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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

I Hate Valentine’s Day

11ºCapitulo


— O que está querendo dizer com isso? Que eu, assim como você, sou ruim de cama? - Perguntou debochada, sentando num canto do cômodo com uma garrafa de bebida qualquer em mãos. 

— Já lhe dei provas que eu não sou ruim de cama… E não, não estou falando que você é ruim ou boa, isso não me importa! Estou dizendo que você é uma psicopata, que deixa a todos ao redor sufocado…

— Um beijo mixuruca, não significa prova alguma para mim! - Disse logo após dar um grande gole da bebida. — E quer saber… Não sou nenhuma psicopata, caso contrário já teria matado os dois! E isso serve para você também, devia segurar sua vadia, para que ela não saísse abrindo as pernas para o primeiro que a parasse!

Lua sentiu o olhar de fúria de Arthur sobre ela… E deu um pequeno riso debochado, acabando assim, com toda paciência do rapaz. Que com movimentos rápidos havia levantando-a e a imprensado o corpo dela entre ele e a parede. 

— Já disse para não chamá-la assim! - Disse olhando fixamente para ela.

— Você é um perfeito idiota… Por isso que ela faz isso com você! Ela te colocou um belo par de chifres, e você ainda a defende, mesmo sabendo que ela não passa de uma vadia barata e aproveitadora!

— Retire o que disse! - Ele falou apertando os ombros de Lua.

— Não! O que vai fazer comigo? - Disse tirando sarro da cara dele.

 — Isso! - Foi à última coisa que ele proferiu antes de agarrar Lua pelos cabelos e juntar seus lábios, de maneira grosseira. E por algum modo ela retribuiu aquele beijo… Ambos não sabiam explicar, mas a sede de desejo estava tomando conta da consciência deles. O beijo se encaixava perfeitamente, e a sincronia dos corpos era algo surpreendente, coisa que nunca havia acontecido antes. 

Eles haviam gostado daquele beijo, e precisavam de mais… “Talvez seja o álcool ou pura carência." Ela pensou. “Talvez seja o álcool, ou pura vingança." Ele pensou. Mas não importava o que eles pensassem, os corpos ansiavam por mais toques, mais beijos, mais intimidade… O beijo ficava cada vez mais provocativo, as mãos trilhavam por caminhos antes desconhecidos. Arthur desceu os beijos para o pescoço, enquanto suas mãos apertavam o quadril de Lua. Totalmente extasiada pela situação, Lua soltou um pequeno gemido, o que fez com Arthur risse, mas sem parar os provocativos beijos sobre a pele dela. Ele escorregou os lábios ate o ouvido dela e disse de forma sexy.

— Acho que com apenas um beijo, você já me aprovou… Não é? 

— Idiota! - Ela disse enquanto afastava ele com as mãos.



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