Cap 23 p.6
Arthur: O que você pensa que está fazendo?
Lua: O que eu ‘penso’ que estou fazendo? Eu to dando o fora! E você, o que ‘pensou’ que estava fazendo ao beijar aquela lá?
Arthur: Ela me obrigou!
Lua: UAU! Como ela é perigosa não é, Arthur? – eu ri.
Mas ele não achou graça, ao contrário, rapidamente ele começou a tirar as minhas roupas da mala, as jogando em cima da cama, e eu não me segurei e parti pra cima dele:
Lua: SAI DAQUI, ARTHUR! SAI DA MINHA VIDA. – Eu gritei.
Arthur: NÃO! Você tem que me escutar!
Lua: VAI SE FERRAR. EU QUERO QUE VOCÊ SE DANE.
Eu o empurrava com força e gritava bem alto na cara dele.
Como é que tudo pode ser perfeito em uma noite e um completo desastre na manhã seguinte?
Subitamente, ele me segurou pelos braços, me encarando fixamente:
Arthur: Pára! - ele ordenou.
Foi aí que eu comecei a bater no peito dele com mais força:
Lua: ME SOLTA!
Arthur: Você vai me escutar!
Lua: Escutar o quê? Mentiras?
Arthur: Não. A verdade!
Lua: Eu já vi a verdade, Arthur. E sabe o que eu acho? Que você não passa de um cretino, um criminoso que acha que pode ter o mundo no bolso, que pensa que é importante o suficiente para ser aceito por todos, mas adivinha: Você NÃO é importante pra mim, Arthur. Foi um erro, VOCÊ foi o meu erro. – eu soltei meus braços das mãos dele com força, mas meus olhos ainda queimavam em cima dele.- Quer saber uma verdade? Eu nunca confiei em você! É impossível. Você me matou uma vez, Arthur. No dia em que você matou meu pai, você me matou também. Eu jamais, vou perdoar você e eu juro, aliás, eu prometo que você nunca mais vai me tocar de novo.
Lua: O que eu ‘penso’ que estou fazendo? Eu to dando o fora! E você, o que ‘pensou’ que estava fazendo ao beijar aquela lá?
Arthur: Ela me obrigou!
Lua: UAU! Como ela é perigosa não é, Arthur? – eu ri.
Mas ele não achou graça, ao contrário, rapidamente ele começou a tirar as minhas roupas da mala, as jogando em cima da cama, e eu não me segurei e parti pra cima dele:
Lua: SAI DAQUI, ARTHUR! SAI DA MINHA VIDA. – Eu gritei.
Arthur: NÃO! Você tem que me escutar!
Lua: VAI SE FERRAR. EU QUERO QUE VOCÊ SE DANE.
Eu o empurrava com força e gritava bem alto na cara dele.
Como é que tudo pode ser perfeito em uma noite e um completo desastre na manhã seguinte?
Subitamente, ele me segurou pelos braços, me encarando fixamente:
Arthur: Pára! - ele ordenou.
Foi aí que eu comecei a bater no peito dele com mais força:
Lua: ME SOLTA!
Arthur: Você vai me escutar!
Lua: Escutar o quê? Mentiras?
Arthur: Não. A verdade!
Lua: Eu já vi a verdade, Arthur. E sabe o que eu acho? Que você não passa de um cretino, um criminoso que acha que pode ter o mundo no bolso, que pensa que é importante o suficiente para ser aceito por todos, mas adivinha: Você NÃO é importante pra mim, Arthur. Foi um erro, VOCÊ foi o meu erro. – eu soltei meus braços das mãos dele com força, mas meus olhos ainda queimavam em cima dele.- Quer saber uma verdade? Eu nunca confiei em você! É impossível. Você me matou uma vez, Arthur. No dia em que você matou meu pai, você me matou também. Eu jamais, vou perdoar você e eu juro, aliás, eu prometo que você nunca mais vai me tocar de novo.
O olhar que ele lançava pra mim, denunciava o quão
impactante aquelas palavras haviam sido. Ele parecia confuso e atordoado, como
se não soubesse o que falar ou fazer naquele momento.
Imediatamente, eu me curvei até o monte de roupas bagunçadas em cima da cama e tornei a guarda-las na mala, sabendo que ele ainda estava lá, perplexo, me observando deixar mais uma vez aquela casa, mas dessa vez eu não voltaria mais:
Arthur: Vamos conversar! – Ele pediu, dessa vez mais calmo.
Eu não falei nada, apenas continuei a fazer o que já estava fazendo.
Arthur: Ela me forçou a fazer isso! – Ele fez uma pausa. – Ela tem um certo...poder!
Lua: Poder? – Eu me virei e o encarei, falando alto. – Que poder?
Arthur: Ela sabe de muitas coisas.
Lua: E para faze-la se calar, você ofereceu um contato mais intimo, é isso? – ironizei.
Arthur: Eu não ofereci, ela que propôs. Eu jamais trairia você, jamais Lua. – Ele se aproximou. – Quando eu digo que você é a ‘mulher da minha vida’, é porque você foi a única que me fez querer mudar, que me fez querer amar e ser amado, porque você é a única que se importa com quem eu sou e não com o que eu tenho.
Foi aí que as lágrimas vieram aos meus olhos, mas eu as segurei bravamente. Peguei a mala de carrinho e a posicionei no chão:
Lua: Quer saber porque você é o ‘homem da minha vida’? – Eu o encarei firmemente. – Porque você foi o único homem capaz de destruir a minha vida, me tirando absolutamente tudo em apenas uma noite.
Ele soube que aquilo era a última coisa que ouviria de mim, e ficou estático, frio, petrificado...visívelmente apavorado com a idéia de me perder. Que se dane! Eu me entreguei a ele, estive disposta a esquecer o passado e fazer um futuro ao lado dele, e tudo o que ele fez foi dizer que a Giovanna tinha um ‘poder’ sobre ele...Então ele que se submeta às exigências sexuais dela, porque pra mim, Arthur Aguiar havia acabado de morrer!
Imediatamente, eu me curvei até o monte de roupas bagunçadas em cima da cama e tornei a guarda-las na mala, sabendo que ele ainda estava lá, perplexo, me observando deixar mais uma vez aquela casa, mas dessa vez eu não voltaria mais:
Arthur: Vamos conversar! – Ele pediu, dessa vez mais calmo.
Eu não falei nada, apenas continuei a fazer o que já estava fazendo.
Arthur: Ela me forçou a fazer isso! – Ele fez uma pausa. – Ela tem um certo...poder!
Lua: Poder? – Eu me virei e o encarei, falando alto. – Que poder?
Arthur: Ela sabe de muitas coisas.
Lua: E para faze-la se calar, você ofereceu um contato mais intimo, é isso? – ironizei.
Arthur: Eu não ofereci, ela que propôs. Eu jamais trairia você, jamais Lua. – Ele se aproximou. – Quando eu digo que você é a ‘mulher da minha vida’, é porque você foi a única que me fez querer mudar, que me fez querer amar e ser amado, porque você é a única que se importa com quem eu sou e não com o que eu tenho.
Foi aí que as lágrimas vieram aos meus olhos, mas eu as segurei bravamente. Peguei a mala de carrinho e a posicionei no chão:
Lua: Quer saber porque você é o ‘homem da minha vida’? – Eu o encarei firmemente. – Porque você foi o único homem capaz de destruir a minha vida, me tirando absolutamente tudo em apenas uma noite.
Ele soube que aquilo era a última coisa que ouviria de mim, e ficou estático, frio, petrificado...visívelmente apavorado com a idéia de me perder. Que se dane! Eu me entreguei a ele, estive disposta a esquecer o passado e fazer um futuro ao lado dele, e tudo o que ele fez foi dizer que a Giovanna tinha um ‘poder’ sobre ele...Então ele que se submeta às exigências sexuais dela, porque pra mim, Arthur Aguiar havia acabado de morrer!



♥♥♥♥♥
ResponderExcluirperfeita!!! *-*
ResponderExcluirTensoooooooo mas perfeitaaaaaa!!!!
ResponderExcluirFato#Adorei
ResponderExcluir