Cap 66
Eu me virei imediatamente, e ele nos
olhava com um olhar triunfante...Bom, na verdade ele não me olhava, apenas
encarava Arthur.
Lua: Tommy...? – Eu estava perplexa. – Co-como você entrou aqui?
Thomas: A porta estava aberta. – Ele se aproximava, sem me olhar. – Nossa cara, você é um talento nato do mundo dos crimes. Tem um currículo extenso. – Ridicularizou. – Aposto que deve ser bem respeitável por aqueles trombadinhas e viciados que andam por aí.
Lua: Tommy, por favor...
Thomas: O que foi, Lu? Você não concorda comigo? – Ele me olhou, fixamente.
Lua: Pára com isso...
Arthur: Não, deixe-o falar. – Ele também o encarava.
Thomas: Isso Lu, me deixa falar. Aliás, não é sempre que um policial chega no exato momento em que um mal elemento está confessando seus crimes. – Ele cruzou os braços.
Lua: TOMMY. – Eu me alterei.
Thomas: As vezes, eu penso: Cara, o que ele fez com ela? Porque a Lua que eu conheço nunca falou no nome do ‘marido’, tinha receio em voltar pra cá, e sempre foi justiceira...Esse mundo é uma comédia, não é Arthur?
Arthur: Isso depende do jeito como você leva a sua vida, Thomas. Se bem que essa coisa que você chama de ‘vida’, mais parece uma piada mesmo.
Thomas: Concordo com você. Essa coisa de vida, é uma merda. Até outro dia, eu estava dormindo com a sua mulher, e hoje em dia, ela está prestes a cair na sua ladainha...realmente esse mundo dá voltas. Sabe Arthur...A Lua é uma mulher agora, não é mais aquela adolescente indefesa de anos atrás. Eu a conheço como a palma da minha mão e por mais que ela me contrarie, ela sabe que eu estou certo em tudo o que eu digo. – Ele o encarou. – Eu e você sabemos que eu sou muito melhor pra ela do que você, e quer saber por quê?
Arthur: Claro que sim.
Thomas: Ela não vai precisar se esconder do mundo. Vai poder ser ela mesma, vai poder crescer profissionalmente, vai poder ter uma família, e criar nossos filhos em uma casa simples, numa cidade pacata, com uma varanda pequena e um jardim na entrada, como ela sempre quis. E por falar disso, Arthur...O que você sabe sobre ela? – Ele desafiou. – Você não conhece a Lua, não sabe do que ela gosta, que musica ela escuta, que lugares ela já foi e pretende ir...Não sabe nada dela...Admita, você só a quer pra dar hereditariedade a esse mundo de crimes que você gerencia.
Arthur: Eu sei uma coisa, Thomas: Que os dias com ela são turbulentos, cheios de desejo, paixão, brigas em algumas vezes...-Ele me olhou. – Mas passar a vida sem isso tudo, é o fim pra mim.
Lua: Tommy...? – Eu estava perplexa. – Co-como você entrou aqui?
Thomas: A porta estava aberta. – Ele se aproximava, sem me olhar. – Nossa cara, você é um talento nato do mundo dos crimes. Tem um currículo extenso. – Ridicularizou. – Aposto que deve ser bem respeitável por aqueles trombadinhas e viciados que andam por aí.
Lua: Tommy, por favor...
Thomas: O que foi, Lu? Você não concorda comigo? – Ele me olhou, fixamente.
Lua: Pára com isso...
Arthur: Não, deixe-o falar. – Ele também o encarava.
Thomas: Isso Lu, me deixa falar. Aliás, não é sempre que um policial chega no exato momento em que um mal elemento está confessando seus crimes. – Ele cruzou os braços.
Lua: TOMMY. – Eu me alterei.
Thomas: As vezes, eu penso: Cara, o que ele fez com ela? Porque a Lua que eu conheço nunca falou no nome do ‘marido’, tinha receio em voltar pra cá, e sempre foi justiceira...Esse mundo é uma comédia, não é Arthur?
Arthur: Isso depende do jeito como você leva a sua vida, Thomas. Se bem que essa coisa que você chama de ‘vida’, mais parece uma piada mesmo.
Thomas: Concordo com você. Essa coisa de vida, é uma merda. Até outro dia, eu estava dormindo com a sua mulher, e hoje em dia, ela está prestes a cair na sua ladainha...realmente esse mundo dá voltas. Sabe Arthur...A Lua é uma mulher agora, não é mais aquela adolescente indefesa de anos atrás. Eu a conheço como a palma da minha mão e por mais que ela me contrarie, ela sabe que eu estou certo em tudo o que eu digo. – Ele o encarou. – Eu e você sabemos que eu sou muito melhor pra ela do que você, e quer saber por quê?
Arthur: Claro que sim.
Thomas: Ela não vai precisar se esconder do mundo. Vai poder ser ela mesma, vai poder crescer profissionalmente, vai poder ter uma família, e criar nossos filhos em uma casa simples, numa cidade pacata, com uma varanda pequena e um jardim na entrada, como ela sempre quis. E por falar disso, Arthur...O que você sabe sobre ela? – Ele desafiou. – Você não conhece a Lua, não sabe do que ela gosta, que musica ela escuta, que lugares ela já foi e pretende ir...Não sabe nada dela...Admita, você só a quer pra dar hereditariedade a esse mundo de crimes que você gerencia.
Arthur: Eu sei uma coisa, Thomas: Que os dias com ela são turbulentos, cheios de desejo, paixão, brigas em algumas vezes...-Ele me olhou. – Mas passar a vida sem isso tudo, é o fim pra mim.



esse thomas se acha afff não tem como ele morreu não
ResponderExcluirEsse Tommy tem q morrer mesmo, bicho xato do caramba... or or
ResponderExcluirThomas tomou bonito .... Arthur sempre Lua!
ResponderExcluirAwnt Thur pra variar sendo perfeito e Tommy sempre sendo intruso!
ResponderExcluirAss:Mandy
Cara Shai,
ResponderExcluirMeu nome é Angel, sou uma grande fã de suas webs.
É que eu gostaria de postar a minha web no blog. Eu poderia? Se puder me avise na sua próxima publição, me passa teu e-mail que mando a sinopse pra você ver se você gostar você posta no blog -claro falando que eu sou a autora- se não gostar não posta.
Obrigada desde já.
Um beijo e um abraço da sua fã Angel