
Ela não apertou, mas fixou o olhar em cima de mim.
Agora que todos já estava presentes, nós nos dirigimos até a sala
de jantar, onde uma grande mesa estava posta, com 6 lugares.
Arthur como anfitrião, sentou-se na ponta, eu me sentei a sua esquerda, Camillie a sua direita, Pedro do meu lado, Katia a sua frente e Tommy se sentou na outra ponta da mesa, frente à Arthur.
Não sei para os outros, mas para mim o clima estava tensão, Camillie me lançava uns olhares estranhos, como se ver meu rosto, ver quem eu era desencadeava uma infância que ela não teve, que foi roubada pelo fato de eu estar viva. E eu não a culpava, se ela foi criada as escondidas foi por minha causa, com certeza ela me odiava.
Camillie: Então, Lua...Fale mais sobre você.
Ela me olhou, enquanto todos se serviam.
Lua: Sobre mim? – eu sorri.- Creo que não há nada que você não saiba.
Camillie: Mas eu quero ouvir as suas palavras, quero saber o que tem a dizer sobre si mesma.
Lua: Bom, eu morei um tempo em Princeton, fiz direito e atualmente trabalho no departamento de Homicídios daqui mesmo.
Camillie: Ah, sim, eu soube disso. Você é detetive criminal, não é?
Lua: Isso mesmo!
Ela riu sozinha, mas logo tentou abafar a risada.
Arthur: Achou engraçado, Camillie?
Camillie: Oh, me desculpe. – Ela ainda ria. – Mas é que sempre que eu me lembro disso, eu acho hilário!
Lua: É mesmo? E porquê? – Eu fiquei curiosa.
Camillie: Não é nada, esqueçam.
Thomas: Não nos deixe curiosos, não é de bom tom! – ele olhava fixo pra ela.
Camillie: Bom...- ela tentava se recuperar.- Você é uma detetive criminal, e é uma Aguiar, isso soa estranho pra mim.
Com certeza ela se referia aos crimes de família. Eu fiquei envergonhada na mesma hora.
Arthur: Camillie...
Camillie: Me desculpe, irmãozinho, agi sem pensar! – ela sorriu pra mim. – Mas então mãe, o que tem feito?
Katia: Bom, o de sempre.
Camillie: Arthur ainda faz vocês trabalharem pra ele?
Pedro: Nós não trabalhamos para o seu irmão, Camillie.
Lua: Ér, então...Você é médica, não é? – Eu quis cortar o clima.
Camillie: Sim, clínico-geral.
Lua: É mesmo, e vai fazer especialização?
Camillie: Já estou fazendo, neurologia.
Lua: Nossa, isso é incrível.
Camillie: É sim, quero conhecer melhor a mente humana, saber o que as levam a fazer determinadas escolhas...
Pedro: Camillie! – Ele exclamou, num tom mais severo.
Thomas: É complexa demais, as escolhas sempre mudam. – Ele interferiu.
Camillie: Nem sempre. Algumas escolhas interferem na sua vida pra sempre.
Thomas: Escolhas sempre existiram, basta ter sabedoria para escolher as certas.
Camillie: Humanos sempre escolhem as escolhas erradas.
Thomas: Não, os fracos sempre escolhem as erradas.
Lua: Tommy! – eu quis faze-lo parar.
Camillie: Uma escolha errada, e a vida de muita gente é mudada pra sempre.
Obviamente ela falava do fato de ter sido ‘abandonada’. Katia e Pedro permaneciam de cabeça baixa e Tommy ainda dava corda pra ela falar mais.
Thomas: Concordo. E graças as escolhas que fizemos na vida, estamos aqui hoje!
Camillie: De fato. Então eu proponho um brinde.
Arthur: E ao quê brindaremos?
Thomas: As escolhas da vida!
Todos levantaram os copos e brindamos. Era possível ver a cara de satisfação de Camillie ao saber que agora tinha Thomas como um aliado em suas alfinetadas!
Arthur como anfitrião, sentou-se na ponta, eu me sentei a sua esquerda, Camillie a sua direita, Pedro do meu lado, Katia a sua frente e Tommy se sentou na outra ponta da mesa, frente à Arthur.
Não sei para os outros, mas para mim o clima estava tensão, Camillie me lançava uns olhares estranhos, como se ver meu rosto, ver quem eu era desencadeava uma infância que ela não teve, que foi roubada pelo fato de eu estar viva. E eu não a culpava, se ela foi criada as escondidas foi por minha causa, com certeza ela me odiava.
Camillie: Então, Lua...Fale mais sobre você.
Ela me olhou, enquanto todos se serviam.
Lua: Sobre mim? – eu sorri.- Creo que não há nada que você não saiba.
Camillie: Mas eu quero ouvir as suas palavras, quero saber o que tem a dizer sobre si mesma.
Lua: Bom, eu morei um tempo em Princeton, fiz direito e atualmente trabalho no departamento de Homicídios daqui mesmo.
Camillie: Ah, sim, eu soube disso. Você é detetive criminal, não é?
Lua: Isso mesmo!
Ela riu sozinha, mas logo tentou abafar a risada.
Arthur: Achou engraçado, Camillie?
Camillie: Oh, me desculpe. – Ela ainda ria. – Mas é que sempre que eu me lembro disso, eu acho hilário!
Lua: É mesmo? E porquê? – Eu fiquei curiosa.
Camillie: Não é nada, esqueçam.
Thomas: Não nos deixe curiosos, não é de bom tom! – ele olhava fixo pra ela.
Camillie: Bom...- ela tentava se recuperar.- Você é uma detetive criminal, e é uma Aguiar, isso soa estranho pra mim.
Com certeza ela se referia aos crimes de família. Eu fiquei envergonhada na mesma hora.
Arthur: Camillie...
Camillie: Me desculpe, irmãozinho, agi sem pensar! – ela sorriu pra mim. – Mas então mãe, o que tem feito?
Katia: Bom, o de sempre.
Camillie: Arthur ainda faz vocês trabalharem pra ele?
Pedro: Nós não trabalhamos para o seu irmão, Camillie.
Lua: Ér, então...Você é médica, não é? – Eu quis cortar o clima.
Camillie: Sim, clínico-geral.
Lua: É mesmo, e vai fazer especialização?
Camillie: Já estou fazendo, neurologia.
Lua: Nossa, isso é incrível.
Camillie: É sim, quero conhecer melhor a mente humana, saber o que as levam a fazer determinadas escolhas...
Pedro: Camillie! – Ele exclamou, num tom mais severo.
Thomas: É complexa demais, as escolhas sempre mudam. – Ele interferiu.
Camillie: Nem sempre. Algumas escolhas interferem na sua vida pra sempre.
Thomas: Escolhas sempre existiram, basta ter sabedoria para escolher as certas.
Camillie: Humanos sempre escolhem as escolhas erradas.
Thomas: Não, os fracos sempre escolhem as erradas.
Lua: Tommy! – eu quis faze-lo parar.
Camillie: Uma escolha errada, e a vida de muita gente é mudada pra sempre.
Obviamente ela falava do fato de ter sido ‘abandonada’. Katia e Pedro permaneciam de cabeça baixa e Tommy ainda dava corda pra ela falar mais.
Thomas: Concordo. E graças as escolhas que fizemos na vida, estamos aqui hoje!
Camillie: De fato. Então eu proponho um brinde.
Arthur: E ao quê brindaremos?
Thomas: As escolhas da vida!
Todos levantaram os copos e brindamos. Era possível ver a cara de satisfação de Camillie ao saber que agora tinha Thomas como um aliado em suas alfinetadas!



tomara que esse thomas va embora logo e leve junto essa camillie
ResponderExcluiraff mais uma pra atrapalhar a Lua e Arthur.!!!!
ResponderExcluirTa ficando chaaatooooooooooo!