Cap
72
Aquelas palavras me afetavam de um jeito surpreendente. De fato aquela
gravidez era como um ultimato, era hora de decidir com quem eu ficaria.
Lua: Tommy, e você vai surportar criar uma filho que não é seu, viver escondido sempre temendo que o pior aconteça com sua família, e se casar com uma mulher que é a sua melhor amiga?
Thomas: O que eu não suportaria é viver longe de você. E a propósito, eu quero fazer desse filho, o meu filho, se você permitir, e sobre temer que algo aconteça, fique tranqüila, eu jamais vou deixar que alguém machuque vocês, jamais, e por ultimo...-Ele puxou meu cabelo para trás da minha orelha.- Realmente eu me apaixonei pela minha melhor amiga, porque eu amo a risada dela, o jeito como ela mexe no cabelo quando ta pensativa, o olhar que ela lança pra mim quando desconfia de alguma coisa, o tom da voz dela de manhã me dando bom dia, o abraço apertado que ela me dá quando sente saudade, tudo, tudo isso fez com que eu me apaixonasse pela minha melhor amiga. E uma coisa, não menos importante.
Lua: O quê?
Thomas: Eu não sei ser eu mesmo sem ela. Porque toda vez que ela passar por aquela porta, ela leva um pedaço de mim com ela, e quando ela volta, finalmente eu me sinto completo. E sabe que parte é essa?
Lua: Não...- Meus olhos já enchiam d’agua.
Thomas: É você, Lua, você é a melhor parte de mim. Você é tudo o que eu tenho de bom na minha vida, e eu não vou deixar, eu não quero deixar você ir, eu preciso amar você, preciso ter você como minha, minha mulher.
Eu não quis chorar, mas não consegui segurar. As lágrimas desceram, e eu fechei os olhos, apenas as deixaram rolar pelo rosto, suavemente. Até que eu senti as pontas dos dedos dele as enxugarem lentamente:
Thomas: Dorme meu amor, tudo vai dar certo!
Lua: Tommy, e você vai surportar criar uma filho que não é seu, viver escondido sempre temendo que o pior aconteça com sua família, e se casar com uma mulher que é a sua melhor amiga?
Thomas: O que eu não suportaria é viver longe de você. E a propósito, eu quero fazer desse filho, o meu filho, se você permitir, e sobre temer que algo aconteça, fique tranqüila, eu jamais vou deixar que alguém machuque vocês, jamais, e por ultimo...-Ele puxou meu cabelo para trás da minha orelha.- Realmente eu me apaixonei pela minha melhor amiga, porque eu amo a risada dela, o jeito como ela mexe no cabelo quando ta pensativa, o olhar que ela lança pra mim quando desconfia de alguma coisa, o tom da voz dela de manhã me dando bom dia, o abraço apertado que ela me dá quando sente saudade, tudo, tudo isso fez com que eu me apaixonasse pela minha melhor amiga. E uma coisa, não menos importante.
Lua: O quê?
Thomas: Eu não sei ser eu mesmo sem ela. Porque toda vez que ela passar por aquela porta, ela leva um pedaço de mim com ela, e quando ela volta, finalmente eu me sinto completo. E sabe que parte é essa?
Lua: Não...- Meus olhos já enchiam d’agua.
Thomas: É você, Lua, você é a melhor parte de mim. Você é tudo o que eu tenho de bom na minha vida, e eu não vou deixar, eu não quero deixar você ir, eu preciso amar você, preciso ter você como minha, minha mulher.
Eu não quis chorar, mas não consegui segurar. As lágrimas desceram, e eu fechei os olhos, apenas as deixaram rolar pelo rosto, suavemente. Até que eu senti as pontas dos dedos dele as enxugarem lentamente:
Thomas: Dorme meu amor, tudo vai dar certo!
Quando eu abri os olhos, eu tive aquela terrível sensação de que eu
estava atrasada de novo. Por sorte, o relógio do criado mudo me mostrou que eu
estava enganada, e que ainda tinha tempo de sobra.
Do meu lado, já não tinha mais ninguém na cama, talvez Tommy já estivesse de pé, preparando café da manhã. Eu levantei, arrumei a cama, escolhi minha roupa, tudo bem devagar, tentando adiar meus próprios pensamentos, até que eu vi meu celular em cima da cômada, com 5 ligações perdidas e 2 mensagens não lidas: A primeira mensagem dizia: ‘Querida, me atende, por favor!’ e a segunda: ‘O que ta acontecendo? Preciso falar com você, vou ter que viajar hoje, mas volto amanhã a noite, e quero você em casa, comigo. Passo pra te buscar as 23:00, ok? Amo você dois!’
‘Vocês Dois’, eu sussurrei. Pelo visto Arthur achava mesmo que era um menino. E se não fosse? Eu me perguntei, ele mataria a própria filha? Talvez, provavelmente sim, ou não...Eu não sabia, isso era uma coisa que o próprio Arthur tinha que responder.
Mas no momento, o que me preocupava era Tommy e o que sentia por ele. No momento em que eu soube que Arthur não é um Aguiar, eu tive outra visão completamente diferente dele, como se ele fosse levado a cometer os crimes que cometeu, mas uma coisa é fato, ele não foi obrigada a fazer nada, ele fez porque quis.
E agora que ele é o único Aguiar vivo, ele poderia muito bem acabar com isso, largar essa vida miserável de matador e virar um homem descente.
Talvez não fosse pra ser, eu jamais me juntaria com Arthur sabendo que a qualquer momento ele pode matar a minha filha, ou fazer do meu filho um assassino, mas ainda tinha algo em mim que precisa escuta-lo dizer alguma coisa, pra me faze acreditar que tudo daria certo...Mas a idéia de ter Tommy longe de mim era tão cruel quanto. E depois do que ele me falou ontem, eu senti medo...Medo de passar minha vida inteira me escondendo com Arthur, ao invés de ter minha família, uma casa pequena, em uma cidade pequena...e tudo o que as famílias comuns tem. Mas a pergunta que pairava no ar era: Eu amava o Tommy o suficiente para largar Arthur e ir viver com ele em Nova Iorque? Porque eu não me perdoaria se eu fosse embora com Tommy, desejando ter ficado e enfrentado tudo ao lado do Arthur, seria cruel, egoísta, com o meu melhor amigo.
Thomas: Bom dia pra vocês! – Ele sorriu, trazendo uma bandeja e fechando a porta do quarto com o pé atrás de si.
Do meu lado, já não tinha mais ninguém na cama, talvez Tommy já estivesse de pé, preparando café da manhã. Eu levantei, arrumei a cama, escolhi minha roupa, tudo bem devagar, tentando adiar meus próprios pensamentos, até que eu vi meu celular em cima da cômada, com 5 ligações perdidas e 2 mensagens não lidas: A primeira mensagem dizia: ‘Querida, me atende, por favor!’ e a segunda: ‘O que ta acontecendo? Preciso falar com você, vou ter que viajar hoje, mas volto amanhã a noite, e quero você em casa, comigo. Passo pra te buscar as 23:00, ok? Amo você dois!’
‘Vocês Dois’, eu sussurrei. Pelo visto Arthur achava mesmo que era um menino. E se não fosse? Eu me perguntei, ele mataria a própria filha? Talvez, provavelmente sim, ou não...Eu não sabia, isso era uma coisa que o próprio Arthur tinha que responder.
Mas no momento, o que me preocupava era Tommy e o que sentia por ele. No momento em que eu soube que Arthur não é um Aguiar, eu tive outra visão completamente diferente dele, como se ele fosse levado a cometer os crimes que cometeu, mas uma coisa é fato, ele não foi obrigada a fazer nada, ele fez porque quis.
E agora que ele é o único Aguiar vivo, ele poderia muito bem acabar com isso, largar essa vida miserável de matador e virar um homem descente.
Talvez não fosse pra ser, eu jamais me juntaria com Arthur sabendo que a qualquer momento ele pode matar a minha filha, ou fazer do meu filho um assassino, mas ainda tinha algo em mim que precisa escuta-lo dizer alguma coisa, pra me faze acreditar que tudo daria certo...Mas a idéia de ter Tommy longe de mim era tão cruel quanto. E depois do que ele me falou ontem, eu senti medo...Medo de passar minha vida inteira me escondendo com Arthur, ao invés de ter minha família, uma casa pequena, em uma cidade pequena...e tudo o que as famílias comuns tem. Mas a pergunta que pairava no ar era: Eu amava o Tommy o suficiente para largar Arthur e ir viver com ele em Nova Iorque? Porque eu não me perdoaria se eu fosse embora com Tommy, desejando ter ficado e enfrentado tudo ao lado do Arthur, seria cruel, egoísta, com o meu melhor amigo.
Thomas: Bom dia pra vocês! – Ele sorriu, trazendo uma bandeja e fechando a porta do quarto com o pé atrás de si.
Eu me virei, sorridente, e me sentei na cama, admirada pela
variedade que continha na bandeja:
Lua: Nossa, você caprichou heim!
Thomas: Esqueceu que temos um a mais para alimentar?
Lua: Ah, Tommy, ainda é bem pequeno, não sente tanta fome. – Eu sorri, já pegando uma torrada.
Thomas: Mas isso não quer dizer que você não deva comer nada o dia todo, ouviu mocinha.
Lua: E se eu não comer, o que acontece comigo heim, senhor Policial? – Brinquei, o encarando.
Thomas: Eu serei obrigado a prende-la.
Lua: Você não pode me prender, eu trabalho pro governo, esqueceu?
Thomas: Mas carrega um bebê e não pode ficar dando mole por aí, tem que comer sim!
Lua: Nossa! – Eu ri.- Sim senhor! – Eu bati continência e ele também sorriu.
Demorou por volta de 1 hora até nós nos arrumarmos para irmos trabalhar. Como eu estava sem carro, ele me levou e prometeu ir me buscar, sem falta. E é claro, me deu mil e uma recomendações sobre o que fazer e não fazer, sobre o que comer e não comer;
No escritório, só agora as coisas começavam a se normalizar. A morte de Jake comoveu a todos, principalmente ao Senhor Williams, que se viu no direito de descobrir que foi o responsável pela morte do seu detetive mais competente.
Já eu não quis me envolver muito, porque já sabia o que acontera com Jake, e estar lá, olhando todos os dias para a mesa dele era cruel, então eu preferia não falar dele.
Como foi Nancy que achou o corpo, ela ficou responsável por investigar o caso, mas não achou nada, é claro. Tudo o que ela soube é que o notebook do Jake foi roubado. Sem digitais, sem evidências, sem nada. Como se a morte dele fosse obra da natureza.
Já eu, passei o mês investigando mais sobre a vida de Richard e Sarah Davis, e acabei descobrindo que ela tinha uma avô que morava em Nova Jersey e que quando soube que o filho tinha falecido, procurou por Sarah em jornais, rádios, internet...tudo o que tinha direito. Eu entrei em contato com essa mulher, que se denominou Jordan Davis, pesquisei a fundo a historia dela, e pedi que Sarah fosse encaminhada pelo juizado de menores, para que eles a reconhessem como avô legítima, e assim obter a guarda da menina.
Eu fiz algumas visitas a Sarah, e em nossas conversas, agora mais amigáveis, eu lhe contei que os culpados foram uma gangue perigosa, que atuavam de cidades em cidades, e que como eles já saíram da Califórnia, eu não podia mais fazer nada. Eu precisei mentir, porque se não o fizesse, ela provavelmente destruiria a própria vida enlouquecida por vingança, então fiz questão de salvar o futuro dela e manda-la pra longe dali.
No começo foi difícil pra ela aceitar morar em outro lugar, com uma avô que ela não via a muitos anos, mas eu prometi que uma assistente social a visitaria periodicamente para ver se estava tudo bem, ela acabou se acostumando com a idéia, se encantou com a escola do lugar e chegou a me agradecer por não ter esquecido dela em nenhum momento.
E hoje, era o dia em que eu me despediria dela no aeroporto, o dia em que eu fechava de uma vez o caso Richard e Sarah Davis. Eu passei boa parte do dia fazendo alguns relatórios pendentes e no finzinho da tarde, eu fui para o aeroporto, onde provavelmente ela estaria a minha espera.
Lua: Nossa, você caprichou heim!
Thomas: Esqueceu que temos um a mais para alimentar?
Lua: Ah, Tommy, ainda é bem pequeno, não sente tanta fome. – Eu sorri, já pegando uma torrada.
Thomas: Mas isso não quer dizer que você não deva comer nada o dia todo, ouviu mocinha.
Lua: E se eu não comer, o que acontece comigo heim, senhor Policial? – Brinquei, o encarando.
Thomas: Eu serei obrigado a prende-la.
Lua: Você não pode me prender, eu trabalho pro governo, esqueceu?
Thomas: Mas carrega um bebê e não pode ficar dando mole por aí, tem que comer sim!
Lua: Nossa! – Eu ri.- Sim senhor! – Eu bati continência e ele também sorriu.
Demorou por volta de 1 hora até nós nos arrumarmos para irmos trabalhar. Como eu estava sem carro, ele me levou e prometeu ir me buscar, sem falta. E é claro, me deu mil e uma recomendações sobre o que fazer e não fazer, sobre o que comer e não comer;
No escritório, só agora as coisas começavam a se normalizar. A morte de Jake comoveu a todos, principalmente ao Senhor Williams, que se viu no direito de descobrir que foi o responsável pela morte do seu detetive mais competente.
Já eu não quis me envolver muito, porque já sabia o que acontera com Jake, e estar lá, olhando todos os dias para a mesa dele era cruel, então eu preferia não falar dele.
Como foi Nancy que achou o corpo, ela ficou responsável por investigar o caso, mas não achou nada, é claro. Tudo o que ela soube é que o notebook do Jake foi roubado. Sem digitais, sem evidências, sem nada. Como se a morte dele fosse obra da natureza.
Já eu, passei o mês investigando mais sobre a vida de Richard e Sarah Davis, e acabei descobrindo que ela tinha uma avô que morava em Nova Jersey e que quando soube que o filho tinha falecido, procurou por Sarah em jornais, rádios, internet...tudo o que tinha direito. Eu entrei em contato com essa mulher, que se denominou Jordan Davis, pesquisei a fundo a historia dela, e pedi que Sarah fosse encaminhada pelo juizado de menores, para que eles a reconhessem como avô legítima, e assim obter a guarda da menina.
Eu fiz algumas visitas a Sarah, e em nossas conversas, agora mais amigáveis, eu lhe contei que os culpados foram uma gangue perigosa, que atuavam de cidades em cidades, e que como eles já saíram da Califórnia, eu não podia mais fazer nada. Eu precisei mentir, porque se não o fizesse, ela provavelmente destruiria a própria vida enlouquecida por vingança, então fiz questão de salvar o futuro dela e manda-la pra longe dali.
No começo foi difícil pra ela aceitar morar em outro lugar, com uma avô que ela não via a muitos anos, mas eu prometi que uma assistente social a visitaria periodicamente para ver se estava tudo bem, ela acabou se acostumando com a idéia, se encantou com a escola do lugar e chegou a me agradecer por não ter esquecido dela em nenhum momento.
E hoje, era o dia em que eu me despediria dela no aeroporto, o dia em que eu fechava de uma vez o caso Richard e Sarah Davis. Eu passei boa parte do dia fazendo alguns relatórios pendentes e no finzinho da tarde, eu fui para o aeroporto, onde provavelmente ela estaria a minha espera.
A
web vai da uma reviravolta e o Thomas vai embora daqui a uns cap’s
Se tiver muitos comentários amanha eu faço uma mini maratona de 3 ou 4 capitulos pra vocês !



Ahhh finalmente maratonaaaaaaaaa....
ResponderExcluirMaratonaaaaaaaa!
ResponderExcluirObaaa maratona,e finalmente esse tomy some :)))))
ResponderExcluirAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa maratona
ResponderExcluirAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa maratona
ResponderExcluirFaz a maratona por favor.
ResponderExcluirPosta mais faz maratona!!!
ResponderExcluirAmem posta mais pofarvo faz a maratona maisssss
ResponderExcluira maratonaaaa, finalmente o Tommy vaii embora ehehh, faz maratona moça .
ResponderExcluirMaratona please
ResponderExcluirPosta mais
ResponderExcluirMaratona,maratona,maraona,maratona,maratona
ResponderExcluirMaaaais por favor
ResponderExcluir+++++++++++++;;
ResponderExcluirPosta + tá muito boa
ResponderExcluirAhhh por favor mais.....
ResponderExcluirAinda bem que ele vai embora, ja tava ficando chato! Postaaaaa
ResponderExcluirObrigada, graças Tommy vai embora.
ResponderExcluirAHHHHHHHHHHH MARATONA PLEASE, PLEASE *:----*
ResponderExcluirPosta mais please
ResponderExcluirQual o link da web original?
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