45° Capítulo
- Deve sair em um dia ou dois.
Arthur serviu-lhe vinho e em seguida
encheu a própria taça. - E voltar para sua antiga vida.
- Sammy é bom nos estudos. É esperto e gosta
de aprender. "Espero, de coração, que ele se dê bem", acrescentou
para si mesma.
- As chances estão contra ele.
- Não se Sammy lutar por isso. – Lua sentia
vontade de proteger o garoto, e não conseguia ocultar o fato.
- Pretende tomar conta dele? – Arthur
indagou, com uma falsa suavidade.
- Quero tentar.
O olhar dele ficou sombrio e severo.
- Anjos da guarda também podem se dar mal. -
Não sou um bebê perdido na selva, Arthur
. - Sim, você é.
- Não, está enganado. Além do mais, sei me
defender – Lua quase gritou, zangada.
- Quer provar?
- Quando quiser.
- Daqui à uma hora na sala de ginástica.
- Está combinado.
Após lavarem a louça em silêncio, Lua retirou
os livros de sua bolsa e fez algumas anotações para a aula do dia seguinte.
Logo após, foi à suíte, pôr uma roupa mais leve.
Lua esperava que Arthur fosse um
mestre em artes marciais, mas não que bloqueasse todos os seus golpes. Aquele
exercício não a estava levando a lugar algum.
- Agora, lua , você vai aprender.
Ela se esforçara um pouco e já começava a
suar, mas a respiração dele permanecia normal.
- Não tem medo de que eu aplique algumas
técnicas em você no meio da noite?
- Tenho o sono muito leve, meu bem.
- É mesmo? – Lua quis olhá-lo de cima
para baixo, mas não tinha altura para tanto. - Sabia que você ronca? Arthur
soltou uma risada seca.
- Boa tentativa, pequena, mas vai continuar
brincando, ou levará isto a sério?
Arthur lhe ensinou golpes que Lua nunca
aprendera em nenhuma academia e fez com que ela os repetisse diversas vezes.
Uma hora depois, ele determinou que parassem, apagou as luzes, conduziu-a até o
quarto, preparou a banheira e não lhe deu escolha senão acompanhá-lo.
O banho de relaxamento teria funcionado se Lua
estivesse sozinha. A proximidade de Arthur aguçava seus nervos, pois ele estava
ali como homem, como amante.
A simples visão de sua boca a fez rememorar
aquela língua em seu corpo, a curva sensual dos lábios quando ele a tomou com
paixão.
Lua sentia-se cada vez mais inquieta. Não
admitia que gostara de ficar em seus braços, sentir aquele corpo contra o seu e
da sensação boa que ele despertava nela.
Sabia que não tinha motivos para gostar dele,
muito menos para se preocupar, mas havia alguma coisa que crescia pouco a pouco
em seu íntimo e brincava com seus sentimentos.
Era o sexo, decidiu. Muito bom por sinal, mas
não devia confundi-lo com outra coisa.
continua



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ResponderExcluirAMEI AMEI AMEI POSTA MAIS PF
ResponderExcluiramando a web
ResponderExcluirAna
perfeito
ResponderExcluiresses dois são muito teimosos, não admitem que se amam. onde há implicância há amor
ResponderExcluirass Sofia
awwn posta maaaais pleasee
ResponderExcluirAdorandooooo *-*
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