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sábado, 18 de janeiro de 2014

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 16 Parte 1- REVELAÇÃO FATAL – Penultimo Capitulpo


Lua POV 

Nervosismo era pouco para expressar o que eu sentia nessa hora. Respirava com dificuldade enquanto Arthur dirigia até a casa do meu avô. Minhas mãos suavam e eu estava prestes a perder a consciência. Arthur deve ter percebido e parou o carro. Segurou meu rosto. 

- Amor... Calma. Não vou sair do seu lado. Se ficar assim vai ser ruim pra você e para o bebê. 

- Eu sei, Arthur. Estou tentando... Mas está difícil. 

- Do que tem medo? 
- Do que ele possa fazer com você. 

- Ele não vai fazer nada comigo... Não sabendo que Sophia e Carla estão sob meus cuidados. 

- Eu espero que sim. 

Me beijou e apoiou sua testa na minha. 

- Eu amo você. Vai ser difícil, mas dará certo. 

- Eu também te amo. 

Novamente Arthur colocou o carro a caminho. Tentei por diversas vezes imaginar qual seria a reação do meu avô, mas foi em vão. Meu avô sempre foi uma caixinha de surpresas. Olhei para Arthur que parecia tranqüilo, mas eu sabia que ele também estava nervoso. Se mexeu na cama a noite toda. Sorri com a lembrança da noite anterior. Se remexia tanto na cama sem conseguir dormir, que por fim resolveu que o melhor a fazer seria fazer amor comigo. 

- Do que está rindo? 

- Lembrando da noite passada. No seu golpe para transar comigo. 

- E desde quando eu preciso de golpe pra isso? 

- Desde que fiquei com esse barrigão de quase seis meses. 

- Sabe que não ligo pra isso. Sempre tomo cuidado. 

- Eu sei que toma. 

- Você me viciou, Lua. Agora aguenta. 

- Você que é um tarado de marca maior, Arthur. 

- Eu nunca fui assim com as outras...

- Ah... Ta... Não precisa ficar falando. 
- Ciumenta. 

- Vagabundo. 

Ele riu alto e isso serviu para me distrair um pouco. Mas foi por pouco tempo. Vi, infeliz, que ele acabara de entrar no elegante bairro onde ficava a casa do meu avô. E parou exatamente a porta dele. 

- Sabia aonde era? 

Ele revirou os olhos. 

- Pesquisei tudo sobre vocês antes, Lua. Apesar que deixei passar algumas coisas. 

- Que coisas? 

- Tipo... Não sabia que você era tão linda, gostosa... E safada. 

- Nem vou responder. 

Arthur parou em frente ao enorme portão de entrada. Como sempre, Félix estava lá como um cão de guarda. Abriu a boca, assombrado ao me ver. 

- Senhorita Lua... O que... 

Olhou para Arthur e levou a mão a cintura. 

- Deixe de palhaçada, Félix. Arthur está comigo e vamos entrar para falar com meu avô. 

- Ele não pode entrar sem que eu o anuncie. 

Arthur rosnou. 

- Posso e vou. Garanto que Billy não está muito feliz com você, não é? Depois que Sophia e Carla escaparam bem embaixo do seu nariz. 

Ele empalideceu, abriu a boca, mas desistiu de falar. 

- Ele está no quarto, senhorita. Como sempre. 

- Obrigada, Félix. 

- Não devia ter feito isso, Arthur. 

- Deixe de ser medrosa, Lua. Mas que coisa. 

- Você às vezes é tão mandão... Tão chatinho... 

- Só isso? 

- E gostoso. 

Ele riu e desceu para abrir a porta pra mim. Olhei para toda aquela imensidão de casa. 

Creditos: Elly Martins


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