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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Meu Cunhado

16° capítulo


Lua não queria falar nada daquilo, mas foi obrigada a dizer. Arthur lhe magoou quando disse que fingiria que nada tinha acontecido. Mas ele tinha razão, a melhor coisa a fazer é fingir que nada aconteceu. Será melhor para todos e ninguém se machucaria em relação á isso.
Ana: Lua. – gritou, pela décima vez. – Faz tempo que estou lhe chamando... Está no mundo da lua? – brincou.
Lua: Sim. – sorriu de leve. – Seu marido disse que você queria falar comigo. – lembrou-se.
Ana: Sim. – concordou. – Irei viajar, não voltarei essa semana. – ela me disse. – Sinto muito se não passei muito tempo com você, mas...
Lua: Como assim você vai viajar? – perguntou lhe interrompendo. – E a Clara? – indagou.
Ana: Vou para a Itália, mas te peço que não comente com Arthur , eu lhe disse que viajaria a negócios. – pediu.
Lua: E não é viajem de trabalho? – ergueu uma sobrancelha.
Ana: Vou resolver umas coisas pessoais e a Clarinha vai comigo. – respondeu-lhe.
Lua: E eu vou ficar com quem? – perguntou inocentemente. Depois lembrou-se. – Você vai me deixar com o Arthur? – alterou a voz.
Ana: Sim. – afirmou. – Eu vou viajar amanhã de manhã. – avisou. – Agora eu vou subir, tomar um banho e preparar as minhas malas e da minha filha.
Sem esperar resposta, Ana saiu do quarto. Lua não queria nem imaginar o que aconteceria com Arthur e ela sozinhos naquela casa, durante uma semana ou até mais.
No outro dia, de manhã. Todos acordaram, fizeram sua higiene e desceram para tomar café se encontrando na cozinha.
Lua: Bom dia. – entrou na cozinha.
Clara: Tia Lu me leva pro parque? – indagou a pequena, animada. Lua a pegou no colo.
Lua: Não vai dá meu amor. – a pequena fez um bico de choro. – Você vai viajar com a sua mãe. É melhor do que ir ao parque. – piscou para a moreninha.
Clara: Eba. – bateu as mãozinhas, comemorando.
Arthur : Vamos. – deu um gole em seu café e levantou-se. – Vou levar vocês para o aeroporto. – avisou.
Lua: Vou sentir saudades. – sorriu abraçando a sobrinha. Em seguida, abraçou a irmã.
Ana: Nós também vamos sentir. – sorriu para a irmã, depois de separar-se do abraço. – Cuide-se. – piscou e se retirou da cozinha.
As malas já estavam no carro, então Arthur , sem demoras, levou as duas até o aeroporto. Quase que Clara não vai para a sala de embarque, foi muito difícil ela querer desgrudar do “pai”. Mas por fim, Ana e Clara viajaram.
Autora:lilicabral 


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