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sábado, 25 de janeiro de 2014

Escrava Sexual [Adaptada]

CAPÍTULO 17 Parte 4- UMA NOVA FASE – Ultimo Capitulo


Lua POV 
Dois meses depois...

Dois meses se passaram desde aquela desgraça toda. Eu ainda sofria com toda a perda. E Arthur também. Na verdade nunca nos esqueceríamos. Só deixei guardado, bem no fundo de mim. Como uma lembrança boa. Nem cheguei a ver meu bebê, mas já o amava com todas as forças. Mas, como disse Arthur, agora era seguir em frente. Não ouvi mais falar no meu avô, embora a família de Arthur tivesse contratado vários detetives. Não ia ser fácil, eu sei. Mas ele não podia simplesmente sair impune depois de tudo o que ele fez. Hoje, eu não sabia se sentia alguma coisa por ele. Desprezo, talvez. Tentaria não pensar nisso por enquanto, pelo menos não hoje. Dia em que me casaria com Arthur. Talvez esse seria, se não o melhor, um dos melhores dias da minha vida. Afinal de contas, todos dos dias em que estive ao lado de Arthur foram maravilhosos.
- Ah... Até que enfim um sorriso nesse rosto. Pensei que estava indo pra forca. 

- Pensamentos, Carla. 

- Pense apenas no gostosão do meu irmão, Lua. E mais nada. 

Quatro mulheres num quarto. Três noivas, cada uma mais maluca que a outra. 

- Vocês estão lindas. Perfeitas. 

- Você é suspeita pra falar, Kátia. Foi você que nos ajudou. 

- Ah... Que isso, Soph? Acha que eu mentiria descaradamente assim? 

Kátia estava certa. Estávamos todas lindas. Foi realmente uma surpresa essa idéia de casamento triplo. 

Por isso a demora desde que sai do hospital. Se fosse por Arthur teríamos nos casado no dia seguinte. Mas Carla insistira em fazer tudo certinho... Então foram dois longos meses. Arthur já comprara nosso apartamento, mas estávamos todos morando com os pais dele ainda. Somente após o casamento iríamos para nossa casa, assim como os demais casais. 
- Nossa... Minha casa vai ficar vazia de uma hora pra outra. 

Abracei Kátia. 

- Daqui uns dias virão os netos. Já pensou? Três de uma vez? 

- Nem tinha pensado por esse lado. Será incrível. 

- A conversa ta ótima, mas está na hora, não é? 

- Carla... Sempre estressadinha. 

- Não quero deixar o Bernardo esperando. 

Soph me olhou e gargalhamos. Carla sempre melindrosa. Descemos e entramos na limusine parada em frente ao jardim. 

A igreja não ficava muito longe dali, então não haveria atrasos. Quando desci do carro minhas pernas amoleceram. Eu seria a primeira a entrar. E é claro, entraríamos sozinhas. Marcos não teria como levar as três. 

- Vai, Lua. Arthur está esperando. 

Deus... Só faltava eu cair agora. Ia ser lindo. 

- Vem, Lua. Vou com você até a porta. 

Kátia segurou a minha mão e consegui andar. Que coisa mais estúpida. Depois de tudo que já vivi com Arthur, ficar assim porque ele me aguardava lá dentro da igreja? Respirei fundo e entrei. Óbvio minhas pernas bambearam novamente ao vê- lo... Lindo demais. Mas dessa vez fui firme e caminhei serenamente para ele. Sorriu, estendendo a mão para mim. 
Segurei sua mão e sem desviar meu olhar do dele, caminhei até o altar. Continuamos de mãos dadas nos olhando enquanto Sophia entrava e era recebida por Micael. Logo em seguida Carla se encontrou com Bernardo. Três casais. Apaixonados que se encontraram da forma mais inusitada possível. Se contasse ninguém acreditaria. Olhei para Arthur, lembrando-me do início de tudo. Desde quando Arthur me prendeu naquela ilha eu soube que me apaixonaria por ele. E agora não conseguia mais enxergar minha vida sem ele. Ele sorriu novamente pra mim e quase pedi para que o padre acabasse logo com essa cerimônia. Não via a hora de estar em seus braços novamente. Estendi minha mão para Arthur colocar a aliança, que com certeza ficaria ali para sempre. Enfim... Os três casados... E me atirei nos braços de Arthur, sem me importar com o resto. Nem percebi que Micael ergueu Sophia pela cintura, erguendo-a do chão. Apenas Carla e Bernardo eram os mais contidos. 
SOPHIA: 

MICAEL:

CARLA: 

BERNARDO: 

LUA: 

ARTHUR: 

- Bernardo é tão fresquinho. 

- Você que deveria esperar chegar num quarto, Micael. 

- Hey... Hey... Vão começar a brigar dentro da igreja? 

Eu ouvia isso ao longe. Estava perdida demais em Arthur, no castanho dos seus olhos para prestar atenção em qualquer outra coisa. 

- Eu te amo. Dissemos juntos. 

Fomos todos na mesma limusine. Sophia e Micael se atracando num canto mais afastado. Carla com a cabeça nos ombros de Bernardo e eu... Nos braços de Arthur, é claro. Não existia lugar melhor no mundo que aquele. 

- Porra... To louco para chegar logo na festa. Quero beber todas hoje. 

- Nem vem, Micael. Não quero homem bêbado na minha cama. 

- Qual é, Soph? Ficar um dia sem o papai aqui não vai ter matar. 

Bernardo revirou os olhos. 

- Micael sempre troglodita. 

Arthur permanecia alheio. A boca colada em meu pescoço, às vezes inspirando fundo em meus cabelos. 

- Não vejo a hora de estar sozinho com você. 

- Isso porque você me usou a noite inteira, não é? 

- É. Porque se não tivesse feito isso eu já estaria comendo você aqui mesmo. 

- Pare com isso. É nosso casamento, Arthur. 
- Uma coisa leva a outra. 

Pervertidos. Ele e Micael. Apenas Bernardo escapou. A recepção seria nos jardins da casa de Arthur. Havia vários convidados lá. Arthur me apresentou alguns, que se mostraram realmente surpresos. Afinal Arthur nem ao menos namorava serio quando nos conhecemos. Obviamente eu não conhecia ninguém. Nem tampouco Carla. Mas Soph sempre mais assanhada conversava e ria com todos. 

- Vem dançar comigo, bebê. 

- Com esse vestido? 

- Quer dançar nua? Só na minha cama. 

- Nem comece com essas analogias. 
Arthur me pegou pela cintura, girando pela pista de dança improvisada. 

- Como se não gostasse de ouvir essas coisas. 

- Nem sempre. 

- Rá... Eu acredito. 

Buscou minha boca para um beijo longo e apaixonado. 

- Com você assim... Tão perto. Parece que ha dias eu não toco você. 

Bastou Arthur falar e senti seu pau latejando em mim. 

- Alias... Parece que eu nunca toquei você. 

- Pare com isso. 

- Eu aposto que você se molhou toda só de ouvir isso. 
- Quer subir então? Ir para o quarto? 

Ele me puxou pela mão. 

- Deixe o quarto para casaizinhos convencionais feito o Bernardo e Carla. Nós estamos longe disso. 

- O que quer dizer, Arthur? 

Ele não respondeu. Atravessou os jardins, passando por alguns convidados e me levou até uma frondosa árvore. O tronco dela era tão largo que me cobriria perfeitamente. 

- Não acredito que quer fazer isso aqui. 

- Pode ser excitante. E era. Bastou aquela boca me devorar e me entreguei sem pensar em nada. Meu vestido me impedia de ter um contato maior. Não via como Arthur iria fazer isso. Mas como sempre ele dava um jeito. Me virou de costas pra ele, apoiada no tronco da árvore. 
- Merda. Deveria ter escolhido um vestido mais simples. 

Arthur ergueu meu vestido e desceu minha calcinha. Meu sexo praticamente gotejava de tanto tesão. Sua boca colou -se ao meu pescoço enquanto abri seu zíper. 

- Falei que estava molhadinha pra mim. 

Gemi e rebolei. Arthur entrou com tudo dentro de mim, gemendo alto. Nem deu tempo e começou a estocar rapidamente, me deixando ofegante. 

- Rebola, gostosa. 

Arthur curvou seu corpo sobre o meu, uma das mãos em meu clitóris. Ergui um pouco minha cabeça e vi convidados ao longe. Não tinha chance de sermos vistos. 

- Preocupada com o que? É minha. 
- Sempre sua Arthur. 

- Então goza comigo, agora... 

Obedeci prontamente. Rebolando e gritando seu nome. 

- Isso bebê... Grita meu nome... 

- LUAAAAA

Ele mesmo gritou meu nome, me preenchendo e me fazendo gozar novamente ao estocar pela ultima vez. Puxou meu corpo de volta e me beijou depois de ajeitar meu vestido. Ajeitou sua roupa, sorrindo. 

- Do que está rindo? 

- Engraçado... Sempre me disseram que vingança é um prato que se come frio... 

Cruzei meus braços sobre o peito. 

- Eu nunca comi um prato tão fervendo feito você. 
- Tão engraçadinho Arthur. 

Ele riu alto e me puxou pelo braço, me aninhando em seu peito. 

- Cada dia te fazendo mais feliz, Lua. Cada dia te amando mais. É assim que será. Sempre. 

- Eu também, Arthur. Minha vida é você. 

Segurou meu rosto em suas mãos. 

- Agora... Está na hora de embarcarmos para nossa lua de mel. 

- Lua de mel? 
- Sim... Isolados do mundo. Só eu... Você... E nossos brinquedinhos. 

Dei um sorriso largo. 

- Lua de mel? Isolados? Brinquedinhos... hummmmmm 

- Começaremos uma segunda fase. Tudo o que você quiser, bebê. 

Nossos lábios se encontraram. Todo aquele medo, tristeza e insegurança eu joguei num baú sem chave bem no fundo de mim. Como dissera Arthur, começaríamos uma segunda fase de nossa vida. Mais amigos, mais apaixonados, mais loucos... Mais pervertidos do que nunca.



 Fim ~♥~

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