CAPÍTULO 10 p.3- A
LONDON MUSIC CONVIDA PART 2
A música que tocava era conhecida por mim. Eu conhecia a letra. E, por
isso, não pude deixar de cantar em seu ouvido. Era a minha chance de tê-la de
volta. A minha vez de criar o mínimo de coragem.
- Tell me when will you be mine. Tell me quando, quando, quando. We can share a Love divine. Please don't make me wait again. [Diga-me quando você será minha. Diga-me quando, quando, quando. Nós podemos compartilhar um amor divino. Por favor não me faça esperar de novo.] - eu realmente não sabia dançar Bossa Nova, realmente não era um bom dançarino; mas a música fluiu de tal forma que até o meu corpo conseguiu absorvê-la, e os passos para um lado, para o outro, e rodopiando com ela em meus braços, seguiram como se eu fosse feito para aquilo. Lu ria perto do meu ouvido, respirava com dificuldade, e seguia meus passos na dança. Talvez não estávamos assim, dançando bem, talvez estávamos dançando bem mal, mas em completa sincronia. - When you will you say Yes to me? Tell me quando, quando, quando? You mean happiness to me. [Diga-me quando você dirá Sim para mim. Diga-me quando, quando, quando? Você significa felicidade para mim.]
- Desse jeito parece que você está falando diretamente comigo. - ela riu.
- Talvez eu esteja. - sussurrei e Lu parou de dançar, encarando-me ferozmente. Passamos uns segundos trocando palavras pelo olhar, até que seus olhos se dirigiram para a minha boca, daquele jeito em que se pede um beijo. Assim que eu me aproximei, ela apenas colocou os braços mais fortemente ao redor do meu pescoço e abraçou-me, voltando a dançar.
- Every moment is a Day. Everyday seems a lifetime. [Cada momento parece um dia inteiro. Cada dia parece uma vida inteira.] - ela cantou em meu ouvido. - Eu não queria passar tanto tempo separada de você. Foi terrível, doloroso. I can't wait a moment more. [Eu não posso esperar mais]Aqui, agora, não consigo ver nada além de você. E às vezes a minha coragem não é o bastante para lhe dizer o que penso, porque da última vez que agi assim, dizendo o que pensava, cometi um dos maiores erros da minha vida.
- Se esse tempo foi doloroso, por que você se afastou de mim?
- Nem você sabia o que estava acontecendo, sabe, entre nós dois. E eu não queria ser uma adolescente apaixonada, de novo, fazendo uma merda atrás da outra. Eu queria, não, eu quero que as coisas dêem certo.
- Eu ainda não entendo, Lu.
- Você vai entender, eu vou lhe explicar, mas não agora. - ela disse, e a música finalmente acabou, dando espaço para outra desconhecida por mim.
- Agora é para matar a saudade. - Eu sorri e lhe beijei o pescoço.
- É, mas não aqui, querido chefe. - ela disse me afastando. - Tem um lugar que eu queria lhe mostrar.
Ela me puxou para longe dos casais dançantes, até encontrar com seu secretário e tio Louis, sentando entre quatro mulheres. Sim, QUATRO mulheres. Louis era o garanhão da noite, como eu costumava ser... Bons tempos.
Lu pegou chaves com Louis e correu para pegar os saltos que haviam sido jogados embaixo de uma mesa qualquer.
- Meu carro é o Aston Martin branco. Com cuidado, muito muito muito cuidado, pegue ele que tá no estacionamento da frente e traga pros fundos. E discrição, Aguiar.
- Sim senhora.
- Eu te encontro na saída dos fundos daqui a 10 minutos.
HOT Boss Lua Blanco POV
É claro que eu não ia deixar que todos do trabalho notassem que eu estava saindo com Thur. Apesar de meu coração estar armado e perigoso na guerra contra o meu cérebro, Thur ainda era namorado de Paige as far as I know, então nada de fazer merda. Discrição era necessária, assim como atuação e segurança dos impulsos sexuais (que acredite, estavam quase me consumindo depois daquela maldita dança).
Despedi-me de todos da festa e dei autoridade para a Madame Feng-Shui caso qualquer coisa acontecesse. O aluguel do lugar ia até 6 horas da manhã e os seguranças estavam avisados para expulsar as pessoas que estivessem no lixo da festa.
Apesar de todo o sucesso da festa, a única coisa que eu sentia eram minhas pernas pedindo arrego, minhas bochechas doendo de tanto sorrir, minha panturrilha tinindo de dor depois de 8 horas seguidas de uso de um maldito salto; bem, estava tudo assim, até ele chegar. Livrei-me do vestido que me impedia de andar como uma pessoa livre e dos saltos que acabavam com minha raça. O resto da dor do meu corpo foi completamente anestesiada depois da simples perversidade do olhar de Thur sobre mim.
Corri até a saída dos fundos e logo encontrei meu carro ligado e a sombra de Thur dentro dele, dificilmente visível graças aos vidros fumê. Andei então para o banco do motorista e abri a porta.
- Eu dirijo, vai pro lado. - disse-lhe.
Thur subiu o seu olhar vagarosamente, contemplando-me daquele jeito que me faria deixar de ser rainha para ser escrava; encontrou os meus olhos e sorriu. Sorriu como um garoto malandro prestes a invadir a grama do vizinho. Rosto de criança em época de Halloween, pedindo doce na casa alheia. Sorriso hipnotizante.
- Bossy. - ele reclamou rindo. - E por que eu deixaria você dirigir, mulher?
- Simples. - disse-lhe. - Porque sou eu quem mando. - ri - I am the Boss, cherié.
Rindo, ele foi para o banco do carona.
- Mandona. - resmungou, enquanto eu agora me sentava no banco do motorista.
- Eu sei que você gosta assim. - disse-lhe ajeitando o banco e pondo o cinto. Desci o freio de mão e coloquei a primeira. - Põe o cinto que nós vamos correr.
- Tell me when will you be mine. Tell me quando, quando, quando. We can share a Love divine. Please don't make me wait again. [Diga-me quando você será minha. Diga-me quando, quando, quando. Nós podemos compartilhar um amor divino. Por favor não me faça esperar de novo.] - eu realmente não sabia dançar Bossa Nova, realmente não era um bom dançarino; mas a música fluiu de tal forma que até o meu corpo conseguiu absorvê-la, e os passos para um lado, para o outro, e rodopiando com ela em meus braços, seguiram como se eu fosse feito para aquilo. Lu ria perto do meu ouvido, respirava com dificuldade, e seguia meus passos na dança. Talvez não estávamos assim, dançando bem, talvez estávamos dançando bem mal, mas em completa sincronia. - When you will you say Yes to me? Tell me quando, quando, quando? You mean happiness to me. [Diga-me quando você dirá Sim para mim. Diga-me quando, quando, quando? Você significa felicidade para mim.]
- Desse jeito parece que você está falando diretamente comigo. - ela riu.
- Talvez eu esteja. - sussurrei e Lu parou de dançar, encarando-me ferozmente. Passamos uns segundos trocando palavras pelo olhar, até que seus olhos se dirigiram para a minha boca, daquele jeito em que se pede um beijo. Assim que eu me aproximei, ela apenas colocou os braços mais fortemente ao redor do meu pescoço e abraçou-me, voltando a dançar.
- Every moment is a Day. Everyday seems a lifetime. [Cada momento parece um dia inteiro. Cada dia parece uma vida inteira.] - ela cantou em meu ouvido. - Eu não queria passar tanto tempo separada de você. Foi terrível, doloroso. I can't wait a moment more. [Eu não posso esperar mais]Aqui, agora, não consigo ver nada além de você. E às vezes a minha coragem não é o bastante para lhe dizer o que penso, porque da última vez que agi assim, dizendo o que pensava, cometi um dos maiores erros da minha vida.
- Se esse tempo foi doloroso, por que você se afastou de mim?
- Nem você sabia o que estava acontecendo, sabe, entre nós dois. E eu não queria ser uma adolescente apaixonada, de novo, fazendo uma merda atrás da outra. Eu queria, não, eu quero que as coisas dêem certo.
- Eu ainda não entendo, Lu.
- Você vai entender, eu vou lhe explicar, mas não agora. - ela disse, e a música finalmente acabou, dando espaço para outra desconhecida por mim.
- Agora é para matar a saudade. - Eu sorri e lhe beijei o pescoço.
- É, mas não aqui, querido chefe. - ela disse me afastando. - Tem um lugar que eu queria lhe mostrar.
Ela me puxou para longe dos casais dançantes, até encontrar com seu secretário e tio Louis, sentando entre quatro mulheres. Sim, QUATRO mulheres. Louis era o garanhão da noite, como eu costumava ser... Bons tempos.
Lu pegou chaves com Louis e correu para pegar os saltos que haviam sido jogados embaixo de uma mesa qualquer.
- Meu carro é o Aston Martin branco. Com cuidado, muito muito muito cuidado, pegue ele que tá no estacionamento da frente e traga pros fundos. E discrição, Aguiar.
- Sim senhora.
- Eu te encontro na saída dos fundos daqui a 10 minutos.
HOT Boss Lua Blanco POV
É claro que eu não ia deixar que todos do trabalho notassem que eu estava saindo com Thur. Apesar de meu coração estar armado e perigoso na guerra contra o meu cérebro, Thur ainda era namorado de Paige as far as I know, então nada de fazer merda. Discrição era necessária, assim como atuação e segurança dos impulsos sexuais (que acredite, estavam quase me consumindo depois daquela maldita dança).
Despedi-me de todos da festa e dei autoridade para a Madame Feng-Shui caso qualquer coisa acontecesse. O aluguel do lugar ia até 6 horas da manhã e os seguranças estavam avisados para expulsar as pessoas que estivessem no lixo da festa.
Apesar de todo o sucesso da festa, a única coisa que eu sentia eram minhas pernas pedindo arrego, minhas bochechas doendo de tanto sorrir, minha panturrilha tinindo de dor depois de 8 horas seguidas de uso de um maldito salto; bem, estava tudo assim, até ele chegar. Livrei-me do vestido que me impedia de andar como uma pessoa livre e dos saltos que acabavam com minha raça. O resto da dor do meu corpo foi completamente anestesiada depois da simples perversidade do olhar de Thur sobre mim.
Corri até a saída dos fundos e logo encontrei meu carro ligado e a sombra de Thur dentro dele, dificilmente visível graças aos vidros fumê. Andei então para o banco do motorista e abri a porta.
- Eu dirijo, vai pro lado. - disse-lhe.
Thur subiu o seu olhar vagarosamente, contemplando-me daquele jeito que me faria deixar de ser rainha para ser escrava; encontrou os meus olhos e sorriu. Sorriu como um garoto malandro prestes a invadir a grama do vizinho. Rosto de criança em época de Halloween, pedindo doce na casa alheia. Sorriso hipnotizante.
- Bossy. - ele reclamou rindo. - E por que eu deixaria você dirigir, mulher?
- Simples. - disse-lhe. - Porque sou eu quem mando. - ri - I am the Boss, cherié.
Rindo, ele foi para o banco do carona.
- Mandona. - resmungou, enquanto eu agora me sentava no banco do motorista.
- Eu sei que você gosta assim. - disse-lhe ajeitando o banco e pondo o cinto. Desci o freio de mão e coloquei a primeira. - Põe o cinto que nós vamos correr.
Creditos: Fanfics Obession



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