CAPÍTULO 7 p.2 -
PROPHIT 60091
Hot Boss Lua Blanco
Olhar nos olhos de Thur e não ser capaz de lhe dizer a verdade era excruciante. Seus olhos, tão Castanhos, límpidos e impuros, confortavam-me como chocolate quente em dia de inverno. Olhar para ele naquela manhã me fazia sentir certo remorso por ter cedido à perdição. Mas eu não aguentava mais. Não aguentava mais um segundo olhando para a cara dele, para a mulher que ele havia escolhido para me substituir (que, por acaso, era fisicamente parecida comigo), não aguentava mais sentir aquela repressão de sentimentos; Chay estava tão perto...
Eu me senti bem quando acordei. Eu sabia que havia feito o que deveria ser feito. Mas talvez... Talvez estivesse realmente na hora de consertar as coisas. Talvez fosse hora de parar de brincar. Responsabilidade. Verdade. Futuro. Passado. Presente.
O processo para inauguração da Revista estava indo de vento em poupa. O time que eu escolhi a dedo parecia encaixar perfeitamente ao quebra-cabeça. Eles eram ótimos, e o dinheiro da herança de meus pais havia servido perfeitamente. Por necessidade, eu teria de voltar à Nova York e cuidar dos outros negócios o qual o dinheiro da família Blanco também estava envolvido: Uma clínica especializada em câncer, um orfanato em New Jersey, ações na bolsa, imóveis inúteis. Louis poderia me ser útil, mas eu fazia questão de excluí-lo gradualmente dos negócios da família; ele já tinha feito merda o suficiente. O emprego que lhe dei na London Music servia apenas para uma coisa: que ele fosse meu funcionário, que me prestasse serviço, obedecesse minhas ordens. Era um meio de fazer justiça com minhas próprias mãos, legalmente.
- Lua, alguns artistas estão precisando de confirmação de seus shows durante a inauguração. - Louis entrou em meu escritório, desviando-me de meus pensamentos.
- Entre. - disse-lhe. Meu tio sentou-se na cadeira a minha frente, com um pequeno caderno em mãos.
- Bem, Muse será atração principal certo?
- Sim.
- Então, temos a Little Boots e La Roux como novos nomes da música aqui na Inglaterra. The Strokes, a banda americana que começou o seu sucesso aqui em Londres. O produtor da banda Garbage também retornou a ligação e a banda se mostrou interessada em aparecer. The Clash, que você pediu, eles disseram estar indisponíveis para o dia. Mas um dos membros vai aparecer como convidado. Duffy não confirmou, o agente disse estar checando a agenda.
- Eu pensei que você só queria confirmações... - soltei um sorriso sem graça e ajeitei-me na cadeira, inclinando-me para frente. - Quero Little Boots e La Roux para a boate. O evento é grande, e nós temos que colocá-las estrategicamente. São muitos convidados, os estilos também têm de ser bem remanejados. Alene saberá mais fazer essa divisão. Eu confio em qualquer coisa que ela faça, apenas me passe depois o que foi acertado, por motivos de organização. Deixe as duas bandas americanas confirmadas. Quero um ídolo de MPB, a confirmação de Duffy e novos artistas, esses pequenos desconhecidos, entretendo os convidados no início. O palco não vai parar. Anotou tudo?
- Sim. - ele deu um suspiro, fazendo últimas anotações.
- Chame o Gibson aqui no escritório. E peça à secretária do Aguiar o rascunho das páginas de cada um. Marque reunião geral para a sexta-feira.
- Sim, senhorita. - Louis disse com gentileza forçada. Eu olhei-o indiferente. - Ah, eu posso espalhar que já está tudo arranjado para a festa?
- Pode. - dei de ombros.
- Você já decidiu o tema?
- Decido até amanhã, ainda estou achando todas as minhas idéias muito clichês.
- Mas o clichê dá certo, Lua.
- Eu sei que dá, só que arriscar algo novo pode dar mais certo ainda. Ou melhor, arriscar fazer algo que não se faz há muito tempo. Agora vá cuidar do seu trabalho.
Louis virou-se rapidamente e saiu da minha sala. Eu ainda o observava pelas paredes de vidro. Tinha uma visão perfeita de todos trabalhando, assim era bonito. Eles não pareciam desinteressados ou entediados; todos pareciam bem. Exceto... Chay. Não consegui falar com ele depois daquele domingo de amigo (você entendeu). Segunda-feira foi um dia cheio para a minha agenda, assim como terça que seguiu, quando eu saí do 41. Estava tudo bem entre nós quando a loucura acabou. Porém, de alguma forma, eu me sentia mal por ele estar com uma expressão tão triste... Eu pensava que era apenas sono, mas aparentemente não era.
Observei Chay de longe, querendo confortá-lo, mas sem querer fazer nada comprometedor no ambiente de trabalho. Eu não poderia ser tão fraca a ponto de não conseguir diferenciar vida pessoal de profissional. Liguei, então, para o seu ramal.
- London Music, administração, Chay Suede falando.
- Eu lhe ordeno que vá para casa descansar. Você está um caco, Mister Suede.
- Lu? - ouvi sua risada pelo telefone, enquanto assistia ao sorriso abrir, de longe. - Eu to bem.
- Mentiroso. Eu falei que é uma ordem?
- Cara, não deviam te deixar ser chefe de ninguém. Bossy.
Ri do seu comentário.
- Sério Chay, eu te vejo daqui. Você chegou com cara de morto, lavou o rosto, e agora tá parecendo um zumbi. Tire essa folga, eu não vou descontar de seu salário.
- Good Boss. Todo mundo deveria ter chefes como você. - ele riu.
- Mudou de idéia rápido. - disse eu, impressionada. Virei a cadeira giratória para trás, observando o trânsito na cidade de Londres. Estava realmente o clima perfeito para ficar em casa. Chay riu do outro lado da linha.
- Eu tenho muita coisa para fazer aqui. - ele disse com uma voz triste.
- É para isso que funcionários existem. Eu não te deixei sozinho. Faça o seguinte: Vá dar uma volta, comer alguma coisa, e depois você volta, se esse é o problema. Só não me invente de fumar, é um péssimo hábito.
- Mas você gosta do meu cheiro.
- Eu finjo que gosto. - menti. - Eu me importo com sua saúde...
- Saúde... - ele repetiu, com uma voz distante. Estranhei.
- É, you jerk, saúde. Agora vá logo, antes que eu chame o guincho para te jogar pra fora dessa Revista.
Chay riu de modo engraçado, arrancando-me um sorriso também.
- Cumprindo ordens, eu me retiro. Hasta La vista, senhorita Blanco.
- Au revoir, sir Suede. - brinquei, desligando o telefone.
Ao mesmo tempo que Chay saía da revista, avistei cabelos conhecidos movimentando-se. Cabelos como os meus. Sim, era ela, a maldita Paige Wallace, entrando na minha empresa a mandar beijinhos para meu Aguiar. Eu falei meu Aguiar? Infelizmente o pronome possessivo não se adequava à realidade.Aguiar agora pertencia a ela. Aquela falsificada em camelô. Quer saber o pior? Thur devolveu aqueles beijos que ela mandou no ar. Assim que Paige chegou perto o suficiente, Thur a puxou pela cintura e beijou-a, NO MEIO DO ESCRITÓRIO, NA MINHA FRENTE PORRA!
Liguei para o ramal de sua secretária, aquela japonesa gordinha que anda engraçado.
- London Music, escritório de Thur Aguiar, editor-chefe. Hinata Otsaka falando.
- Olá senhorita Otsaka, aqui é a Blanco.
- Chefe! A que devo a honra?
Acredita que essa mulher veio me elogiar pelos sanduíches hoje de manhã? Ela me acha uma deusa pelos sanduíches. Antes eu não tivesse lhe dito que preparo aqueles lanches em casa...
- Por favor, coloca... - meus pensamentos estavam raivosos, eu tive que puxar o ar para não acabar falando algo, digamos, nada educado. Mais ou menos como 'coloca essa aberração da natureza pra fora da minha empresa' - pede para a Paige Wallace se retirar. Diga a ela que estamos em horário de funcionamento, que se ela quiser ver o Aguiar, seu namorado, que o veja fora do expediente.
Hinata me obedeceu prontamente, e nem se deu ao trabalho de desligar o telefone, o que me fez ouvir citar minhas ordens para o Thur. "Incomodou a chefona?", ele dizia rindo. O que havia de errado com ele? Ele realmente planejava me machucar com aquela maldita aposta? Era para ele me mostrar que me amava, que jamais iria ficar com outra mulher senão eu. Mas ele resolveu levar para o sentido literal da aposta. Só estava demorando demais com aquela garotinha de merda, tempo DEMAIS. Deus, se orgulho matasse...
- Hinata? Ainda está aí?
- Sim, sim, chefe. Eu já falei com ela, ela disse que iria já.
- A ordem é imediata. Trabalho é trabalho, vida pessoal fora daqui.
Minha ordem, assim, finalmente foi atendida. Eu me virei novamente para o trânsito de Londres, recusando-me a assistir a despedida dos pombinhos. Pouco tempo depois, ouvi meu computador apitar com e-mail novo, forçando-me a girar a cadeira novamente.
[REGISTRO DE MENSAGENS]
Olhar nos olhos de Thur e não ser capaz de lhe dizer a verdade era excruciante. Seus olhos, tão Castanhos, límpidos e impuros, confortavam-me como chocolate quente em dia de inverno. Olhar para ele naquela manhã me fazia sentir certo remorso por ter cedido à perdição. Mas eu não aguentava mais. Não aguentava mais um segundo olhando para a cara dele, para a mulher que ele havia escolhido para me substituir (que, por acaso, era fisicamente parecida comigo), não aguentava mais sentir aquela repressão de sentimentos; Chay estava tão perto...
Eu me senti bem quando acordei. Eu sabia que havia feito o que deveria ser feito. Mas talvez... Talvez estivesse realmente na hora de consertar as coisas. Talvez fosse hora de parar de brincar. Responsabilidade. Verdade. Futuro. Passado. Presente.
O processo para inauguração da Revista estava indo de vento em poupa. O time que eu escolhi a dedo parecia encaixar perfeitamente ao quebra-cabeça. Eles eram ótimos, e o dinheiro da herança de meus pais havia servido perfeitamente. Por necessidade, eu teria de voltar à Nova York e cuidar dos outros negócios o qual o dinheiro da família Blanco também estava envolvido: Uma clínica especializada em câncer, um orfanato em New Jersey, ações na bolsa, imóveis inúteis. Louis poderia me ser útil, mas eu fazia questão de excluí-lo gradualmente dos negócios da família; ele já tinha feito merda o suficiente. O emprego que lhe dei na London Music servia apenas para uma coisa: que ele fosse meu funcionário, que me prestasse serviço, obedecesse minhas ordens. Era um meio de fazer justiça com minhas próprias mãos, legalmente.
- Lua, alguns artistas estão precisando de confirmação de seus shows durante a inauguração. - Louis entrou em meu escritório, desviando-me de meus pensamentos.
- Entre. - disse-lhe. Meu tio sentou-se na cadeira a minha frente, com um pequeno caderno em mãos.
- Bem, Muse será atração principal certo?
- Sim.
- Então, temos a Little Boots e La Roux como novos nomes da música aqui na Inglaterra. The Strokes, a banda americana que começou o seu sucesso aqui em Londres. O produtor da banda Garbage também retornou a ligação e a banda se mostrou interessada em aparecer. The Clash, que você pediu, eles disseram estar indisponíveis para o dia. Mas um dos membros vai aparecer como convidado. Duffy não confirmou, o agente disse estar checando a agenda.
- Eu pensei que você só queria confirmações... - soltei um sorriso sem graça e ajeitei-me na cadeira, inclinando-me para frente. - Quero Little Boots e La Roux para a boate. O evento é grande, e nós temos que colocá-las estrategicamente. São muitos convidados, os estilos também têm de ser bem remanejados. Alene saberá mais fazer essa divisão. Eu confio em qualquer coisa que ela faça, apenas me passe depois o que foi acertado, por motivos de organização. Deixe as duas bandas americanas confirmadas. Quero um ídolo de MPB, a confirmação de Duffy e novos artistas, esses pequenos desconhecidos, entretendo os convidados no início. O palco não vai parar. Anotou tudo?
- Sim. - ele deu um suspiro, fazendo últimas anotações.
- Chame o Gibson aqui no escritório. E peça à secretária do Aguiar o rascunho das páginas de cada um. Marque reunião geral para a sexta-feira.
- Sim, senhorita. - Louis disse com gentileza forçada. Eu olhei-o indiferente. - Ah, eu posso espalhar que já está tudo arranjado para a festa?
- Pode. - dei de ombros.
- Você já decidiu o tema?
- Decido até amanhã, ainda estou achando todas as minhas idéias muito clichês.
- Mas o clichê dá certo, Lua.
- Eu sei que dá, só que arriscar algo novo pode dar mais certo ainda. Ou melhor, arriscar fazer algo que não se faz há muito tempo. Agora vá cuidar do seu trabalho.
Louis virou-se rapidamente e saiu da minha sala. Eu ainda o observava pelas paredes de vidro. Tinha uma visão perfeita de todos trabalhando, assim era bonito. Eles não pareciam desinteressados ou entediados; todos pareciam bem. Exceto... Chay. Não consegui falar com ele depois daquele domingo de amigo (você entendeu). Segunda-feira foi um dia cheio para a minha agenda, assim como terça que seguiu, quando eu saí do 41. Estava tudo bem entre nós quando a loucura acabou. Porém, de alguma forma, eu me sentia mal por ele estar com uma expressão tão triste... Eu pensava que era apenas sono, mas aparentemente não era.
Observei Chay de longe, querendo confortá-lo, mas sem querer fazer nada comprometedor no ambiente de trabalho. Eu não poderia ser tão fraca a ponto de não conseguir diferenciar vida pessoal de profissional. Liguei, então, para o seu ramal.
- London Music, administração, Chay Suede falando.
- Eu lhe ordeno que vá para casa descansar. Você está um caco, Mister Suede.
- Lu? - ouvi sua risada pelo telefone, enquanto assistia ao sorriso abrir, de longe. - Eu to bem.
- Mentiroso. Eu falei que é uma ordem?
- Cara, não deviam te deixar ser chefe de ninguém. Bossy.
Ri do seu comentário.
- Sério Chay, eu te vejo daqui. Você chegou com cara de morto, lavou o rosto, e agora tá parecendo um zumbi. Tire essa folga, eu não vou descontar de seu salário.
- Good Boss. Todo mundo deveria ter chefes como você. - ele riu.
- Mudou de idéia rápido. - disse eu, impressionada. Virei a cadeira giratória para trás, observando o trânsito na cidade de Londres. Estava realmente o clima perfeito para ficar em casa. Chay riu do outro lado da linha.
- Eu tenho muita coisa para fazer aqui. - ele disse com uma voz triste.
- É para isso que funcionários existem. Eu não te deixei sozinho. Faça o seguinte: Vá dar uma volta, comer alguma coisa, e depois você volta, se esse é o problema. Só não me invente de fumar, é um péssimo hábito.
- Mas você gosta do meu cheiro.
- Eu finjo que gosto. - menti. - Eu me importo com sua saúde...
- Saúde... - ele repetiu, com uma voz distante. Estranhei.
- É, you jerk, saúde. Agora vá logo, antes que eu chame o guincho para te jogar pra fora dessa Revista.
Chay riu de modo engraçado, arrancando-me um sorriso também.
- Cumprindo ordens, eu me retiro. Hasta La vista, senhorita Blanco.
- Au revoir, sir Suede. - brinquei, desligando o telefone.
Ao mesmo tempo que Chay saía da revista, avistei cabelos conhecidos movimentando-se. Cabelos como os meus. Sim, era ela, a maldita Paige Wallace, entrando na minha empresa a mandar beijinhos para meu Aguiar. Eu falei meu Aguiar? Infelizmente o pronome possessivo não se adequava à realidade.Aguiar agora pertencia a ela. Aquela falsificada em camelô. Quer saber o pior? Thur devolveu aqueles beijos que ela mandou no ar. Assim que Paige chegou perto o suficiente, Thur a puxou pela cintura e beijou-a, NO MEIO DO ESCRITÓRIO, NA MINHA FRENTE PORRA!
Liguei para o ramal de sua secretária, aquela japonesa gordinha que anda engraçado.
- London Music, escritório de Thur Aguiar, editor-chefe. Hinata Otsaka falando.
- Olá senhorita Otsaka, aqui é a Blanco.
- Chefe! A que devo a honra?
Acredita que essa mulher veio me elogiar pelos sanduíches hoje de manhã? Ela me acha uma deusa pelos sanduíches. Antes eu não tivesse lhe dito que preparo aqueles lanches em casa...
- Por favor, coloca... - meus pensamentos estavam raivosos, eu tive que puxar o ar para não acabar falando algo, digamos, nada educado. Mais ou menos como 'coloca essa aberração da natureza pra fora da minha empresa' - pede para a Paige Wallace se retirar. Diga a ela que estamos em horário de funcionamento, que se ela quiser ver o Aguiar, seu namorado, que o veja fora do expediente.
Hinata me obedeceu prontamente, e nem se deu ao trabalho de desligar o telefone, o que me fez ouvir citar minhas ordens para o Thur. "Incomodou a chefona?", ele dizia rindo. O que havia de errado com ele? Ele realmente planejava me machucar com aquela maldita aposta? Era para ele me mostrar que me amava, que jamais iria ficar com outra mulher senão eu. Mas ele resolveu levar para o sentido literal da aposta. Só estava demorando demais com aquela garotinha de merda, tempo DEMAIS. Deus, se orgulho matasse...
- Hinata? Ainda está aí?
- Sim, sim, chefe. Eu já falei com ela, ela disse que iria já.
- A ordem é imediata. Trabalho é trabalho, vida pessoal fora daqui.
Minha ordem, assim, finalmente foi atendida. Eu me virei novamente para o trânsito de Londres, recusando-me a assistir a despedida dos pombinhos. Pouco tempo depois, ouvi meu computador apitar com e-mail novo, forçando-me a girar a cadeira novamente.
[REGISTRO DE MENSAGENS]
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: (Sem Assunto)
Mensagem: Qual foi chefe, ataque de ciúmes?
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: Você vai aprender a diferenciar profissão de vida pessoal ou eu vou ter que interferir sempre?
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: E você sabe mesmo diferenciar, chefe?
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: É melhor você tomar cuidado com o que diz.
Prophit 60091.
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: RE: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: O que é isso, um código? "PROPHIT 60091"
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: Dica
Anexo: Hooverphonic-2Wicky
Mensagem: Isso é Hooverphonic. Você trabalha numa revista de música, fique esperto.
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: Dica
Mensagem: Eu nunca quis te machucar.
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: Dica
Anexo: EttaJames-StormyWeather
Mensagem: Às vezes fazemos algo sem intenção nenhuma de machucar as pessoas, mas acontece. Prove-me que sua intenção era real.
Sobre a música: Olhe para a janela.
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: RE: Dica
Anexo: Silverchair-Missyoulove
Mensagem: Eu também estou infeliz.
Assunto: (Sem Assunto)
Mensagem: Qual foi chefe, ataque de ciúmes?
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: Você vai aprender a diferenciar profissão de vida pessoal ou eu vou ter que interferir sempre?
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: E você sabe mesmo diferenciar, chefe?
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: É melhor você tomar cuidado com o que diz.
Prophit 60091.
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: RE: RE: (Sem Assunto)
Mensagem: O que é isso, um código? "PROPHIT 60091"
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: Dica
Anexo: Hooverphonic-2Wicky
Mensagem: Isso é Hooverphonic. Você trabalha numa revista de música, fique esperto.
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: Dica
Mensagem: Eu nunca quis te machucar.
LuaBlanco@londonmusic.co.uk para Aguiar@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: Dica
Anexo: EttaJames-StormyWeather
Mensagem: Às vezes fazemos algo sem intenção nenhuma de machucar as pessoas, mas acontece. Prove-me que sua intenção era real.
Sobre a música: Olhe para a janela.
Aguiar@londonmusic.co.uk para LuaBlanco@londonmusic.co.uk
Assunto: RE: RE: RE: Dica
Anexo: Silverchair-Missyoulove
Mensagem: Eu também estou infeliz.
Creditos: Fanfics Obession



Posta outro hoje por favor :(
ResponderExcluirohhh aguiar ta infeliz...
ResponderExcluirMaldita aposta :X
ResponderExcluirQue dó do Arthur :/
Raiva dessa aposta tbm :X
ResponderExcluirdesejosa do próximo capitulo...quero mais
ResponderExcluirass: thais
Faz ele romper essa aposta, porque daqui a pouco a Lua vai ficar direto com o Chay
ResponderExcluirO arthur tem que da um gelo na lua e no chay . #Soacho
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